A goleira do Banyana Banyana, Kaylin Swart, parecia muito emotiva depois de levar a equipe às quartas de final da Copa do Mundo. Ela expressou esperança de que esse sucesso ajudasse a abafar as críticas e restaurar um clima positivo na equipe no futuro.
A equipe Banyana venceu seu rival amargo, o Nígeria, por 2 a 1 no estádio Mulai Prince Rashid, avançando assim para a próxima fase das qualificatórias para a Copa do Mundo. Os gols foram marcados por Tembi Kgatlana e Refilo Jane, e um pênalti tardio marcado por Christie Ucheibe cimentou a vantagem sul-africana.
Apesar da importância dos gols, o mérito também pertence a Swart. Ela foi agraciada com o prêmio de Jogadora da Partida por duas defesas cruciais no segundo tempo, que ajudaram o Banyana a vencer.
Essas ações heroicas de Swart serviram como uma espécie de compensação após ter sido alvo de críticas severas durante a fase de grupos do Wafcon e pela derrota para Marrocos nas quartas de final, pois lhe atribuíram responsabilidade pelos gols sofridos por se afastar da linha de gol.
A goleira do Banyana declarou que recebeu as críticas com calma, realizou uma autoavaliação e agora espera que suas atuações contra os Super Falcons restaurem sua autoconfiança. Na área pós-jogo em Casablanca, Swart disse: «Acho que às vezes é preciso pensar e ver o que eu fiz bem». Ela acrescentou que, independentemente de ter jogado bem ou mal, as pessoas continuariam falando, e ela precisava se concentrar em si mesma.
Ela enfatizou que o apoio de suas companheiras de equipe e da comissão técnica era suficiente, mencionando que conhecia pessoas que a apoiavam sinceramente. Swart concluiu: «Se for um jogo que fará todos verem quem eu sou, que seja assim».
O caminho do Banyana para o torneio de 2027 no Brasil ainda parece difícil. Apresentando o continente junto com Gana, elas competirão contra Uzbequistão, Taipei Chinês, Equador e Papua Nova Guiné por duas vagas na fase final. O sucesso nesta etapa lhes permitirá se juntar a outras nações na fase final, onde competirão com duas equipes da CONCACAF, uma equipe da UEFA e o Venezuela por três vagas nas Eliminatórias da Copa do Mundo.
Swart acredita que a equipe ainda pode alcançar o desejado e compensar a decepção de não ter avançado diretamente, ficando em quarto lugar no Wafcon. Ela declarou: «Acho que às vezes é preciso dar 50 passos para trás para dar cinco para frente». Ela reconheceu que não era o caminho que queriam, mas lembrou do ditado: «não é como você começa que importa, mas como você termina». Embora não seja a rota direta para a Copa do Mundo, se for um caminho que revele o melhor nelas, elas seguirão por ele.
Para concluir, Swart expressou orgulho pelo coletivo, observando que demonstraram muito caráter e união, o que lhes permitiu avançar para a próxima rodada. Ela expressou esperança de continuar nesse caminho.



