A Robson’s Beer está organizando um evento chamado «Brewed for Laughs with Richelieu», que unirá cerveja artesanal, um tour pela cervejaria e comédia ao vivo. Este evento acontecerá em 29 de agosto.
A Robson’s Beer está organizando um evento chamado «Brewed for Laughs with Richelieu», que unirá cerveja artesanal, um tour pela cervejaria e comédia ao vivo. Este evento acontecerá em 29 de agosto.
O principal atração da noite será o comediante Richelieu Bonoar, campeão do Comedy Central Roast Battle. Ele fará uma apresentação cômica na cervejaria.
Bonoar é conhecido por seu humor espirituoso e baseado em observações, e espera-se que ele apresente uma performance energética no evento.
Os convidados também poderão participar de uma degustação de cerveja organizada pela cervejaria Robson’s. O cervejeiro contará aos convidados sobre o processo de fabricação da cerveja, incluindo características de sabor, ingredientes e métodos de fervura.
O ingresso no valor de R300 inclui uma bandeja de cerveja com escolha de bebidas da Robson’s. Além disso, as senhoras receberão uma bebida gratuita na chegada.
Os organizadores alertaram que o número de lugares é limitado e os ingressos serão distribuídos por ordem de chegada. Os ingressos podem ser adquiridos através do Quicket.
Os restomods, fenômeno cultural da última década, representaram um estado de euforia coletiva, especialmente a partir de 2014, um período em que o mercado automotivo enfrentava incertezas, como o temor do fim do câmbio manual e mudanças drásticas nas estratégias de marcas como Porsche, Ferrari e Jaguar.
Nesse contexto de otimismo cauteloso, surgiu a Singer Vehicle Design, empresa fundada por Rob Dickinson. Inicialmente, a Singer ganhou destaque internacional com seus restomods baseados no Porsche 911 clássico. Contudo, a própria Singer rejeitava o termo 'restomod', preferindo descrever seus veículos como 'reimagined by Singer'.
Esses projetos iam além de simples restaurações; eram recriações completas. Mantendo apenas o monobloco original do 911 antigo, a Singer substituía todos os demais componentes por peças novas e de altíssima qualidade. Isso incluía carrocerias de alumínio moldado à mão ou fibra de carbono, bancos de couro ou tecido premium, suspensões totalmente novas com geometria atualizada e amortecedores Öhlins, além de motores boxer reconstruídos do zero com injeção de corpo de borboleta individual.
A abordagem da Singer visava criar um 911 hipotético, como se tivesse surgido em um universo paralelo onde a Porsche jamais abandonou o motor a ar, focando na atualização técnica e no acabamento sob medida. Embora houvesse liberdades sutis — como instrumentos de alta relojoaria ou acabamentos internos coordenados —, cada veículo Singer era único, mas seguia uma identidade bem definida.
No entanto, o autor argumenta que, em algum momento, a Singer se afastou de seu propósito original. Essa reflexão não visa demonizar a criatividade, mas sim constatar que os projetos deixaram de ser esteticamente coesos e mecanicamente bem resolvidos para se tornarem manifestações de exagero, priorizando a exclusividade extrema em detrimento da harmonia estética.
O ponto de inflexão, segundo o autor, ocorreu em 2018 com o lançamento do Singer DLS (Dynamic and Lightweight Study). Este modelo era um estudo de dinâmica e baixo peso, concebido para atender clientes com orçamentos ilimitados. O DLS era radical, pois seu monobloco não vinha de um 911, sendo construído inteiramente em fibra de carbono. O composto estava presente em diversos elementos, incluindo carroceria, painel, volante e assentos.
O motor do DLS foi desenvolvido com a colaboração de Hanz Mezger, engenheiro conhecido por seu trabalho no Porsche 917 e nos motores do 911 de rua até 1994. A montagem e o ajuste do motor foram realizados pela Williams, equipe de Fórmula 1. Tecnicamente, o DLS é considerado um dos projetos mais interessantes da Singer, mas esteticamente, o excesso de detalhes — como o desenho em 'X' dos revestimentos de porta e os elementos amarelos — gera fadiga visual.
