Estudo mostra que a administração intravenosa de arginina não afeta a duração da crise falciforme
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Estudo mostra que a administração intravenosa de arginina não afeta a duração da crise falciforme

Um estudo clínico randomizado, conduzido por cientistas americanos, demonstrou que o tempo necessário para controlar uma crise falciforme não apresentou diferenças significativas entre os grupos que receberam administração intravenosa de arginina e o grupo de controle que recebeu placebo.

Além disso, este tratamento não influenciou nem a quantidade de medicamentos opioides utilizados, nem o nível de dor durante o período das crises.

Os resultados desta pesquisa científica foram publicados oficialmente na revista The Journal of the American Medical Association.

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De acordo com os resultados de um ensaio clínico randomizado conduzido por cientistas americanos, as plaquetas mantidas a uma temperatura de 1 a 6 graus Celsius durante três semanas demonstraram eficácia hemostática comparável às plaquetas armazenadas à temperatura ambiente durante cinco a sete dias, durante procedimentos cirúrgicos cardíacos.

Durante o estudo, não foram observadas diferenças significativas na frequência de complicações entre os dois grupos de pacientes. No entanto, no grupo que recebeu plaquetas 'frias', foi notada uma maior frequência de necessidade de intervenções cirúrgicas repetidas.

Os dados deste estudo científico foram oficialmente publicados na revista The Journal of the American Medical Association.

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Um estudo clínico randomizado, conduzido por cientistas britânicos, demonstrou que a sobrevivência de pacientes após intervenções cirúrgicas extracorpóreas em grande escala não depende do método de anestesia escolhido — seja anestesia intravenosa total ou inalatória.

De acordo com os dados do estudo, a média de sobrevida dos pacientes que ficaram fora do hospital durante o primeiro mês após a cirurgia foi de 22,5 dias ao usar anestesia intravenosa e 22,4 dias ao aplicar anestesia inalatória.

Os resultados desta investigação científica foram oficialmente publicados na revista The Journal of the American Medical Association.

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