Irlanda vence África do Sul por 4 a 1 no Campeonato Mundial de Hóquei
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Irlanda vence África do Sul por 4 a 1 no Campeonato Mundial de Hóquei

Apesar de Dayan Cassiem, capitão da África do Sul, ter marcado seu centésimo primeiro jogo, a noite terminou em decepção para a equipe sul-africana. A Irlanda obteve uma vitória convincente por 4 a 1 em sua segunda partida do Grupo C do Campeonato Mundial de Hóquei masculino, realizado na terça-feira em Wawer.

Este jogo teve um significado especial para o capitão sul-africano, pois ele entrou em campo pela centésima primeira vez na arena internacional, quase dez anos após sua estreia na seleção principal aos dezoito anos.

Embora Cassiem tenha celebrado uma conquista pessoal significativa, a África do Sul foi forçada a lamentar as oportunidades perdidas, pois o jogo, no qual estavam liderando por 1 a 0, desmoronou dramaticamente nos minutos finais.

Após ambas as equipes perderem seus primeiros jogos por 3 a 1, ninguém conseguiu marcar gols no tenso primeiro tempo. A África do Sul finalmente conseguiu quebrar esse impasse sete minutos após o reinício do jogo, quando Kenton Melville fez uma defesa acrobática no minuto 37, dando à sua equipe uma vantagem de 1 a 0.

No entanto, essa vantagem durou apenas cinco minutos antes que Benjamin Walker igualasse o placar pela Irlanda. Em seguida, os irlandeses assumiram o controle do jogo no último quarto, com o experiente defensor Lee Cole sendo um elemento decisivo devido aos escanteios. Ele marcou aos 48 minutos e depois outro gol sete minutos depois, aumentando o placar para 3 a 1 a favor da Irlanda.

Sam Highland adicionou o quarto gol no final, concluindo um ataque sem resposta de quatro gols da Irlanda. O capitão sul-africano Dayan Cassiem jogou seu centésimo primeiro jogo pelo país no Campeonato Mundial de Hóquei masculino.

Mustafa Cassiem admitiu que o resultado foi difícil de aceitar, mas acreditou que a África do Sul criou oportunidades suficientes para vencer. Ele declarou: «Acho que estou muito desapontado, e falo por muitos de nós e por toda a equipe. Criamos oportunidades suficientes hoje, mas não conseguimos concretizá-las, e agora tudo foi para o gol adversário».

O jovem Cassiem também notou a nervosismo de alguns jogadores menos experientes no torneio do Campeonato Mundial. Ele acrescentou: «É óbvio que os nervos começam a pesar no primeiro jogo em um grande estádio, mas acho que são esses momentos em que precisamos nos reunir, e hoje, acho que não fizemos isso. Mas, como eu disse, não aproveitamos as oportunidades o suficiente, e contra uma boa equipe você é punido, e fica em segundo lugar».

A derrota significa que a África do Sul não poderá avançar para a segunda rodada da fase do campeonato e, em vez disso, passará para a fase de classificação de 9-16 após a conclusão da campanha do Grupo C. Eles ainda têm mais uma tarefa importante pela frente: na quinta-feira às 11h, enfrentarão a Austrália.

No entanto, para Dayan Cassiem, esta noite permanecerá um momento marcante em sua notável carreira internacional, mesmo que sua centésima primeira aparição em campo tenha ocorrido em uma noite em que a África do Sul procurava respostas.

Na partida entre África do Sul e Irlanda no Campeonato Mundial de Hóquei masculino, houve uma batalha emocionante, mas os europeus venceram graças ao forte último quarto, levando à derrota da seleção sul-africana.

No geral, foi um dia difícil para o hóquei sul-africano, pois a equipe feminina também sofreu uma pesada derrota, perdendo para a Índia por 6 a 1 na segunda partida do Grupo C, ficando sem vitórias nas duas primeiras partidas após a derrota para a Inglaterra.

