Embora oficialmente a sigla "NT" em Windows NT signifique "New Technology" (Nova Tecnologia), relatos internos revelam que a origem do nome está ligada a um processador específico da Intel.
Embora oficialmente a sigla "NT" em Windows NT signifique "New Technology" (Nova Tecnologia), relatos internos revelam que a origem do nome está ligada a um processador específico da Intel.
O Windows NT 3.1, lançado em julho de 1993, representa um marco significativo na história da Microsoft, pois foi a primeira versão do Windows construída inteiramente sobre uma arquitetura de 32 bits e possuía compatibilidade com diversas arquiteturas.
Naquela década, enquanto muitos se lembram do Windows 95 ou Windows 98, o Windows NT também moldou a trajetória da empresa. Inicialmente, a Microsoft destinava o Windows 3.1 para computadores pessoais, enquanto o Windows NT era voltado para aplicações profissionais e servidores.
A curiosidade sobre a nomenclatura ganhou corpo quando Dave Farquhar, jornalista focado em "retro computing", compartilhou detalhes sobre o sistema em seu blog. Ele relembrou as raízes do Windows NT, expondo a explicação não oficial de seu nome.
Em 2003, os desenvolvedores Mark Lucovsky e David Thompson, que trabalharam no sistema operacional, esclareceram que "NT" faz referência ao chip Intel i860. Quando o projeto do Windows NT começou em 1988, a Microsoft visava o processador Intel i860, embora este estivesse com atraso.
Devido a essa demora, a companhia optou por realizar testes do sistema em um simulador do chip. Na época, a Intel utilizava o termo "N-Ten" como codinome para o i860, levando os desenvolvedores da Microsoft a adotarem a sigla "NT" como abreviação de "N-Ten". Mark Lucovsky, ex-engenheiro da Microsoft, afirmou que o objetivo inicial era desenvolver o NT para o Intel i860, um processador RISC que estava significativamente atrasado.
O termo "New Technology" foi posteriormente adicionado à sigla NT com fins de marketing. No entanto, essa história foi confirmada em 2003 por Raymond Chen, um engenheiro experiente da Microsoft conhecido por suas revelações internas.
Vale notar que o Intel i860 não alcançou sucesso comercial. Lançado em 1989 com foco em aplicações de alta performance, os compiladores da época tinham dificuldade em explorar todo o seu potencial, o que levou ao descontinuação do chip nos anos subsequentes. A própria Microsoft chegou a abandonar o suporte ao i860 antes mesmo do lançamento do Windows NT 3.1.
O Google implementou o modelo de geração de imagens chamado Nano Banana 2 dentro do Google Earth. Com essa atualização, os usuários passam a ter a capacidade de produzir imagens customizadas utilizando dados de mapas e estruturas tridimensionais existentes.
Esta nova funcionalidade está acessível globalmente, embora os limites de uso variem dependendo do plano contratado. O plano Pro Avançado, que oferece acesso ilimitado à geração de imagens por IA no serviço, possui um custo atual de US$ 150 (aproximadamente R$ 760).
A inclusão desta ferramenta reforça o investimento da empresa na versão web do Earth. Em contrapartida, o Google comunicou no início do mês que o aplicativo para desktop será descontinuado no próximo ano.
O objetivo declarado pelo Google é utilizar o mapa como base para diversas criações visuais, tais como a elaboração de simulações urbanísticas, a realização de reconstruções históricas e a produção de infográficos sobre pontos turísticos.
As imagens geradas são projetadas para manter características essenciais dos dados originais, incluindo a escala do terreno, a perspectiva do mapa, a localização precisa de vias, edifícios e monumentos, o relevo e a composição geral da paisagem, além das informações visuais provenientes de imagens de satélite e aéreas.
Essa ferramenta funcionará como um complemento ao Google Earth, que é frequentemente simplificado a uma visualização 3D do Google Maps, e se integrará às demais opções do Google Earth Engine (GEE), plataforma que possibilita a organização e criação de projetos com imagens de satélite.
Adicionalmente, o recurso opera em conjunto com o Gemini. Quando um usuário solicita, por exemplo, um infográfico sobre um determinado local, o modelo de linguagem Gemini realiza a pesquisa de fatos históricos pertinentes ao ponto selecionado. Posteriormente, o Nano Banana 2 assume a tarefa de converter essas informações coletadas em uma composição visual.
Um exemplo fornecido pelo Google é a criação de um infográfico referente à Estátua da Liberdade, onde o Gemini auxilia na coleta de dados relevantes e o modelo de imagem executa a transformação visual.
Para utilizar a nova funcionalidade, basta acessar o Google Earth através do navegador. O procedimento é direto: o usuário deve navegar até o local de interesse, ajustar o nível de zoom e o enquadramento da paisagem. Em seguida, ele clica na opção «Criar imagem» na barra de ferramentas superior e insere um comando detalhando o que deseja visualizar, aguardando então a geração da imagem pela inteligência artificial.
