A introdução da lei que tributa residências secundárias de luxo, implementada por Mandani, desencadeou um processo judicial por parte de três bilionários de Nova York, que contestam o cumprimento dos requisitos de notificação do estado. Esta medida causou pânico no final de julho.
O processo em si não é contra o imposto, mas sim contra a forma como o prefeito ordenou a divulgação desse imposto. Os demandantes alegam que o escritório do prefeito criou um caos, presumindo erroneamente que milhares de pessoas poderiam ser obrigadas a pagar impostos por casas que, na verdade, não se enquadram neste requisito.
A lista de imóveis que gerou pânico incluía milhões de propriedades que poderiam estar sujeitas à tributação. O litígio visa declarar essas notificações como 'nulas'.
O advogado Randy Castro, que representa o grupo, declarou: 'O prefeito queria um título chamativo, e ele o conseguiu. Milhares de pessoas que não deviam nada foram confundidas, expostas e incorreram em custos reais para que esta administração pudesse fazer um ponto político. Isso não é uma notificação legal.'
O escritório do prefeito esclareceu que este imposto será aplicado apenas a casas com valor superior a US$ 5 milhões, bem como a cooperativas e condomínios com valor superior a US$ 1 milhão que não são usados como residência principal.
Estima-se que este imposto trará US$ 500 milhões anualmente para a cidade de Nova York. O prefeito Mandani afirmou que o imposto afetará exclusivamente os 'mais ricos dos ricos'.
Mandani, que concorreu às eleições prometendo taxar os ricos, observou em abril: 'Este é um sistema fundamentalmente injusto que prejudica os moradores trabalhadores de Nova York. Agora ele está chegando ao fim.'

