O primeiro carro elétrico da Ferrari, denominado 'Luce', gerou debates significativos desde sua apresentação em maio de 2026. No entanto, essa controvérsia diminuiu agora, pois o veículo superou a meta de vendas estabelecida apenas dois meses após entrar no mercado.
O principal ponto de discórdia foi o design do Luce, que recebeu críticas negativas de investidores, representantes da mídia e entusiastas. Apesar da crítica, o burburinho em torno do Luce aumentou, o que, segundo alguns, contribuiu para o rápido alcance do recorde de vendas.
Fontes conhecidas do assunto relatam que a Ferrari esperava vender cerca de 500 unidades até o final deste ano, embora a empresa não tenha divulgado o número exato de sua meta. O recorde de vendas foi atingido antes do planejado, apenas dois meses após o lançamento em julho, e relatórios indicam que o maior mercado para o Luce foi a China.
Antes do lançamento, a empresa enfrentou não apenas contradições sobre o design não tradicional do carro elétrico, que muitos comparavam com carros de mercado de massa muito mais baratos. Isso levou até mesmo o ex-presidente do conselho de administração da Ferrari, Luca Cordero di Montezemolo, a pedir a remoção do emblema do cavalo do veículo, sugerindo que ele não o merecia.
Além disso, a participação de mercado da Ferrari diminuiu em 8%, demonstrando que as controvérsias tiveram um impacto perceptível nos resultados financeiros da empresa. Agora, ao alcançar o primeiro recorde de vendas, a Ferrari estabeleceu uma meta de longo prazo: vender 2500 unidades até 2030, o que representa uma média de 625 unidades por ano.



