Um evento foi realizado na capital como parte da Etapa Republicana do concurso «Yashil Innovatsiyalar», dedicado a projetos ambientais de jovens. Este evento foi organizado pela Agência de Assuntos Juvenis.
Um evento foi realizado na capital como parte da Etapa Republicana do concurso «Yashil Innovatsiyalar», dedicado a projetos ambientais de jovens. Este evento foi organizado pela Agência de Assuntos Juvenis.
Uma nova variedade de lagarto, que reside nas regiões montanhosas da Tailândia, teve seu nome estabelecido em alusão a um dragão presente no universo de Game of Thrones. Especificamente, o Acanthosaura syrax homenageia a Syrax, a dragão fêmea que é montada pela rainha Rhaenyra Targaryen na produção House of the Dragon.
O gênero Acanthosaura é conhecido popularmente como os 'dragões-das-montanhas-com-chifres' devido aos espinhos proeminentes em suas costas e cabeça, além de seu hábito de viver em altitudes elevadas no Sudeste Asiático.
Esta nova espécie foi localizada nas matas do Parque Nacional Mae Wong, situado no oeste da Tailândia, em uma altitude de 1.300 metros.
Cientistas afiliados à Academia Real Chulabhorn e à Universidade Kasetsart justificaram a escolha do nome, pois na série A Casa do Dragão e no livro Fogo e Sangue, a dragão Syrax é retratada como um animal de porte modesto (comparado a outros dragões) e com coloração amarelada. Além disso, ela é descrita como tendo posto numerosos ovos.
Curiosamente, estas características coincidem com o novo lagarto: ele é menor que a maioria dos membros do seu gênero, possui uma tonalidade amarelo-esverdeada e põe uma grande quantidade de ovos, mesmo sendo de corpo pequeno.
A distinção desta espécie em relação a outras do mesmo grupo foi determinada por diferenças visuais; por exemplo, ela não exibe a mancha negra ao redor do olho vista em outros lagartos do gênero, mas sim uma marca escura e distinta em formato de colar no pescoço.
Adicionalmente, análises de DNA confirmaram que a A. syrax é geneticamente distante de sua parente mais próxima, a A. lepidogaster.
A espécie parece ser restrita a uma pequena área de floresta nas zonas montanhosas. Os cientistas alertam que essa limitação geográfica pode colocar o animal em risco de extinção caso ocorram intervenções humanas na região. Por essa razão, a equipe solicita que mais pesquisas sejam conduzidas e que a reserva seja mantida sob proteção das autoridades competentes. O estudo detalhando esta nova espécie foi divulgado em um periódico científico.
Organizações não governamentais exigiram da África do Sul um banimento total da criação de leões em cativeiro. Este apelo foi feito durante uma coletiva de imprensa organizada em comemoração ao Dia Mundial do Leão, celebrado na segunda-feira.
Organizações como FOUR PAWS South Africa, Humane World for Animals South Africa, Voice4Lions e Blood Lions participaram do evento. Fiona Miles, diretora da FOUR PAWS South Africa, declarou em um comunicado publicado após a conferência que, embora o governo tenha se comprometido a encerrar gradualmente a criação de leões em cativeiro, essa prática ainda é legal e o setor continua a operar em grande parte.
De acordo com as organizações não governamentais, cerca de 8.000 leões continuam sob o controle da criação e exploração comerciais na África do Sul. Isso ocorre apesar de a então ministra dos Recursos Florestais, Pesca e Meio Ambiente, Barbara Crisi, ter anunciado em maio de 2021 a intenção do governo de pôr fim a essa prática.
Esta indústria inclui a criação comercial de leões, sua manutenção em instalações privadas, caça de troféus a animais criados em cativeiro, comércio interno de leões e seus derivados, bem como outras formas de exploração comercial.
Os representantes das ONGs enfatizaram que o Dia Mundial do Leão serve como um lembrete importante de que os leões sul-africanos devem viver em ecossistemas prósperos e funcionais, e não em locais de criação, onde se tornam mercadoria durante toda a sua vida.
Neste sentido, Matthew Schurch, pesquisador da Humane World for Animals South Africa, apelou ao atual ministro do Meio Ambiente da África do Sul, David Maynier, para que 'siga o exemplo de seus antecessores'.
As organizações asseguraram que continuarão a colaborar com o governo, partes interessadas e o público para alcançar uma transição responsável que proteja a reputação internacional da África do Sul em termos de conservação da natureza e turismo.
O projeto de paisagismo intitulado 'Contos de Água' (AR-AR) da Martínez Arquitectura y Paisaje consiste em uma iniciativa para promover o reflorestamento e a recuperação de uma área de floresta de neblina, situada na zona rural do município de Villamaría, no departamento de Caldas, ao longo da Rota do Cóndor, especificamente na sub-bacia do Rio Claro e na bacia do Rio Chinchiná.
Anteriormente, este terreno era utilizado para pastagem e atividades pecuárias, o que resultou no desmatamento da floresta nativa para dar lugar às áreas de pasto invasoras. Para possibilitar a restauração, a propriedade foi segmentada em três zonas distintas de reflorestamento, incorporando também abrigos de contemplação que servem tanto como moradia temporária quanto como centro de educação ambiental.
Cada zona de plantio foi adaptada às suas características específicas, visando fomentar a diversidade ecossistêmica. Na porção superior e ocidental, serão plantadas espécies pioneiras com o objetivo de regenerar o solo que foi danificado pela criação de gado. Já no lado oriental, próximo a um córrego, a plantação focará em proteger o solo fértil e oferecer refúgio às espécies do corredor de bacias.
A zona mais baixa, caracterizada por alta umidade e presença de floresta nativa, será plantada com árvores e arbustos destinados a dar suporte às aves, tanto as locais quanto as migratórias.
Em ecossistemas andinos e alto-andinos, a movimentação da água em seus estados gasoso e líquido é fundamental para a sobrevivência dos ecossistemas. Essa água, que se encontra armazenada em estruturas minúsculas suspensas no ar, circula através de plantas como musgos, epífitas e samambaias em direção às bacias hidrográficas. Tais ambientes, repletos de biodiversidade, dependem da cobertura arbórea, que desempenha funções vitais como a regulação térmica, a proteção do solo contra a erosão e a formação de microclimas ideais para a vegetação.
A recuperação dessa cobertura vegetal é considerada crucial para restabelecer as dinâmicas naturais e assegurar um fluxo de água controlado em direção aos rios.
O abrigo destinado às aves proporciona uma conexão íntima com o ambiente circundante; de seu interior, é possível perceber a floresta nativa que o cerca e o som da água dos vários córregos. A nova vegetação se integra ao abrigo, transformando-se em um elemento acolhedor. A concepção deste espaço busca fazer com que a vivência ali seja uma extensão direta do processo de restauração ecológica, permitindo que a arquitetura se torne visual e sensorialmente discreta no cenário natural.
A combinação constante de névoa, sons da água, umidade e a variedade de aves estimula a contemplação e a compreensão dos ciclos inerentes à floresta andina, reforçando o laço entre os indivíduos e o território.
O abrigo mirante está posicionado em um ponto estratégico da montanha, oferecendo uma vista espetacular do cânion esculpido pelos rios Taguambí e Rio Claro. As águas desses rios descem do Parque Nacional Natural Los Nevados, moldando a paisagem e nutrindo os ecossistemas regionais. Esta cabana demonstra como as intervenções de restauração ecológica têm possibilitado o retorno gradual da vegetação, fortalecendo a biodiversidade, a estabilidade do solo e a interconexão ecológica da área.