iPhone 18 Pro Max poderá superar o Pro em especificações de câmera, além do tamanho
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iPhone 18 Pro Max poderá superar o Pro em especificações de câmera, além do tamanho

Na próxima geração de iPhones, a versão Pro Max pode apresentar superioridades sobre o modelo Pro, não somente em termos de dimensões, mas também em recursos fotográficos avançados. A principal vantagem especulada reside no aumento do alcance do zoom e na introdução de uma variação no diafragma da lente, um recurso que seria inédito nos dispositivos da Apple.

Se essas informações se confirmarem, esta seria a segunda ocasião na história do iPhone em que o Pro Max seria tecnicamente superior ao Pro. A primeira ocorrência foi observada no iPhone 15 Pro Max, que possuía a lente tetraprisma, ausente na versão de menor porte. A implementação de uma abertura variável possibilitaria capturas de imagem mais sofisticadas mesmo em condições de pouca luz, independentemente do uso do Modo Noturno.

A capacidade de variar a abertura da lente é um atrativo significativo para consumidores que buscam o modelo topo de linha pela máxima qualidade em fotos e vídeos. Atualmente, os celulares da Apple operam com foco fixo, realizando apenas pequenos ajustes de maneira digital. O novo mecanismo seria físico, incorporando um pequeno obturador em uma das câmeras.

O Modo Retrato, por exemplo, simularia essa modificação na profundidade, que é determinada pela alteração da abertura do diafragma. Em vez do f/1.7 constante usado no iPhone 17 Pro e Pro Max, o novo modelo permitiria a adaptação a diferentes padrões, controlando a entrada de luz e oferecendo uma percepção de profundidade ajustável. De acordo com o MacRumors, ainda não está definido se este ajuste será feito manualmente ou automaticamente, mas representaria um diferencial para posicionar o iPhone como um equipamento similar a uma DSLR.

Embora o ajuste do diafragma não seja uma inovação exclusiva de smartphones, outras empresas já o utilizaram. A Samsung implementou esse recurso em modelos mais antigos, como o Galaxy S9 e o Galaxy S10, sendo o Galaxy S10 o último da companhia a contar com abertura variável. Ademais, rumores recentes sugerem que a gigante sul-coreana estaria desenvolvendo o retorno dessa funcionalidade no Galaxy S27 Ultra, previsto para o início de 2027, visando competir diretamente com o iPhone 18 Pro Max.

Marcas chinesas já disponibilizam celulares de ponta no mercado com abertura variável de lente. Entre elas, a Honor, com o Magic6 Pro, e a Huawei, que oferece o recurso em suas linhas Pura e Mate, exemplificado pelo Huawei Pura 70 Ultra e pelo Huawei Mate 60 Pro+. Nestes exemplos, o ajuste é mecânico, variando entre f/1.4 e f/2.0 no caso do aparelho da Honor, podendo atingir f/4.0 nos modelos mais avançados da Huawei.

Um vazamento ocorrido em junho já sinalizava a existência da abertura variável, baseado em documentos internos da Tata Electronics, fornecedora de lentes para os aparelhos da Maçã. Espera-se que o modelo utilize sensores Sony IMX905, que suportariam o ajuste do diafragma. Adicionalmente, o site 9to5Mac aponta que o iPhone 18 Pro Max viria equipado com zoom óptico de 6x e melhor desempenho em ambientes escuros.

Essa novidade sugere que o maior porte da linha seria explorado pela Apple para aprimorar seu sistema de câmeras. Os rumores também indicam que o modelo seria maior e mais pesado que o iPhone 17 Pro Max. Quanto ao lançamento, a previsão é que ele chegue em setembro, juntamente com o iPhone Ultra, o primeiro dispositivo dobrável da Apple.

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O iPhone 18 Pro poderá apresentar um custo de produção 38% superior para a Apple. Este aumento de custo pode resultar em um preço final mais elevado para o aparelho; especulações apontam para US$ 1.399, o que equivale a cerca de R$ 7.145 na cotação vigente. Contudo, parece que a empresa optará por absorver esse custo adicional, diminuindo sua margem de lucro, em vez de repassar integralmente o aumento ao consumidor.

Adicionalmente, o iPhone 17 Pro também pode sofrer um reajuste de preço a partir desta semana, embora ainda não haja confirmação oficial. A principal razão citada pela imprensa especializada é a crise na disponibilidade de memórias RAM, mas outras etapas do processo produtivo também seriam impactadas.

De acordo com o portal 9to5Mac, a Apple provavelmente adotará uma tática semelhante à utilizada na linha de MacBooks, implementando um aumento parcial no valor final dos produtos. Apesar disso, a pesquisa conduzida pelo site TrendForce indica que os custos de fabricação podem crescer ainda mais em 2027, superando os 38% projetados, o que tornará mais difícil manter os preços competitivos.

A Apple se destaca como uma das poucas companhias do setor de tecnologia que não sofreu alterações significativas nos preços recentemente. Mesmo após o CEO Tim Cook declarar que os ajustes eram 'inevitáveis', a linha de telefones permanece inalterada. Até o momento, foram notados movimentos nos modelos de computadores, como Mac Mini e Mac Studio, mas alguns analistas já previam elevações a partir da próxima geração de iPhones.

O relatório divulgado pela TrendForce reforça essa previsão devido ao aumento nos custos de produção. Segundo a publicação, a memória RAM é a principal responsável, representando 34% do custo total de montagem. Se a escassez persistir no mesmo ritmo, os chips poderão compor mais de 40% do valor total de fabricação do celular.

Nesse cenário, os custos poderiam exceder os 38% de aumento previstos para o momento inicial, já no primeiro trimestre fiscal de 2027. É importante notar que, conforme noticiado anteriormente, a Apple deve lançar uma segunda janela de produtos entre março e junho do próximo ano com o iPhone 18 padrão.

Para compensar esse aumento substancial sem elevar drasticamente o preço do modelo premium, a Apple poderia diluir esse custo em outras gerações. O iPhone 17 Pro, por exemplo, seria um dos primeiros a sentir esse ajuste, previsto para esta segunda semana de agosto. No entanto, até o fechamento deste artigo, o preço sugerido no site da Apple permaneceu inalterado.

Um alerta emitido pelo TrendForce aponta para uma situação ainda mais desafiadora para os dispositivos Android nos próximos meses. Os preços mais altos deverão ser mais perceptíveis em aparelhos de entrada ou intermediários, categorias onde as margens de lucro dos fabricantes são menores.

A carência de RAM configura um problema generalizado no mercado tecnológico. O direcionamento das fabricantes de memória para componentes destinados a servidores de inteligência artificial reduziu a oferta de chips para produtos de hardware. Isso impactou diversos segmentos, desde a computação até os videogames, resultando em atrasos e encarecimento no desenvolvimento do futuro PlayStation 6, por exemplo.

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