O ator Adil Hussain, conhecido por suas atuações profundas e expressivas no cinema, tem atraído recentemente a atenção do público por suas visões espirituais. No podcast 'Abra ka Dobra Show' de Parsa Chabbra, Adil Hussain discutiu abertamente tópicos como Bhagavad Gita, karma, alma, reencarnação e o sentido da vida.
Ele relatou que lê regularmente o Gita, e este texto sagrado mudou significativamente sua visão de vida. Para Adil Hussain, o Gita não é apenas um livro religioso, mas uma fonte que permite ao indivíduo se conhecer e refletir sobre seus atos. Durante a conversa, ele compartilhou pensamentos sobre karma e suas consequências, enfatizando a importância de entender os motivos e objetivos ocultos por trás de cada ação humana, em vez de simplesmente realizar atos.
Ao falar sobre a leitura de escrituras hindus, Adil observou que não compreende os motivos pelos quais deveria evitá-las. Ele afirmou que, como residente da Índia, que possui um vasto repositório de conhecimento, ignorar esse saber seria sem sentido. Ele expressou gratidão por fazer parte desse mundo. Ele mencionou que seu avô falava sobre Sufismo e nunca fazia distinções entre religiões, passando a maior parte do tempo entre não-muçulmanos. O avô dizia que a vida pertence ao indivíduo e que ele mesmo deve decidir qual caminho seguir.
Adil também citou Rama Krishna, observando que 'quanto menor o desejo, mais puro o caminho'. Ele salientou que cada pessoa tem seu caminho único. Ele admitiu ter estudado Krishna na Gita e ser seu seguidor, além de ler sobre Rama e Shiva. Além disso, ele estudou as obras de Rumi. De seu ponto de vista, sob uma perspectiva religiosa, não há diferença substancial entre essas crenças; as diferenças são criadas por pessoas de pensamento estreito. Ele acrescentou que os muçulmanos surgiram em 1400, enquanto antes disso existiam diversos povos no mundo, e os vilões sempre existirão, independentemente de sua religião.

