Siya Kolisi e Ox Nche podem retornar ao time titular para o jogo contra os All Blacks
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Siya Kolisi e Ox Nche podem retornar ao time titular para o jogo contra os All Blacks

Há informações de que o jogador de meio-campo dos Springboks, Ox Nche, está se aproximando de uma possível participação no jogo contra os All Blacks no sábado. O capitão dos Springboks, Siya Kolisi, e o peça chave do meio-campo, Ox Nche, estão perto de começar o primeiro jogo de teste da série 'Maior Rivalidade do Rugby' contra os All Blacks no estádio Ellis Park.

Anteriormente, Nche sofreu uma lesão no joelho durante o jogo contra a Inglaterra em 4 de julho, e Kolisi perdeu o Campeonato Mundial devido a uma lesão na panturrilha, depois sofrendo novamente esse problema no jogo de teste contra a Argentina em 8 de agosto. Inicialmente, a condição de Kolisi levantou sérias dúvidas, mas o histórico mostrou que o capitão dos Springboks se recupera rapidamente.

Na segunda-feira, Rasisi Erasmus declarou que ambos os jogadores precisam passar por um treino diário sem complicações. Na terça-feira, o assistente técnico Felix Jones divulgou notícias mais encorajadoras, observando que 'ambos parecem muito bem' e que 'não há problemas ou sinais de alerta que vimos hoje no treino'. Ele acrescentou que, apesar de mais uma sessão estar planejada esta semana, 'não há nada significativamente negativo nos planos de recuperação'.

Essas declarações indicam que Kolisi e Nche podem entrar no time titular, o que será um grande reforço para os Bok, considerando o status de líder de Kolisi e a habilidade de Nche em disputas de rucks e no jogo geral.

Sobre a rivalidade no rugby

Os primeiros três jogos da rodada dos All Blacks incluíram partidas 'pré-temporada' contra os times Stormers, Sharks e Bulls. Esses jogos permitiram que Dave Rennie desse experiência de jogo valiosa a 40 jogadores em condições sul-africanas. No entanto, Jones revelou que o objetivo desse exercício era também o outro lado: a comissão técnica dos Bok também estudou o estilo de jogo dos 'Kiwis'.

Ele observou que, graças aos bons relacionamentos com os times da United Rugby Championship, todos os treinadores conversam regularmente. 'Foi útil ouvir as opiniões deles sobre seus jogos, mas muito disso confirmou o que observamos no Campeonato Mundial (quando a Nova Zelândia jogou contra França, Irlanda e Itália)'.

Jones relatou que, entre os comentários das diferentes franquias, algumas tendências foram notadas. 'Alguns pontos relacionados à disputa de bola, como ombros pressionados ao entrar na disputa, e o movimento reverso do braço sem agarrar, o que, pelo que sei, não agradava aos times sul-africanos. Este foi um tema constante que surgiu'.

A série de quatro jogos promete ser muito dura em termos de disputa de bola. Se os All Blacks violaram regras usando a tática de 'ombro pressionado' para infringir o suporte dos pilares durante o ruck, a comissão técnica e a mídia sul-africana alertaram os árbitros dos jogos.

Jones também acrescentou que os três times da URC frequentemente caíam em posições para marcar pontos profundamente na zona dos All Blacks (zona de 22 metros), mas depois não conseguiam concretizar suas chances. 'A maioria dos times tinha várias oportunidades na linha de saída', disse Jones. 'Acho que eles ficaram desapontados por não conseguirem marcar seu maul. É difícil quando alguém te puxa ou tenta levantar a perna, ou simplesmente perde o equilíbrio por alguns segundos'. Ele chamou isso de dois problemas comuns que os incomodavam.

Vídeos apareceram nas redes sociais onde os jogadores dos Springboks 'dançavam' ao redor de Jones com fones de ouvido. Jones esclareceu o que estavam fazendo. Ele contou que estavam trabalhando com um novo simulador virtual que testa o tempo de reação. 'É parecido com uma simulação de tentativa de coletar bolas soltas de jogadas contestadas', explicou ele. 'Pegamos gentilmente um ou dois caras na África do Sul que o desenvolvem, e eles nos forneceram seu módulo. Achamos que há algo de valor nele e continuaremos a usá-lo'.

Quando os Bok venceram o Campeonato Mundial em 2007, eles confiaram no programa 'eyegym', desenvolvido pela ex-estrela de hóquei sul-africano Cheryl Calder, que ajudou a melhorar sua reação. Agora, os Bok podem obter mais um vencedor 'virtual'.

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