Mensagens sobre casos de assédio ocorridos durante a apresentação do cantor popular egípcio Mohamed Ramadan na costa norte foram amplamente discutidas na internet. Materiais de vídeo disseminados nas redes sociais registraram tumultos, desmaios, incidentes de assédio e caos geral no show de Ramadan.
Gritos de mulheres e jovens eram ouvidos entre a multidão, e algumas mídias relataram casos de perseguição. Funcionários de segurança tentaram retirar essas pessoas da multidão, o que provocou uma onda de críticas. A situação se agravou quando Mohamed Ramadan parou de cantar ao notar uma idosa entre os espectadores. Ele pediu ajuda às pessoas e à segurança antes de retomar a apresentação.
Vale ressaltar que, antes do show, Ramadan havia apelado ao público, pedindo aos homens jovens que respeitassem a segurança das mulheres. No entanto, houve cenas de empurrões e aglomeração no evento, o que gerou amplas discussões sobre a organização e as medidas de segurança no concerto.
O Ministério do Interior do Egito forneceu uma explicação oficial aos vídeos e publicações em redes sociais sobre o fato de duas jovens terem sido assediadas no show de Mohamed Ramadan, afirmando que as informações divulgadas não correspondem à verdade. O Ministério esclareceu que, em 15 de agosto, o posto policial de El Alamein recebeu uma denúncia de uma estudante universitária e sua irmã, residentes na província de Giza, sobre notícias e vídeos em redes sociais sobre supostos assédios no show no resort turístico sob jurisdição da delegacia.
De acordo com a declaração do Ministério, ambas as mulheres confirmaram que as informações publicadas continham falsidades e eram difamatórias. Elas explicaram que o incidente no show foi causado pela superlotação entre os visitantes, e não por assédio de ninguém. O Ministério acrescentou que as medidas legais necessárias foram tomadas em relação a este incidente.



