Sardar Azmoun tornou-se um alvo desejado do técnico principal do Esteghlal, Sohrab Bakhtiarizadeh, pois o time continua procurando um atacante de alto nível antes do início da nova temporada.
Sardar Azmoun tornou-se um alvo desejado do técnico principal do Esteghlal, Sohrab Bakhtiarizadeh, pois o time continua procurando um atacante de alto nível antes do início da nova temporada.
O Esteghlal enfrenta um dos problemas mais sérios antes do início da campanha, já que a janela de transferências do clube permanece fechada. Contrariando as expectativas, os gigantes de Teerã ainda não receberam permissão para registrar novos jogadores, o que coloca em dúvida os planos de reforço do elenco.
A equipe não conseguiu concluir todas as aquisições desejadas por Bakhtiarizadeh e também não pode registrar oficialmente nenhum novo jogador devido ao fechamento da janela de transferências. Nas últimas temporadas, os 'Azuis' enfrentaram dificuldades pela falta de um atacante confiável e de qualidade, e opções ofensivas estrangeiras também não conseguiram resolver completamente esse problema. Portanto, o fortalecimento do ataque se tornou uma tarefa chave para o clube.
Segundo relatos, mesmo antes de ser confirmada a continuação da proibição de transferências, Bakhtiarizadeh pediu à direção do Esteghlal que iniciasse negociações para assinar um contrato com Sardar Azmoun. Alega-se também que o técnico principal entrou em contato pessoalmente com o atacante da seleção iraniana para expressar o interesse do clube em sua transferência para Teerã.
No momento, a chegada de Azmoun permanece um cenário ambicioso e empolgante, e não uma transferência realista, mas seu nome continua a simbolizar o tipo de reforço ofensivo que o Esteghlal espera alcançar.
O treinador do clube Nacional, João Gian, apelou aos jogadores para demonstrarem persistência competitiva no próximo jogo de terça-feira contra o Santa Clara. Este jogo é a estreia na I Liga portuguesa, que ocorre nas Ilhas Açores.
No Nacional, Petit lidera desde fevereiro de 2026, sendo chamado de 'um dos bons treinadores do nosso campeonato' devido aos 'bons resultados onde quer que ele apareça'. Portanto, espera-se um jogo muito difícil contra uma equipe que tem uma 'ideia estabelecida' da temporada passada.
'Santa Clara', que permaneceu invicto na pré-temporada, com cinco vitórias e dois empates, parece estar em melhor forma em comparação com o Nacional, que venceu apenas um dos sete jogos disputados no período preparatório.
No entanto, a principal dificuldade está relacionada à 'logística complexa' dos voos para os Açores, o que exigirá uma viagem noturna no domingo. Além disso, existe um 'modelo limitado de tomada de decisões' em relação ao adversário, pois os jogos preparatórios são frequentemente fechados, o que não permite obter uma 'visão precisa' sobre os jogadores adversários.
Gian explicou: 'Uma coisa são os jogos amistosos, e outra são os jogos com carga emocional que este jogo terá, num contexto desfavorável, especialmente sendo no estádio do adversário em casa.'
'Capitão' dos alvinegros também aliviou as tensões sobre a saída de Hezús Ramirez, o artilheiro do time na temporada passada, que passou pelo Chorum FC da Turquia, o que era 'esperado inevitavelmente'. Ele acrescentou que o elenco ainda pode ser complementado até o encerramento das inscrições.
Ele admitiu: 'Esperamos receber mais alguns jogadores, mas não quero entrar em detalhes sobre isso, porque o mercado é muito volátil, e são questões que dizem respeito à administração.'
Neste jogo, Gian provavelmente não poderá usar José Gomes, que sofreu uma lesão na parte inferior das costelas no último jogo da pré-temporada contra o Marítimo, nem Ulisses Rosho, que está se recuperando de uma cirurgia no tornozelo esquerdo.
'Nacional' e 'Santa Clara', ambos jogando pela terceira temporada consecutiva na elite do futebol nacional, se encontrarão na terça-feira, na rodada de abertura do campeonato, no Estádio São Miguel, em Ponta Delgada, às 19:15 horário local (20:15 horário de Lisboa), sob arbitragem de Hélder Carvalho da associação Santarém.
Após uma semana de grandes mudanças no Shark Tank, a equipe Sharks realizou seu torneio da Taça Carlin no centro de KwaZulu-Natal no sábado à noite, recebendo a equipe Boland no estádio Princess Magogo em KwaMashu. Este jogo serviu como um encerramento adequado para a semana, na qual os Sharks apresentaram uma identidade nova e ousada, e não será a última vez que a equipe da Taça Carlin viajará para novas comunidades da província.
O jogo ocorreu diante de um público entusiasmado, com entrada gratuita no estádio, e as arquibancadas estavam cheias de cânticos dos torcedores e fumaça de churrasco. Os fãs locais também tiveram motivo para celebrar, pois os Sharks venceram o Boland por 19 a 12, subindo no ranking da Taça Carlin.
A viagem a KwaMashu faz parte do compromisso dos Sharks em expandir o alcance do rugby para além do estádio tradicional em Kings Park e garantir a acessibilidade da equipe para novas comunidades em todo KwaZulu-Natal. Esta iniciativa comunitária coincidiu com o término de uma semana importante para a organização, que apresentou um rebranding ambicioso na quinta-feira.
Os Sharks adotaram uma imagem renovada, incluindo um novo logotipo e emblema, como parte de uma atualização em grande escala destinada a modernizar a marca em meio à crescente concorrência com clubes europeus de ponta na Champions Cup e na United Rugby Championship. Esses gigantes europeus são clubes, e não franquias, províncias ou sindicatos, e os Sharks agora seguiram esse exemplo. A organização será conhecida como Sharks Rugby Club (SRC).
O rebranding inclui dois estilos visuais distintos. O logotipo do SRC servirá como identidade corporativa do clube e será colocado no peito do uniforme de jogo, enquanto o famoso emblema Sharkie foi atualizado com uma aparência mais feroz.
O proprietário dos Sharks, Marco Massotti, que cresceu em Amanzimtoti, na costa sul de KwaZulu-Natal, declarou que as mudanças visam preparar a organização para o futuro sem perder a conexão com o passado. Ele enfatizou: «Os Sharks nunca foram um clube que espera que o jogo mude ao seu redor. Sempre acreditamos em ajudar a moldar para onde o rugby irá a seguir».
Massotti insiste que o desenvolvimento recente não é um abandono da história dos Sharks, mas sim sua continuação. Ele observou: «O esporte profissional mudou. Hoje prosperam os clubes que são fortes não apenas em campo. São marcas fortes que desenvolvem comunidades, atraem parceiros e criam experiências das quais os torcedores querem fazer parte».
A visita a KwaMashu no sábado à noite lembrou que o futuro dos Sharks está ligado não apenas à participação nas maiores competições europeias, mas também a levar a equipe aos moradores de KwaZulu-Natal.