Os residentes de KwaZulu-Natal estão se preparando para o clima severo depois que o Serviço Meteorológico Sul-Africano (South African Weather Service) elevou o alerta de precipitações destrutivas prolongadas para Nível 6.
Os residentes de KwaZulu-Natal estão se preparando para o clima severo depois que o Serviço Meteorológico Sul-Africano (South African Weather Service) elevou o alerta de precipitações destrutivas prolongadas para Nível 6.
O alerta está em vigor na terça e quarta-feira e indica um risco aumentado de condições climáticas perigosas em vários municípios. Ele abrange o Cinturão Costeiro e as áreas interiores adjacentes, incluindo localidades como eThekwini Metro, KwaDukuza, uMhlathuze, Ray Nkonyeni, Umdoni, Mandeni, Mtubatuba, Big Five Hlabisa, uMlalazi e Umzumbe.
As autoridades alertam que as chuvas intensas podem causar inundações em assentamentos oficiais e não oficiais, bem como em estradas, pontes e riachos transbordantes. Existe uma ameaça de condições perigosas para a vida das pessoas, especialmente perto de rios de fluxo rápido e águas profundas. Além disso, espera-se sérias interrupções no tráfego devido às inundações nas estradas, bem como falhas nos serviços municipais vitais, como abastecimento de água, eletricidade e comunicação. Danos estruturais também são possíveis, especialmente em casas construídas de lama.
Reverendo Thulasize Buthelezi pediu aos motoristas e pedestres que evitem atravessar estradas inundadas, pontes baixas e riachos rápidos, especialmente onde a água esteja acima dos tornozelos. Aos moradores de áreas propensas a inundações ou em situação vulnerável, aconselha-se a tomar medidas preventivas: mover objetos de valor para acima do nível previsto da inundação e, se possível, mover o gado para terrenos mais altos. As equipes de gestão de desastres provinciais continuarão a monitorar as condições meteorológicas enquanto o alerta de Nível 6 estiver em vigor.
O Ministro da Administração Interna de Espanha, Fernando Grande-Marlaska, afirmou que é possível estar mais tranquilo no dia, especialmente considerando as condições meteorológicas previstas para as próximas horas. Ele relatou que a noite foi 'positiva' no terreno, inclusive em uma das frentes de fogo na serra oeste da província de Madrid, que é a mais complexa no momento, onde foram observados 'resultados razoavelmente positivos' recentemente.
Questionado sobre se os incêndios já entrariam numa nova fase, como controlada ou estabilizada, o ministro ressaltou que o trabalho realizado nos últimos dias e na noite anterior foi satisfatório. Grande-Marlaska enfatizou a necessidade de consolidar o avanço obtido naquela noite no ataque ao fogo, prometendo continuar progredindo para as etapas seguintes. Ele mencionou que o combate às chamas em Madrid e Ávila já se estende por 'seis dias muito complicados'.
A Delegação do Governo de Espanha na região autónoma de Madrid comunicou, através das redes sociais, que os esforços da noite e madrugada conseguiram limitar a expansão nas frentes ativas e diminuir o risco. Contudo, a delegação esclareceu que o incêndio permanece ativo e sem controle, direcionando os trabalhos diários para a vigilância e o reabastecimento das áreas afetadas devido ao agravamento previsto nas condições climáticas.
No caso da província de Ávila, o incêndio, que é o maior registrado na história de Espanha desde que há registos, com mais de 50.000 hectares queimados, apresenta uma situação 'bastante mais favorável', conforme o último boletim das autoridades regionais e de Castela e Leão. Em Toledo, na região de Castela La Mancha, a evolução positiva dos focos permitirá o retorno das pessoas às suas casas em nove das onze localidades que haviam sido evacuadas durante o fim de semana, informou o Ministério da Administração Interna.
Espanha decretou estado de emergência nacional nas províncias de Madrid, Ávila e Toledo devido aos incêndios florestais. Estes incidentes resultaram no confinamento ou evacuação de mais de 90.000 pessoas desde quinta-feira, consumindo mais de 77.000 hectares. O Governo espanhol havia emitido um alerta na segunda-feira sobre a chegada de 'horas difíceis' no combate, apesar da melhoria observada no fim de semana, devido a uma onda de calor esperada nos próximos dias, tornando crucial o controle dos focos antes de quarta-feira. Além disso, o governo apontou que a área total queimada em todo o país desde o começo do ano soma 170.000 hectares, o que representa seis vezes mais do que no mesmo período de 2025.