Essa tendência de projetos de boutique não se restringiu à Singer. Em 2018, foi lançado o Lancia Delta Integrale Futurista pela Automobili Amos, que modernizava o clássico italiano com engenharia avançada. Este modelo possuía um motor turbo de quatro cilindros de dois litros, preparado pela Autotecnica para gerar 330 cv, mantendo câmbio manual e tração integral.
Anos depois, a HWA, liderada por Hans-Werner Aufrecht, criou o HWA Evo, que aplicou a mesma filosofia ao Mercedes-Benz 190E 2.5-16 Evolution II, utilizando fibra de carbono, faróis e lanternas de LED, e um V6 biturbo de três litros com mais de 500 cv.
Já a Tom Walkinshaw Racing desenvolveu o TWR Supercat, um restomod do cupê Jaguar XJS. O TWR transformou o GT aristocrático em um veículo quase futurista, equipado com carroceria de fibra de carbono, alargadores de para-lama exagerados e um grande spoiler dianteiro.
Embora reconheça a excelência técnica desses veículos, o autor critica o estilo emergente de 'cyber-retrô-luxuoso', onde elementos individualmente bons acabam prejudicando a harmonia geral do conjunto.
A Singer continua ativa, e em 2026, na Monterey Car Week, serão exibidas duas criações, incluindo um Porsche 911 modificado em parceria com a Louis Vuitton. O autor conclui que esses carros tendem a envelhecer mal, comparando-os a *tuning specials* dos anos 80, citando exemplos negativos como os carros da Gemballa e os projetos da Koenig Specials.
A Epic Games Store disponibiliza semanalmente pelo menos um título gratuito para download. Nesta semana, o jogo independente de quebra-cabeças em mundo aberto, Caravan SandWitch, está acessível entre os dias 13 e 20 de agosto.
A premissa central de Caravan SandWitch envolve uma protagonista que, em um planeta afetado por desastres e exploração, precisa encontrar sua irmã desaparecida. Essa jornada é realizada majoritariamente dentro de uma van, percorrendo cenários muito variados, que incluem desde desertos e florestas até as ruínas de cidades abandonadas e as comunidades de Cigalo, onde residem os poucos seres humanos restantes no planeta.
Os comandos do jogo são bastante simples. A pé, a personagem consegue realizar ações como caminhar, correr, saltar, escalar e interagir com objetos, o ambiente e outros personagens. Dentro da van, os controles são ágeis, e o jogador pode equipar vários módulos para cumprir diferentes propósitos, tais como escanear áreas, alcançar pontos elevados com um gancho, mover objetos pesados ou destravar portas.
As metas do jogo estão divididas em missões primárias, essenciais para o avanço da narrativa, e missões secundárias, destinadas à coleta de recursos necessários para melhorias. Ambas as categorias de missão exigem interação com personagens, coleta de itens e resolução de enigmas, tudo isso sem a presença de combate, mortes ou pressão de tempo.
Caravan SandWitch oferece um universo e personagens notavelmente envolventes. A interação com os habitantes da cidade e outros NPCs que transitam pelo mundo é interessante e recompensadora. Contudo, nota-se que os humanos são excessivamente uniformes e semelhantes, mantendo sempre um comportamento gentil e alegre. Em contraste, outras criaturas não humanas, como sapos antropomórficos, demonstram ser muito mais diversas e cativantes.
Quanto ao cenário, o mundo é surpreendentemente vasto, o que justifica o uso constante da van. Os distintos biomas e paisagens são variados e atraentes, mantendo o interesse do jogador na exploração, apresentando um visual charmoso e singular, mas sem comprometer a consistência estética geral.
Este título na Epic Games é altamente recomendado para jogadores que apreciam exploração e quebra-cabeças, sendo também uma boa alternativa para quem busca uma experiência descontraída focada na contação de uma história.
O projeto Casa SJC, realizado pelo escritório Felipe Hess Arquitetos, foi implantado em um condomínio urbano já estabelecido na cidade de São José dos Campos. Este lote possuía construções anteriores e sua fachada era influenciada pela proximidade dos imóveis vizinhos.
A concepção do projeto foi estruturada a partir dessas condições específicas, utilizando uma volumetria que se caracteriza por ser ortogonal. O design optou por não utilizar revestimentos adicionais à pintura, sendo que a leitura geral do conjunto é definida por meio de subtrações pontuais no volume.
As informações sobre o projeto foram fornecidas pela equipe de desenvolvimento.