A equipe de projeto descreveu o desenvolvimento de uma cabana de veraneio situada em um terreno de forte declividade, abrangendo uma área total de 3.600 m².
A equipe de projeto descreveu o desenvolvimento de uma cabana de veraneio situada em um terreno de forte declividade, abrangendo uma área total de 3.600 m².
Este local está inserido na floresta de Tapalpa e oferece uma vista excepcional para o vale de Tapalpa. O projeto arquitetônico foi concebido de modo a ocupar somente 10% da superfície disponível no lote.
Neste empreendimento, a arquitetura utiliza a própria topografia do terreno como seu principal recurso e ferramenta de concepção do projeto.
A Casa JA foi concebida pela equipe de projeto e reflete as características singulares do seu localizador no sul de Amã. Este imóvel desfruta de uma vista privilegiada para um dos mais extensos parques públicos da cidade, além de oferecer panoramas contínuos.
A inclinação acentuada do terreno, juntamente com os carvalhos que foram mantidos ao redor do lote, serviu de inspiração para o conceito arquitetônico. Este conceito foca na criação de uma plataforma verde disposta em terraços, integrando a paisagem diretamente no interior da edificação.
Além de incorporar a natureza visualmente, o design também posiciona de maneira orgânica os espaços primários de convívio dentro do próprio terreno, respeitando a topografia e a vegetação existente.
O projeto apresentado pelo Centro de Estudantes Santa Marta em colaboração com a Equipe Mazzanti visa criar um espaço arquitetônico que se integra profundamente ao local, apropriando-se do ambiente e dissolvendo-se entre as árvores, reconhecendo a vegetação já existente.
A cobertura do espaço foi desenhada para se fundir com o paisagismo, resultando em um ambiente que remete a um bosque. Neste conceito, a arquitetura não apenas acompanha, mas também potencializa as características naturais do terreno.
Este espaço foi concebido como um local de encontro e interação, onde atividades como o descanso, o diálogo e o brincar são apresentadas como métodos complementares de aprendizado. Os estudantes têm a oportunidade de explorar o ambiente externo de diversas formas, seja relaxando, balançando, escalando, deitando ou pulando, tudo isso imersos na natureza.
Para apoiar a dinâmica do local, foram incorporados dispositivos de som e interação, que servem tanto para receber eventos quanto para criar um som ambiente e atuar como um canal de comunicação entre os estudantes, reforçando o caráter participativo do projeto.
A proposta inclui uma estrutura maleável, projetada para se adaptar à arborização presente e operar como uma rede capaz de crescer e se ajustar às condições específicas do local. A sombra, considerada um ponto de reunião essencial na cidade, deu origem a um espaço que é simultaneamente arejado, sombreado e agradável.
O Centro Estudantil organiza diversas zonas destinadas aos estudos, reuniões, momentos de relaxamento, refeições e lazer. Além disso, ele incorpora um módulo que contém banheiros e uma cafeteria, estabelecendo-se como o principal ponto de convergência para toda a comunidade discente.