Existem diversas maneiras de exibir o conteúdo da HBO Max na televisão, seja instalando o aplicativo nativamente ou utilizando métodos de transmissão sem fio e alternativas físicas.
Existem diversas maneiras de exibir o conteúdo da HBO Max na televisão, seja instalando o aplicativo nativamente ou utilizando métodos de transmissão sem fio e alternativas físicas.
A maneira mais direta de acessar a HBO na TV é baixando o aplicativo oficial na loja da smart TV. Para que isso funcione, o sistema operacional do aparelho deve ser compatível e ele precisa estar conectado à internet para permitir a ativação através de um código QR.
Se o seu televisor não for compatível com a instalação do aplicativo, é possível assistir via transmissão sem fio. Dispositivos da Apple utilizam o AirPlay, enquanto usuários de Android dependem do Chromecast. Em ambos os casos, é necessário que o celular e a televisão estejam conectados à mesma rede Wi-Fi.
Outras opções incluem assinar o canal HBO Max dentro da plataforma Prime Video da Amazon, ou, para televisores sem acesso à rede, conectar um notebook usando um cabo HDMI para espelhar a imagem diretamente na tela.
Para saber se a sua smart TV suporta a HBO Max, é fundamental verificar a marca, o ano de fabricação e o sistema operacional do aparelho. O Tecnoblog compilou os requisitos mínimos exigidos pelos principais fabricantes:
Caso o seu equipamento não atenda aos critérios para instalar o aplicativo, ainda há a possibilidade de espelhar o conteúdo do celular usando AirPlay ou Chromecast.
O processo para baixar e ativar o serviço HBO Max na TV compatível leva poucos minutos. Os passos são:
iPhone: Utilizando AirPlay para transmitir HBO Max
A tecnologia AirPlay possibilita espelhar conteúdos de um dispositivo Apple rapidamente e sem fios para um televisor. Para usar este recurso com a HBO Max, siga estas etapas:
Android: Transmitindo HBO Max via Chromecast
O espelhamento por Chromecast é prático para usuários de Android que querem transmitir conteúdos da HBO Max para a tela grande. Este método funciona tanto com o dongle do Google quanto em aparelhos com Chromecast integrado de fábrica. O procedimento é:
Após configurar a HBO Max na TV, o aparelho Android pode ser usado para outras tarefas.
Prime Video: Assinando HBO Max através do Prime Video
Assinantes do Amazon Prime têm a opção de integrar canais parceiros ao catálogo do Prime Video, facilitando o entretenimento. Assim, torna-se mais simples acessar a HBO Max na TV, mesmo que ela não suporte o serviço de streaming da Warner. É preciso abrir o aplicativo Prime Video no celular, computador ou smart TV, usar a função de busca para encontrar «HBO Max», acessar a página dedicada ao canal HBO Max no ecossistema Prime Video, clicar ou tocar em «Comece a assistir» e seguir as orientações para confirmar a assinatura integrada à conta Amazon. Após a ativação, o usuário poderá ver HBO Max na TV diretamente pela interface unificada do Prime Video.
Notebook com cabo HDMI: Alternativa para TVs mais antigas
Se a televisão for antiga e não tiver funcionalidades de smart TV, é possível conectar um notebook usando um cabo HDMI para espelhar a tela. Esta ligação física simples converte o televisor em um monitor externo para acessar HBO Max na TV sem dificuldades. Basta conectar uma ponta do cabo HDMI à entrada de vídeo da televisão e a outra à saída do notebook. Depois de ligar ambos os aparelhos, usar o controle remoto da TV para selecionar a fonte de entrada correspondente ao canal HDMI utilizado. No notebook, configurar a exibição pressionando as teclas Windows+P no Windows ou acessando o menu «Telas» nas Preferências do sistema no macOS, escolhendo a opção «Duplicar» ou «Segunda tela somente» para transferir áudio e vídeo. Por fim, abrir o navegador, acessar hbomax.com, fazer login e selecionar o título desejado para assistir HBO Max na TV antiga.
A NASA comunicou nesta segunda-feira, dia 10, a ampliação do serviço NASA+ para duas plataformas de streaming: discovery+ e HBO Max. Esta medida visa aumentar os meios pelos quais o público pode acompanhar materiais referentes à exploração espacial.
No discovery+, foi implementado um canal de transmissão contínua exclusivo para o NASA+. Paralelamente, o HBO Max passará a exibir eventos especiais da agência, incluindo a missão Artemis III, que está programada para ocorrer em 2027.
A expansão também incorpora suporte a imagens em Dolby Vision em dispositivos que sejam compatíveis. É importante notar que, apesar da inclusão em serviços de streaming pagos, o NASA+ permanecerá acessível gratuitamente e sem interrupções publicitárias através do aplicativo e do website da própria NASA.
A maneira como o conteúdo será distribuído varia em cada uma das novas plataformas. Enquanto o discovery+ oferecerá uma programação ininterrupta do NASA+, o HBO Max será o responsável por transmitir os acontecimentos singulares organizados pela agência espacial.
