De acordo com os resultados de um ensaio clínico randomizado conduzido por cientistas americanos, as plaquetas mantidas a uma temperatura de 1 a 6 graus Celsius durante três semanas demonstraram eficácia hemostática comparável às plaquetas armazenadas à temperatura ambiente durante cinco a sete dias, durante procedimentos cirúrgicos cardíacos.
Durante o estudo, não foram observadas diferenças significativas na frequência de complicações entre os dois grupos de pacientes. No entanto, no grupo que recebeu plaquetas 'frias', foi notada uma maior frequência de necessidade de intervenções cirúrgicas repetidas.
Os dados deste estudo científico foram oficialmente publicados na revista The Journal of the American Medical Association.