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Maria Chiremba marca hat-trick na estreia e encerra série de vitórias do time feminino Springbok sobre Fiji
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Maria Chiremba marca hat-trick na estreia e encerra série de vitórias do time feminino Springbok sobre Fiji

Durante um jogo tenso em Lautoka, o time feminino Springbok venceu o Fijiana XV por 29–22, encerrando assim uma histórica série de dois jogos sem resultados contra Fiji. A jogadora debutante Maria Chiremba marcou um impressionante hat-trick.

Após a vitória convincente do Springbok sobre o Fijiana XV por 55–12 em Suva, o time enfrentaria um desafio mais sério em Churchill Park. Na primeira metade do jogo, o time estava atrás dos adversários por 10–5 e perdeu a vantagem duas vezes após o intervalo. No entanto, três touchdowns da debutante Chiremba foram decisivos, permitindo à África do Sul manter a pressão e conquistar a primeira Taça Ubuntu-Bula.

Segundo o assistente técnico Franzel September, o jogo teve o status de um verdadeiro teste. Ele expressou orgulho por Maria, observando que os jogadores e treinadores a apoiaram, e ela respondeu muito bem à confiança.

No início do jogo, a África do Sul teve dificuldades com a fluidez do jogo, pois Fiji se adaptou bem às condições e atacou usando seu jogo característico de passes para trás. Além disso, dois pênaltis por faltas nas disputas deram uma vantagem precoce aos anfitriões. O poderoso scrum sul-africano acabou criando a base para Lindelwa Gwala marcar com um ruck penetrante, mas Fiji manteve o controle e liderava por 10–5 durante o intervalo.

Apesar de o time Springbok ter sido forçado a jogar com elencos reduzidos de 14 jogadores após receberem cartões amarelos de Zintle Mpofu e Ankadia Minnar, sua defesa permaneceu forte, não permitindo que a diferença aumentasse. Após o intervalo, o time saiu com grande ímpeto, e Chiremba se apresentou de forma espetacular no nível de teste. A ala marcou como resultado de um ataque coordenado com a participação de Masela Samboi, permitindo à África do Sul assumir a liderança por 12–10, e depois ela marcou o segundo touchdown, punindo um mau chute de Fiji.

Fiji não desistiu, empatando o placar para 17–17, antes que Wainah Ubisie restaurasse a vantagem do Springbok com 12 minutos restantes no jogo. Os anfitriões reduziram a diferença para 24–22 cinco minutos antes do apito final, criando um final tenso, mas Chiremba completou seu hat-trick aos 78 minutos, depois que os atacantes sul-africanos prepararam o campo com uma série de penetrações poderosas.

September enfatizou que, para ele, a vitória estava ligada não apenas ao resultado, mas também a como a África do Sul lidou com as dificuldades. Ele observou que o time passou por um teste em vários aspectos, o que foi útil para adaptação e correção de estratégias. Embora tenham uma base na posse de bola na primeira fase, eles também demonstraram outros pontos fortes, o que foi uma grande vantagem.

A reação de Fiji foi que esperavam que Fiji apresentasse um desempenho ainda melhor no segundo jogo de teste após a vitória de 55–12 no primeiro, e eles fizeram isso. Eles chamaram de verdadeiro jogo de teste.

A direção do time também ficou satisfeita com os experimentos de combinações, incluindo a nova formação de meio-campo com Zintle Mpofu e Masela Samboi. No entanto, na opinião de September, o mais importante era que o Springbok demonstrou a união necessária para vencer um difícil jogo de teste fora de casa. Ele afirmou que eles mostraram um caráter enorme, e a forma como lutaram uns pelos outros em campo é a essência do rugby de nível de teste.

Agora, o time Springbok retorna para casa com um resultado perfeito de sua primeira turnê em Fiji. Seu próximo grande desafio os aguarda em Joanesburgo no próximo mês contra o time Black Ferns da Nova Zelândia.

Cidade do Cabo vence Tshwane na final do Campeonato de Rugby de Cidade do Cabo
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Cidade do Cabo vence Tshwane na final do Campeonato de Rugby de Cidade do Cabo

A equipe de Cidade do Cabo conseguiu corrigir a decepção do ano passado, obtendo uma vitória dramática sobre a imbatível equipe de Tshwane por 56:55 na final do Campeonato Nacional de Rugby. O time conquistou este título pela primeira vez em dez anos no estádio local da Escola Secundária Stellenberg na terça-feira.