Entre os temas que podem fazer parte desta programação estão os lançamentos de missões científicas, testes de voo relacionados ao acoplamento com sistemas de pouso tripulados, entregas robóticas destinadas à Lua e a primeira missão tripulada a pousar na superfície lunar sob o escopo do programa Artemis.
A NASA também sinalizou a possibilidade de incrementar esta oferta no futuro. Essa estratégia faz parte do objetivo da agência de disponibilizar sua programação em mais aparelhos e permitir que o público assista às suas atividades conforme sua preferência.
Em equipamentos compatíveis, o conteúdo poderá ser visualizado em Dolby Vision. Essa tecnologia promete oferecer maior nitidez de contraste, cores mais vibrantes, imagens mais claras e uma maior profundidade de detalhes durante as exibições.
A agência vinculou essa expansão ao seu compromisso de tornar suas atividades de exploração espacial mais acessíveis ao público. Segundo Rebecca Sirmons, gerente-geral do NASA+ sediada na NASA, em Washington, a divulgação das ações da agência está ligada ao dever estipulado pelo National Aeronautics and Space Act de 1958.
Sirmons também comentou sobre a recepção da Artemis II por espectadores em diversas regiões do globo e declarou que a NASA tem a intenção de manter uma cobertura transparente e cativante enquanto prossegue em seu retorno à Lua.
Essa ampliação dos contratos de transmissão ocorreu após a NASA apresentar, durante seu evento Ignition no começo de 2026, planos que englobam o aumento da frequência das missões Artemis na superfície lunar e a edificação da primeira base na Lua.
Mesmo com a adição às plataformas de streaming, o NASA+ continuará livre de custos e de anúncios, estando disponível pelo site oficial e pelo aplicativo da agência.
A empresa norueguesa de cibersegurança Mnemonic identificou aplicativos em smart TVs da Samsung que estabeleciam conexões com redes de proxy residenciais. Essa funcionalidade permite que o endereço de IP de terceiros seja ocultado durante atividades ilícitas.
A Samsung comunicou que irá proibir os aplicativos descobertos e identificar todos aqueles que incorporam componentes de proxy residencial. A prática de proxy residencial consiste em disfarçar o IP de terceiros utilizando uma conexão comum, o que pode servir para encobrir até mesmo crimes cibernéticos.
O problema foi recentemente detectado pela Mnemonic, envolvendo jogos simples destinados às smart TVs da marca. Em comunicação com o TechCrunch, a Samsung informou sobre restrições já existentes para novos cadastros de aplicativos e para o uso de kits de desenvolvimento voltados a proxy residencial.
No mês anterior, essa mesma técnica foi encontrada em aplicativos para TVs LG, que também iniciou ações para solucionar o problema. Adicionalmente, foi apontado que caixas de TV ilegais podem estar contaminadas com malware deste tipo.
De acordo com a Mnemonic, diversos aplicativos para smart TVs da Samsung continham códigos que utilizavam a internet do usuário sem o seu consentimento ou conhecimento. Um exemplo citado foi o jogo Pac-Man, que chegou a ser exibido nas recomendações editoriais da loja de aplicativos do fabricante.
A firma de cibersegurança esclareceu que o jogo em questão possuía códigos da Bright Data, uma companhia especializada na criação e gestão de redes proxy. A Bright Data alega ter acesso a milhões de conexões residenciais globalmente.
Isso implica que um aplicativo com código de proxy residencial pode possibilitar que pessoas desconhecidas acessem a internet da residência do usuário sem que ele tenha ciência. Dessa forma, esses indivíduos podem operar na rede simulando um endereço IP doméstico comum.
Esta metodologia pode ser empregada em várias finalidades, tais como raspagem de dados da web e coleta de informações, pesquisas que envolvem geolocalização, ataques para testar senhas comprometidas e até mesmo para garantir anonimato em ciberataques.
O usuário afetado por um software malicioso pode enfrentar desde inconvenientes menores, como um aumento no uso de internet ou maior incidência de captchas, até situações mais graves, como ser vinculado a atos ilícitos através do seu endereço IP.
Em resposta ao TechCrunch, a Samsung declarou que está em processo de identificação e remoção de todos os aplicativos da loja que apresentem componentes dessa natureza. Além disso, a marca mencionou que já implementou certas medidas, como barrar o registro de novos aplicativos que incluam funcionalidades de proxy e estabelecer políticas para desenvolvedores que proíbem kits de desenvolvimento de proxy residencial em toda a plataforma.
O risco de proxy residencial abrange outras plataformas. Uma análise realizada em julho de 2025 revelou que 42% dos aplicativos disponíveis na loja da LG possuíam a capacidade de conectar a smart TV a uma rede proxy. A empresa LG anunciou que baniria todos os aplicativos que introduzissem tal recurso.
Contudo, a resolução do problema pode ser complexa. Conforme explica Harrison Sand, consultor da Mnemonic, muitos aplicativos possuem poucas linhas de programação. Para operar, eles carregam seu conteúdo de outros sites. As avaliações das lojas de aplicativos costumam considerar apenas o código do app, ignorando downloads adicionais. Ademais, a parte carregada pode variar entre a avaliação de segurança e o download efetuado pelo próprio usuário, e este tipo de artifício pode estar justamente nesse ponto.