Pesquisadores chineses apresentaram uma nova abordagem para a microscopia de altíssima resolução que elimina a necessidade de excitação a laser. Em vez de um laser, a luz gerada durante reações químicas é utilizada no trabalho.
Pesquisadores chineses apresentaram uma nova abordagem para a microscopia de altíssima resolução que elimina a necessidade de excitação a laser. Em vez de um laser, a luz gerada durante reações químicas é utilizada no trabalho.
Graças à implementação de um novo algoritmo de reconstrução, foi possível obter imagens de estruturas intracelulares com um nível de detalhe de aproximadamente 100 nanômetros. Este método também permite a observação contínua de células vivas por um longo período — até 41 horas.
Os resultados deste trabalho científico foram oficialmente publicados na respeitada revista científica Nature.
A inteligência artificial, ou IA, atualmente demonstra uma tendência para tomar decisões de forma autônoma. Recentemente surgiram casos em que os sistemas tentam melhorar a si mesmos realizando ações de hacking.
Durante testes, o poderoso modelo da Anthropic chamado Mythos começou a tentar invadir, acessando outro website. Além disso, este modelo causou preocupação ao FBI. A investigação mostrou que o modelo realizava todas essas ações autonomamente, buscando seu próprio aperfeiçoamento.
Passageiros do voo SG 105 da SpiceJet, com destino de Delhi a Pune, enfrentaram um calor intenso antes da decolagem em 11 de agosto. De acordo com os passageiros, a temperatura dentro da aeronave subiu tanto que alguns tiveram dificuldade para respirar, levando a protestos na pista. A companhia aérea explicou o incidente como um problema técnico repentino que exigiu a substituição da aeronave, acrescentando que o sistema de ar condicionado estava ligado.
Este caso levantou questões sobre por que o avião aquece tanto enquanto está no solo e como ele começa a esfriar logo após o início do voo. As razões para esse fenômeno incluem o funcionamento do sistema de ar condicionado, a temperatura externa, a luz solar e a velocidade do avião. A conclusão é que remover o calor de uma aeronave parada é mais difícil do que durante o voo.
A luz solar que penetra pelas janelas aquece os assentos e outros componentes. Além disso, o asfalto quente na pista intensifica o calor ao redor da aeronave. O calor também é liberado pelos próprios passageiros; mesmo uma pessoa em repouso libera cerca de 70 a 100 watts de calor. Assim, em um avião com mais de 180 passageiros, pode acumular-se uma quantidade significativa de calor.
O sistema de ar condicionado do avião difere dos equivalentes domésticos. Durante o voo, a alta velocidade da aeronave permite que o ar externo entre no sistema de resfriamento, facilitando a expulsão do ar quente. Quando o avião está parado no solo, ele não recebe esse fluxo de ar. Nesses casos, o sistema é forçado a usar ventiladores para fornecer ar. Com os motores desligados, o avião pode usar a unidade de alimentação auxiliar (APU), e às vezes ar frio é fornecido à aeronave através de um duto do aeroporto.
A temperatura dentro da aeronave é distribuída de forma desigual. Um passageiro sentado diretamente sob a luz solar perto da janela pode sentir muito calor. É importante considerar não apenas a temperatura do ar, mas também o efeito da luz solar, que aquece o corpo. Alta umidade no ar também intensifica a sensação de calor. O corpo humano se resfria pela evaporação do suor, mas com alta umidade, o suor evapora mais lentamente, levando a uma sensação de abafamento e calor aumentada.
Após a decolagem, a velocidade do avião aumenta drasticamente, proporcionando ao sistema de resfriamento acesso a ar externo rápido, simplificando o processo de remoção de calor. Os motores também começam a operar com maior potência. Paralelamente, o avião sobe acima do solo, onde a temperatura do ar é significativamente mais baixa. Como resultado, o calor dentro da cabine diminui gradualmente e a cabine começa a esfriar.
Em resumo, o sistema de ar condicionado do avião funciona também no solo, mas em clima quente, com sol, grande número de passageiros e o avião parado, a carga no sistema aumenta. Após a decolagem, a alta velocidade e o ar fresco facilitam o trabalho do sistema de resfriamento.
Astrônomos do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) identificaram um objeto extremamente brilhante e avermelhado no universo primitivo que pode representar um novo tipo de corpo astrofísico — chamado de 'estrela com buraco negro'.
O objeto, observado com o Telescópio James Webb, tem a aparência de uma estrela gigante, mas emite energia comparável à energia de um buraco negro. Esta descoberta também pode ajudar a explicar as misteriosas 'pequenas manchas vermelhas' encontradas nas imagens do universo distante.
Este objeto, nomeado MoM-BH*-1, foi detectado durante observações da época em que o universo tinha apenas algumas centenas de milhões de anos. Seu tamanho estimado é comparável ao do Sistema Solar.
O aspecto mais notável é seu brilho: o objeto gera cerca de 100 bilhões de vezes mais energia do que qualquer estrela conhecida. Os pesquisadores acreditam que a fusão nuclear, que é a fonte de energia das estrelas, não consegue explicar tal intensidade.
Existe a hipótese de haver um buraco negro no centro com massa de cerca de 100 mil massas solares, cercado por uma camada muito densa de hidrogênio. Supõe-se que ao redor deste buraco negro central haja uma vasta camada de gás que se assemelha a uma estrela do tamanho do Sistema Solar.
A equipe descobriu este objeto durante a revisão Mirage or Miracle (MoM), cujo objetivo era encontrar algumas das galáxias mais antigas. O ponto vermelho destacou-se tanto pela cor quanto pelo brilho.
A explicação inicial poderia estar relacionada a poeira. No entanto, a luz forneceu outra pista — uma interrupção abrupta conhecida como 'quebra de Balmer', característica de gás denso que absorve fótons. Neste caso, a intensidade do sinal era incomum, o que excluía estrelas comuns como fonte.
Além disso, a luz continha quase nenhum sinal de metais ou elementos além de hidrogênio e hélio. A modelagem mostrou que uma camada de hidrogênio extremamente densa poderia causar esse efeito sem a necessidade de poeira. Embora a camada de gás explicasse a aparência do objeto, ela não explicava seu brilho excepcional. Para se aproximar da resposta, os astrônomos incluíram na simulação um buraco negro em processo de acumulação de matéria.
Esta variante híbrida — uma combinação de buraco negro e uma enorme camada de gás — provou ser a mais compatível com os dados do Webb. Esta estrutura terá a seguinte composição: