A equipe de projeto responsável pela nova loja Panō, localizada na Rua Garcia D'Ávila, no bairro de Ipanema, enfrentou o desafio de adaptar o programa funcional da antiga Casa Panō, que era distribuído em um único nível, para três pavimentos.
A equipe de projeto responsável pela nova loja Panō, localizada na Rua Garcia D'Ávila, no bairro de Ipanema, enfrentou o desafio de adaptar o programa funcional da antiga Casa Panō, que era distribuído em um único nível, para três pavimentos.
Neste novo arranjo, a circulação vertical foi concebida como um componente estruturante do projeto. Essa circulação foi planejada para criar uma jornada onde cada andar apresenta uma alteração intencional na atmosfera, visando estabelecer um diálogo com a identidade e a memória da própria marca Panō.
Fãs do laureado do Grammy no gênero R&B, Maxwell, enfrentarão a decepção devido ao cancelamento dos aguardados shows na África do Sul, o que ocorreu por circunstâncias fora do controle do artista. Os organizadores informaram a necessidade de reembolso.
Os fãs que esperavam ver a apresentação do cantor e compositor Maxwell na África do Sul na próxima semana terão que esperar. Os organizadores anunciaram o cancelamento de suas muito aguardadas apresentações.
O promotor do evento, Vertex Events, confirmou na segunda-feira que os shows de Maxwell, agendados para 8 de agosto na SunBet Arena em Pretoria e para 11 de agosto na Grand Arena, GrandWest em Cidade do Cabo, foram cancelados devido a circunstâncias imprevistas fora do controle do artista.
De acordo com informações da Vertex Events, a gerência de Maxwell notificou a empresa de que o cantor não poderá mais viajar para a África do Sul para participar dos concertos, apesar das tentativas de ambas as partes de encontrar soluções alternativas.
O promotor declarou em seu comunicado: "Foram estudadas várias opções entre a equipe de Maxwell e a Vertex Events. Infelizmente, a única opção restante é cancelar o show", acrescentando que a situação saiu do controle tanto dos organizadores quanto do artista.
Em uma mensagem para seus fãs sul-africanos, Maxwell expressou pesar pelo cancelamento. Ele escreveu: "Devido a circunstâncias imprevistas fora do meu controle, infelizmente não poderei mais me apresentar na África do Sul como planejado. Esta decisão não foi fácil. Peço sinceras desculpas a todos que esperavam por esses shows. Agradeço a sua compreensão e apoio contínuo. Espero estar com vocês novamente em breve".
A Vertex Events informou que foram feitos esforços significativos para remanejar os concertos para 2026, mas datas adequadas não puderam ser encontradas devido a restrições inevitáveis na agenda.
O promotor também enfatizou que nenhuma das partes violou seus compromissos contratuais e descreveu o relacionamento entre a equipe de Maxwell e a Vertex Events como profissional durante todo o processo.
Apesar da decepção com a situação, a Vertex Events afirmou que Maxwell mantém a intenção de retornar à África do Sul e já está trabalhando com o promotor para definir novas datas em 2027.
A empresa acrescentou que a preparação para os concertos foi concluída: os locais foram reservados e a logística de produção foi finalizada antes do esperado, sendo esperados espetáculos totalmente esgotados.
Os detentores de ingressos receberão um reembolso total; espera-se que a Webtickets entre em contato com os clientes diretamente sobre o procedimento de reembolso.
Embora os fãs tenham que esperar mais do que o previsto, os organizadores permanecem otimistas quanto ao retorno de Maxwell no próximo ano para apresentar as performances de primeira linha que os espectadores sul-africanos tanto aguardavam.
A facilidade de transportar milhares de livros sem adicionar peso à bolsa ou mochila torna o Kindle um aparelho essencial para leitores. Com a introdução de uma versão equipada com tela colorida, surge a dúvida sobre a vantagem de substituir um modelo tradicional pelo novo.
O Olhar Digital elaborou uma análise detalhada do Kindle Colorsoft para informar o consumidor sobre o que esperar do dispositivo, apontando seus aspectos positivos, limitações e público-alvo ideal.
O Kindle Colorsoft representa o primeiro leitor digital da Amazon a incorporar uma tela colorida. Ele preserva a promessa de proporcionar uma experiência de leitura agradável, semelhante à do papel, mas acrescenta a funcionalidade de exibir capas, mapas, gráficos e ilustrações em tons suaves, além de possibilitar anotações coloridas no texto.
Seguindo o padrão estético da linha Kindle, o Colorsoft é um aparelho leve e compacto, facilitando a manipulação prolongada. Possui uma tela de 7 polegadas e pode ser transportado com facilidade. Seu corpo é feito de plástico e possui um acabamento liso na parte traseira, o que pode aumentar o risco de escorregar, tornando o uso de uma capa protetora quase obrigatório.
Como é característico dos Kindles modernos, ele dispensa botões físicos para virar páginas; toda a navegação é realizada através do toque na tela, exigindo que o usuário mantenha uma mão livre para interagir. Adicionalmente, ele conta com proteção contra água, permitindo a leitura segura em ambientes como banheiras ou perto de piscinas.
O principal diferencial do Kindle Colorsoft em comparação com outros leitores digitais da mesma linha é sua tela colorida. Contudo, é importante notar que o display não se assemelha aos de smartphones; as cores são sutis e discretas, remetendo a uma revista um pouco mais antiga.