A ferramenta é versátil e pode ser aplicada em múltiplas escalas, abrangendo desde um lote específico até regiões históricas, bairros, cidades ou monumentos.
O rover Curiosity, pertencente à NASA, descobriu na superfície de Marte uma vasta área com estruturas geométricas que se assemelham a colmeias. Esta descoberta surpreendeu os pesquisadores por ter sido encontrado em um único local um volume de polígonos sem precedentes para o aparelho.
Esta descoberta ocorreu na região do Vale Grande, onde o Curiosity registrou uma paisagem repleta de pequenos padrões geométricos. Estas estruturas têm entre cinco e dez centímetros de tamanho e estão distribuídas pelo solo, incluindo os arredores de uma colina isolada chamada Miraflores. Embora o rover tenha encontrado formações semelhantes anteriormente, a equipe da missão enfatiza que nunca havia registrado uma área tão extensa com características parecidas.
A captura foi realizada durante a subida pelas escadas da montanha Sharp, que tem cerca de cinco quilômetros de altura e está sendo explorada pelo aparelho desde 2014. Atualmente, a origem desses polígonos permanece sob estudo. Os pesquisadores estão analisando se eles surgiram como resultado de processos relacionados à presença passada de água, mudanças nos minerais do solo ou influência do ambiente marciano. Entre as hipóteses consideradas estão rachaduras causadas pela secagem de depósitos antigos; ciclos de aquecimento e resfriamento da superfície; compactação dos materiais após o enterro; e contração do solo devido à perda de umidade ou alterações minerais.
A mesma área atraiu atenção devido à presença de pequenas pedras escuras espalhadas pela paisagem. Agora, os cientistas estão tentando descobrir se são resultado de impactos, fragmentos deslocados das camadas superiores de Marte ou meteoritos. Análises anteriores detectaram níquel nesses materiais, que é frequentemente encontrado em meteoritos, mas a determinação final da origem dessas pedras ainda não foi feita.
Após quase catorze anos de trabalho no Planeta Vermelho, o Curiosity demonstra sinais naturais de desgaste. Fotos tiradas pelo próprio aparelho mostram danos significativos em uma das rodas traseiras. Para minimizar os danos, a NASA começou a selecionar rotas com relevo menos agressivo e atualizou os sistemas de controle que regulam o movimento das rodas durante os deslocamentos. Em caso de piora da situação, a equipe considera uma medida extrema — usar o próprio relevo marciano para remover a parte danificada da roda. Testes mostraram que o rover pode continuar operando mesmo após este procedimento.
Enquanto isso, o Curiosity continua sua jornada, transformando cada nova paisagem em uma oportunidade para um entendimento mais profundo da história de Marte. Como observou o cientista da missão no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, «Vimos muitas paisagens fascinantes pelos olhos do Curiosity, mas este mar de polígonos nos deixou sem fôlego».
A primeira Feira Comercial Internacional de Inovação ITS Baku 2026 ocorrerá no Centro de Exposições de Baku de 26 a 28 de novembro de 2026. Os organizadores preveem a participação de mais de 350 empresas de cerca de 20 países.
A exposição reunirá representantes de setores de alta tecnologia para demonstrar avanços em áreas como inteligência artificial, robótica, biotecnologia, tecnologias verdes e manufatura aditiva. O principal objetivo da ITS Baku 2026 é criar uma plataforma para apresentar soluções tecnológicas de ponta, estimular a colaboração intersetorial e formar parcerias em todas as fases do ciclo de inovação — desde startups e pesquisa científica até implementação industrial e entrada em mercados internacionais.
O programa de eventos incluirá painéis de discussão com a participação de especialistas internacionais, apresentações de projetos inovadores, sessões de pitch para startups e reuniões de negócios entre empresas. Estão previstos espaços de demonstração onde as empresas poderão apresentar seus desenvolvimentos a potenciais parceiros e investidores.
Cada dia da feira será dedicado a um tema específico. Em 26 de novembro, o programa se concentrará no tema 'Sinergia entre Negócios e Indústria'. Em 27 de novembro, o foco será na saúde digital e biotecnologias, e em 28 de novembro serão abordadas questões de educação, desenvolvimento sustentável e investimentos.
Os organizadores esperam que a ITS Baku 2026 se torne uma plataforma internacional para empresas, startups e investidores da Ásia, Oriente Médio e Europa. O evento visa promover o estabelecimento de parcerias tecnológicas de longo prazo e expandir a interação internacional. A feira é vista como um passo importante no desenvolvimento do ecossistema de inovação do Azerbaijão, ajudando a atrair investimento estrangeiro direto para o setor de TI do país, expandir o acesso das empresas locais a tecnologias avançadas e conexões internacionais, e fortalecer a posição do Azerbaijão como um dos centros tecnológicos da região.