O chefe da Federação Internacional de Futebol, Gianni Infantino, conseguiu manter seu cargo em meio a um grande escândalo relacionado aos direitos dos campeonatos mundiais. Após uma longa cúpula de sete horas realizada em Rabat, o comitê executivo da FIFA, juntamente com o secretário-geral Matthias Grafström, aprovou as atribuições do atual líder da organização.
Para resolver o conflito surgido, a liderança da FIFA enviou comunicados oficiais a todas as federações nacionais. Em sua declaração, Infantino reconheceu os erros, pediu desculpas publicamente pela tentativa de atrair capital privado para a realização dos torneios e prometeu não retomar essa estratégia no futuro. O fato de informações sobre negociações confidenciais terem chegado à mídia causou especial insatisfação entre os funcionários.
A indignação começou depois que se soube dos planos da liderança da FIFA de ceder 20% da participação nos campeonatos mundiais a um grupo de investidores liderado pelo empresário americano Joshua Kushner. Este projeto enfrentou forte oposição: a UEFA alertou sobre sua disposição de boicotar completamente a Copa do Mundo por parte das seleções europeias, e os principais clubes do continente rejeitaram categoricamente o apoio a esta iniciativa.
Como resultado, em 1º de agosto, a FIFA cancelou pontualmente todos os acordos de venda de direitos previamente alcançados. Infantino lidera a organização de futebol mundial continuamente desde 2016. Embora seu mandato atual termine em 2027, o деятель esportivo não exclui a possibilidade de concorrer ao próximo período.