A experiência de leitura permanece confortável, tal como nos modelos anteriores, e as cores auxiliam na identificação das capas na biblioteca, além de melhorar a compreensão de gráficos e mapas contidos nas obras. Devido ao uso de tecnologia de tinta eletrônica, ao folhear uma página altamente ilustrada, a tela exibe um breve 'piscar' para atualizar a imagem, o que é um comportamento normal de funcionamento, mas perceptível durante a leitura.
O sistema de iluminação do Kindle Colorsoft é inteligente, pois ajusta o tom do branco conforme a luminosidade do ambiente, aquecendo-se à noite para evitar fadiga visual. Para quem consome audiolivros, o modelo integra Bluetooth, permitindo conexão simples com fones sem fio. No entanto, ele não possui entrada P2 para fones, limitando a compatibilidade apenas a dispositivos Bluetooth.
Quanto ao armazenamento interno, a Amazon disponibiliza duas configurações: a versão padrão com 16 GB, o que é suficiente para guardar uma vasta coleção de livros e quadrinhos. Para quem necessita de mais espaço, existe o Kindle Colorsoft Signature Edition, que oferece 32 GB.
A inclusão de cores na tela não altera uma das características centrais do Kindle: sua longa duração de bateria. A carga pode durar semanas, o que é vantajoso por reduzir a dependência de tomadas. Todavia, o modo de utilização influencia a autonomia; manter o brilho no máximo e focar em livros com muitas imagens coloridas fará com que a bateria se esgote mais rapidamente do que em um modelo convencional.
A recarga é efetuada por meio de um cabo USB-C padrão, garantindo compatibilidade com cabos comuns de smartphones, e o aparelho já acompanha um carregador na caixa. O Kindle Colorsoft Signature Edition também suporta recarga sem fio, caso o usuário possua um dispositivo compatível em casa.
Um aspecto notável do Kindle Colorsoft é a possibilidade de visualizar capas coloridas na biblioteca, juntamente com ilustrações e mapas coloridos. Combinado com a resistência à água e o bom espaço de armazenamento, ele se estabelece como uma ótima opção para quem procura um leitor digital que ofereça funcionalidades além do básico.
Entretanto, existem desvantagens. A ausência de botões físicos para avançar as páginas pode ser incômoda para quem prefere um controle tátil. Além disso, seu custo é significativamente superior ao dos modelos sem cor, o que torna a decisão de compra menos óbvia em comparação com outros aparelhos da linha.
Este modelo é ideal para leitores assíduos de quadrinhos, materiais técnicos repletos de gráficos ou manuais ilustrados. Se o foco principal for apenas a leitura de texto simples, o investimento adicional na tela colorida pode não compensar. É uma escolha destinada a usuários que desejam um leitor robusto, com grande capacidade de memória e recursos de ajuste automático de luz, e que não se importam em pagar um preço mais elevado por essas características. Se a cor da capa do livro for um fator importante, este recurso será imediatamente perceptível.
O escritório de arquitetura Aulets Arquitectes convida para a exibição do curta-metragem 'Amarar', que ocorrerá na quinta-feira, 17 de setembro, às 19h00 no Espacio Arquia de Madri (c/ Tutor, 16). O termo 'Amarar' refere-se à técnica tradicional de Maiorca de tratamento da madeira através de sua imersão em água para aumentar a durabilidade do material.
Este nome também designa um projeto de design sustentável que transforma pinheiros locais em peças de mobiliário moderno e altamente artísticas. O projeto explora o uso da madeira na construção civil em colaboração com a Universitat de les Illes Balears. Os idealizadores do projeto são Francisco Sifuentes e Sebastià Martorell, cofundadores do escritório Aulets Arquitectes, localizado em Palma de Maiorca.
Sifuentes observa: 'Nas ilhas temos uma grande massa florestal, mas 95% das florestas estão abandonadas. Simultaneamente, importamos 70 mil toneladas de madeira para construção. Nós, arquitetos, devemos construir utilizando materiais que possam restaurar os ecossistemas locais. É necessária uma mudança de paradigma.'
O curta-metragem, dirigido por Marc Ierro, demonstra algumas soluções propostas pela Aulets Arquitectes e outros participantes do projeto, visando estimular o uso responsável da floresta e o uso da madeira como material durável e reciclável com rastreabilidade total. Após a exibição, Francisco Sifuentes, Sebastià Martorell e Albert Cucchi participarão de um debate.
Cucchi, autor do artigo 'Construir el territorio', recentemente publicado na edição monográfica da revista El Croquis sobre o trabalho da Aulets Arquitectes, afirma: 'O que a Aulets procura é a restauração do território como um verdadeiro campo de atuação da arquitetura, mantendo relações adequadas com os recursos, garantindo a renovabilidade dos processos de extração e tecendo a construção com a outra atividade social para criar uma sociedade ecológica.'
Anualmente, em 17 de janeiro, celebra-se a Festa del Pi de Sant Antoni em Pollença (Maiorca), durante a qual os habitantes celebram suas tradições, cortando, transportando e subindo no pinheiro — um ato que simboliza a ligação da comunidade com a floresta. Atualmente, quase toda a massa florestal das Ilhas Baleares está abandonada e sujeita a riscos de incêndios e desastres naturais. Em agosto de 2020, uma forte tempestade destruiu mais de 700 hectares de floresta em Serra de Tramuntana. Surge a questão: o que fazer com toda essa madeira? O curta-metragem explica a proposta do projeto Amarar, promovido pelo escritório Aulets Arquitectes de Palma de Maiorca: transformar novamente o Pinus halepensis (pinheiro maiorquino) em recurso para a economia local, restaurando ecossistemas e ativando toda a cadeia de valor — desde o uso florestal até o artesanato, indústria, design, arquitetura e construção.