Em nota divulgada na página da Presidência da República, o chefe de Estado mencionou que, ao tomar a decisão sobre a reforma, considerou o prazo estabelecido de 31 de agosto, ao qual o Estado português se comprometeu, visando cumprir as metas do PRR, sob risco de perder financiamento europeu ligado a essa reforma específica.
António José Seguro expressou a visão de que a reforma consolida treze apoios sociais em um único benefício, com o objetivo de tornar o sistema mais transparente, mais justo e mais simples. O Presidente da República argumentou que avançar na redução de burocracias, eliminando redundâncias e garantindo que os auxílios cheguem a quem realmente precisa, representa um passo positivo.
No entanto, o Presidente emitiu advertências importantes: uma mudança dessa magnitude deve priorizar a proteção das pessoas, e nenhum processo de simplificação pode resultar em uma diminuição da cobertura social. António José Seguro enfatizou a necessidade de assegurar que ninguém sofra prejuízo em relação à condição atual de benefício, dedicando atenção especial aos grupos mais vulneráveis, como famílias de baixa renda, idosos e pessoas com deficiência.
