Sinola Jafta, a batedora da equipe Proteas Women, falou abertamente sobre sua luta contra o alcoolismo e expressou sua gratidão à Cricket South Africa (CSA) pelo apoio vital fornecido em saúde mental e reabilitação.
Jafta compartilhou sua experiência, observando que quando finalmente admitiu o problema, lhe responderam: «Nós vamos te apoiar». Ela enfatizou que foi a ajuda da CSA em encaminhá-la para um centro de reabilitação que ela sempre agradecerá.
Em 2022, Jafta tirou uma folga do jogo para tratamento de alcoolismo, apesar de faltarem apenas quatro meses para o Campeonato Mundial de Críquete. No entanto, ela percebeu que havia atingido um ponto crítico e que a intervenção imediata era a única saída. A CSA esteve lá para apoiá-la.
Jafta recorda-se: «Eles não eram obrigados a fazer isso, mas eles literalmente disseram: 'Nós vemos algo'. Eles me permitiram ficar longe do mundo por cerca de dois meses e me deram uma segunda chance», disse ela.
Ela também observou que no esporte, quando os jogadores enfrentam dificuldades mentais, seja dependência ou outra coisa, procurar ajuda é o primeiro passo para a recuperação. Jafta admitiu que por muito tempo teve medo de pedir apoio, guardando esse medo por um ano.
A recente situação de saúde mental das estrelas esportivas ganhou ampla cobertura após a trágica morte do jogador Bafana Bafana Jayden Adams, aos 25 anos, apenas algumas semanas após participar da Copa do Mundo de Futebol. Embora as circunstâncias oficiais da morte de Adams ainda estejam sob investigação, a polícia iniciou uma investigação formal sobre o assunto.
Para Jafta, o aspecto mais difícil da jornada foi reconhecer a realidade de sua situação. Ela relatou que inicialmente negou sua dependência. Anteriormente, ela disse que levou um ano para perceber que era alcoólatra. Na época, o médico e o técnico principal entraram em contato com ela e disseram: «Jaft, achamos que temos um problema aqui», mas ela ainda precisou de um ano para receber ajuda.



