Após um aborto espontâneo, violência física, zombaria por causa da dote e traição, a mulher decidiu deixar o casamento. Embora este passo não tenha sido fácil para ela, ela recusou-se a permitir que sua filha crescesse com a convicção de que as mulheres são obrigadas a suportar desrespeito para manter o casamento.
Atualmente, ela cria a filha sozinha, transformando sua experiência dolorosa em uma lição de coragem, dignidade e autoestima. Diariamente, ela demonstra à filha que escolher por si mesma não é egoísmo e que ninguém deve tolerar violência para provar sua dedicação ao relacionamento.
Às vezes, a decisão mais corajosa não é ficar e suportar, mas sim ir embora e construir uma vida mais segura e sólida.
