Gitanjali D. Angmo, esposa do ativista Sonam Wangchuk, criticou na segunda-feira tanto o Bharatiya Janata Party (BJP) quanto o Congresso. Ela afirmou que os oponentes políticos usam estratégias idênticas para rotular aqueles que discordam de suas posições.
Acusações de uso dos mesmos métodos
Angmo compartilhou sua opinião em uma postagem na rede social X. Ela observou que quando Wangchuk estava preso, a ala do BJP usava rótulos como 'antinacionalistas', 'agentes chineses' e 'financiadores estrangeiros'. Hoje, como eles chamaram o protesto do Congresso na residência do primeiro-ministro de insincero, os trolls do Congresso passaram a ser chamados de 'sangi', 'apoiadores do RSS' e 'capangas do BJP'.
Ela enfatizou: 'Bandeiras diferentes. O mesmo roteiro. A podridão infectou toda a nossa cultura política.'
Exigências para o sistema político indiano
Na opinião de Angmo, a Índia precisa de mudanças que vão além da simples troca de governo. É necessária uma transformação da própria estrutura política, onde os desacordos são resolvidos através do diálogo, e não da demonização; onde o patriotismo é definido pela honestidade, e não pela afiliação partidária; e onde a verdade é valorizada acima da lealdade tribal.
Críticas anteriores aos protestos
Anteriormente, Angmo havia criticado um protesto relâmpago organizado pelo líder do Congresso, Rahul Gandhi, perto da casa do primeiro-ministro Modi em 21 de julho. Ela classificou esse protesto como 'insincero'. Em uma entrevista, Angmo declarou que o protesto na casa do primeiro-ministro não possuía sinceridade e que seria mais convincente se ocorresse no Jantar Mantar. Ela concluiu que o público não pode mais ser enganado, e isso é um sinal da Índia despertando.