Pesquisadores da Universidade da Califórnia em Los Angeles, incluindo Christopher Hamad, realizaram uma simulação de ensaios clínicos direcionados. Eles descobriram que o uso de agonistas dos receptores do peptídeo semelhante ao glucagon-1 (GLP-1) diminui significativamente a probabilidade de ocorrência de fraturas de baixa energia em pessoas com diabetes tipo 2.
Dados extraídos do banco de dados médico TriNetX foram utilizados para a análise. O estudo incluiu mais de 133,6 mil pacientes com diabetes tipo 2, com idades variando de 50 a 90 anos.
Os pacientes foram divididos em dois grupos. Metade deles, com idade média de 63,2 anos e composta principalmente por homens (52,7%), começou a tomar agonistas do GLP-1. O outro grupo, selecionado por meio de pseudorandomização, representava metade da amostra (idade média de 63,8 anos; 54% de homens) e tomava inibidores da dipeptidilpeptidase-1 (gliptinas).
O monitoramento das condições dos participantes continuou por três anos. Os resultados obtidos foram publicados oficialmente na revista JAMA Network Open.