A final teve uma semelhança notável com o ano anterior, quando Cidade do Cabo perdeu para Joanesburgo por apenas um ponto na partida decisiva de 2025, após avançar impecavelmente até a final. A equipe de Tshwane também entrou neste ano invicta, ocupando o primeiro lugar na divisão principal A, e depois derrotou o atual campeão quatro vezes, Joanesburgo, na semifinal na segunda-feira.

No entanto, desta vez foi Cidade do Cabo que manteve a calma em mais um jogo tenso, onde a diferença de pontos era de apenas um ponto. Os anfitriões lideravam por 13:12 após o primeiro quarto, mas Tshwane assumiu a vantagem no intervalo. A equipe de Pretoria manteve a liderança durante a maior parte do terceiro quarto, até que Cidade do Cabo conseguisse empatar em 38:38, e depois assumisse a frente com uma pequena vantagem de 40:39 antes dos últimos quinze minutos.

Nenhuma das equipes conseguiu o avanço decisivo no final tenso; Tshwane acabou empatando em 55:55. Com menos de vinte segundos restantes, Cidade do Cabo possuía a posse de bola após um passe central, e precisava do último gol para completar sua recuperação após o fracasso do ano passado. O ex-jogador da seleção Proteas, Sigi Burger, marcou calmamente o gol decisivo, provocando euforia entre o público local.

Sigi Burger, de 30 anos, comentou seu gol dizendo: «É óbvio que há muita pressão sobre você. Mas a beleza de ser um pouco mais velho e mais maduro é a capacidade de lidar com momentos tão grandes... e saber que é apenas mais um arremesso». A treinadora da equipe, Freda Kemp, observou que a derrota no ano passado ajudou a fortalecer o desejo de redenção.

Kemp declarou: «Perdemos a final no ano passado por apenas um ponto, e, como dizem, o roteiro para nós foi escrito — é a cidade natal, o público local. Trabalhamos muito para garantir que os jogadores tivessem tudo o que precisavam para jogar no mais alto nível, então estou muito orgulhosa do que eles fizeram hoje». O assistente técnico de Cidade do Cabo, Fumza Maveni, que fazia parte da equipe do Cabo Ocidental, vencedora do torneio no formato anterior em 2016, observou que os jogadores se saíram bem sob pressão.

Maveni disse: «Foi difícil no banco de reservas, mas eu confiei nas garotas. As garotas absorveram a informação e fizeram exatamente o que queríamos. Foi bom para nós vencer a final diante do nosso público. Esperamos por isso por muito tempo».

Para Tshwane, a derrota foi uma final amarga de uma campanha excepcional. No ano passado, elas não conseguiram chegar à semifinal, mas passaram pela fase de grupos invictas antes de derrubar Joanesburgo. Enquanto isso, na final da categoria júnior U21, a equipe Joanesburgo A venceu Tshwane por 52:38, conquistando o terceiro título consecutivo, demonstrando intensidade e paixão dignas deste evento.

A treinadora Rosanne Mattise, apesar da derrota de sua jovem equipe, expressou grande orgulho pelo progresso. Ela declarou: «O progresso que alcançamos em tão pouco tempo... estou muito orgulhosa. Para mim, são dez passos à frente». Mattise acredita que Tshwane tem muito potencial de desenvolvimento, já que apenas três jogadores têm mais de 30 anos, e a maioria tem menos de 25. Ela acrescentou: «Apesar da derrota, estou orgulhosa do que eles mostraram hoje».

Na partida pela medalha de bronze da divisão principal A, Mangaung venceu Joanesburgo por 45:44. A treinadora Bongi Msomi, que liderou a equipe em 2024 depois de não conseguir vencer o jogo no ano anterior, elogiou seus jogadores por lidarem com a pressão da defesa do título. Msomi enfatizou: «Este é todo o trabalho deles. Você pode ser um bom treinador, mas se os jogadores não aceitarem bem, os resultados não virão».

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