Uniqlo Índia concentrará expansão em seis cidades com presença existente
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Uniqlo Índia concentrará expansão em seis cidades com presença existente

A varejista japonesa Uniqlo Índia, que atualmente possui 20 lojas na Índia, mantém uma visão otimista do mercado e procura constantemente oportunidades para aumentar sua presença.

A empresa planeja continuar a aumentar o número de lojas exclusivamente nas seis cidades onde já tem representação. Essas cidades incluem Delhi-NCR (National Capital Region), Mumbai, Bangalore, Chandigarh, Lucknow e Pune.

Nidhi Rastogi, diretora de marketing da Uniqlo Índia, declarou ao Business Standard que a empresa está muito otimista em relação à Índia e pretende expandir neste mercado. Ela enfatizou que estão procurando continuamente oportunidades de expansão no país.

Na Índia, a rede da varejista japonesa conta com 20 pontos de venda com áreas de 10.000 a 35.000 pés quadrados. De acordo com a empresa, 15% da receita na Índia provém de vendas online, e o restante é proveniente de vendas offline.

No ano fiscal de 25, a receita da empresa atingiu 1.175,5 crore de rúpias, representando um crescimento de 44%. Apesar de a participação das vendas online ser de apenas 15%, a empresa direciona orçamentos maiores para publicidade digital, pois acredita que seus clientes são predominantemente usuários digitais.

A empresa alocou 60% dos gastos com publicidade em canais digitais e o restante em todos os outros tipos de publicidade. Rastogi explicou que uma pesquisa do Google mostrou que oito em cada dez pessoas procuram informações na internet antes de visitar uma loja, o que confirma a conscientização digital dos clientes. Portanto, a empresa investe ativamente em plataformas digitais consumidas por seus compradores, incluindo OTT, redes sociais e recursos de notícias.

Falando sobre a demanda por produtos na Índia, Rastogi observou que os consumidores estão começando a preferir o conforto e a funcionalidade das roupas. Também há uma tendência de as pessoas preferirem adquirir modelos clássicos atemporais e peças básicas de qualidade.

Além disso, a marca compra localmente cerca de 15–20% dos produtos vendidos na Índia.

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O fabricante automotivo tcheco Škoda Auto prioriza o alcance de um crescimento lucrativo no mercado indiano. A empresa está estudando a possibilidade de incluir gás natural comprimido (GNV) em sua linha de modelos, além de considerar o retorno limitado de modelos a diesel, como o Superb, enquanto se prepara para lançar um SUV elétrico produzido localmente (eSUV).

A Índia ocupa o quarto lugar nas vendas globais da Škoda em número de clientes, ficando atrás da República Tcheca, Alemanha e Reino Unido. Em um ano, a empresa demonstrou um crescimento de 8% e planeja expandir sua rede de varejo para mais de 200 pontos, dando maior atenção às áreas rurais e aos mercados de segundo nível (Tier-II).

Martin Jan, membro do conselho de administração da Škoda Auto responsável por vendas e marketing, declarou ao Business Standard que o objetivo da empresa é crescer o máximo possível na Índia, mas esse crescimento deve ser lucrativo, ou seja, 'crescimento sem prejuízos'. A empresa também evita a tentação de aumentar os volumes através de reduções agressivas de preços no altamente competitivo mercado indiano.

Jan enfatizou que a Škoda não busca ganhar participação de mercado vendendo carros abaixo do custo de produção, mas sim encontrar um equilíbrio entre demanda, precificação, capacidade de produção e lucratividade. Ele observou que, embora vender carros a preços mais baixos possa aumentar o volume de vendas, isso resultará em prejuízos, e a empresa procura um 'meio-termo dourado' entre volume e lucro.

Essa abordagem está ligada à tentativa da Škoda de expandir seu público-alvo na Índia. Tradicionalmente percebida como uma marca europeia premium, a empresa começou a oferecer modelos mais acessíveis, como o Kylaq, o que, segundo Jan, ajudou a expandir a rede de concessionárias e atrair compradores para os modelos maiores Kushaq.

No entanto, os carros menores também geram menor lucro, pois, segundo a regra geral, carros maiores geram melhor rentabilidade. Assim, a forte concorrência de preços na Índia continua sendo um fator chave que a Škoda considera ao expandir além de sua base de clientes tradicional.

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