A Marvel Studios anunciou durante um painel no San Diego Comic-Con a escolha da famosa estrela de Hollywood Ryan Gosling para incorporar o personagem do Cavaleiro Esquelético em um novo filme planejado para ser lançado em 2028.
A Marvel Studios anunciou durante um painel no San Diego Comic-Con a escolha da famosa estrela de Hollywood Ryan Gosling para incorporar o personagem do Cavaleiro Esquelético em um novo filme planejado para ser lançado em 2028.
O diretor Shawn Levy supervisionará as filmagens. Ele colaborou anteriormente com a Marvel no filme 'Deadpool & Wolverine' (2024) e trabalhou com Gosling no projeto 'Star Wars: Starfighter', cuja estreia está prevista para 2027.
Durante a discussão no San Diego Comic-Con, Gosling subiu ao palco para confirmar a notícia, declarando: 'Como vocês sabem, eu sempre quis interpretar este personagem.'
O diretor Levy acrescentou que todos concordam que Gosling é uma excelente escolha e prometeu aos espectadores: 'Nos vemos em 2028.'
O Cavaleiro Esquelético foi a última adição ao Universo Cinematográfico Marvel. A trama gira em torno de Johnny Blaze, um motociclista que faz um pacto com o Diabo para vender sua alma em troca da cura de seu pai adotivo. Quando o Diabo o trai, a alma de Johnny se liga a uma entidade sobrenatural chamada Zarathos, que personifica o espírito de vingança, transformando-o no Cavaleiro Esquelético.
Anteriormente, o papel do Cavaleiro Esquelético foi interpretado por Nicolas Cage, conhecido por sua profunda dedicação aos quadrinhos e seus heróis, nos filmes 'Ghost Rider' (2007) e 'Ghost Rider: Spirit of Vengeance' (2011).
Ao longo dos últimos vinte anos, equipes de Fujairah trabalharam em um projeto que começou com uma diretriz do governante do emirado e culminou em um evento histórico para os Emirados Árabes Unidos: a inclusão do Parque Nacional Wadi Oraiya na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO.
Asila Abdullah Al Mualla, diretora geral da Autoridade Ambiental de Fujairah, observou que esta conquista não foi apenas uma vitória diplomática, mas também a concretização de um esforço de longa data pela conservação da natureza, ciência e pela crença de que o patrimônio natural dos EAU merece reconhecimento no cenário mundial.
Ela declarou ao Khaleej Times: «Este é um momento de orgulho e histórico para o emirado de Fujairah e para os Emirados Árabes Unidos. A inclusão do Parque Nacional Wadi Oraiya na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO é o ponto culminante de quase duas décadas de trabalho dedicado à conservação da natureza, pesquisas científicas e gestão ambiental responsável».
Al Mualla enfatizou que a preparação do pedido para o status de Patrimônio Mundial não foi uma tarefa simples. Exigiu provas científicas extensas, um plano de gestão detalhado, avaliação internacional e interação contínua com especialistas da UNESCO e IUCN.
Segundo ela, um dos maiores desafios foi demonstrar o «Valor Universal Excepcional» do local de acordo com os rigorosos padrões da Convenção do Patrimônio Mundial. Isso exigiu anos de pesquisa, documentação minuciosa e esforços conjuntos de especialistas interdisciplinares tanto dos EAU quanto do exterior, o que exigiu paciência, resiliência e um compromisso inabalável com a excelência.
Quando questionada sobre por que Wadi Oraiya merece atenção internacional, Asila explicou que o parque protege um dos ecossistemas mais importantes das regiões montanhosas de água doce da Península Arábica, sustentando uma biodiversidade excepcional em uma área relativamente pequena. Ele preserva espécies raras e endêmicas, sustenta processos ecológicos vitais e garante reservas essenciais de água doce em um ambiente árido.
No entanto, em sua opinião, a característica especial de Wadi Oraiya é a abordagem de sua gestão. «A conservação da natureza baseou-se em pesquisas científicas, monitoramento ecológico de longo prazo, forte proteção legal e parceria com organizações nacionais e internacionais», informou ela. Este método abrangente demonstra como a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento sustentável podem se reforçar mutuamente.
Ela salientou que esta inclusão marca o início de um novo capítulo. A prioridade continua sendo garantir a proteção do valor universal excepcional de Wadi Oraiya para as gerações futuras. Planeja-se o fortalecimento contínuo das investigações científicas, da observação ecológica, da restauração do habitat, da gestão sustentável das visitas e da educação em conservação da natureza.
No futuro, também estão planejadas a expansão da cooperação científica internacional, a realização de pesquisas de alta qualidade e o aumento da conscientização pública sobre o patrimônio natural dos EAU. Por fim, ela ressaltou que este momento marcante é uma responsabilidade: «A inclusão na Lista do Patrimônio Mundial não é apenas um reconhecimento do que foi alcançado, mas um compromisso do que devemos continuar a proteger».
Os teatros Amazonas e Theatro da Paz foram oficialmente inscritos como um único bem cultural, denominado “Teatros da Amazônia”, e assim se tornam o primeiro Patrimônio Mundial Cultural da Região Norte do Brasil.
O Brasil expandiu sua lista de bens culturais reconhecidos pela Unesco com este novo título. O Teatro Amazonas, localizado em Manaus, e o Theatro da Paz, situado em Belém, receberam o status de Patrimônio Mundial Cultural na segunda-feira, dia 27. Este anúncio ocorreu em Busan, na Coreia do Sul, durante a reunião do Comitê do Patrimônio Mundial na assembleia anual da entidade.
Embora estejam em cidades distintas, a Unesco os reconheceu conjuntamente como um único patrimônio devido à sua conexão histórica com o ciclo da borracha na Amazônia no final do século XIX. Este reconhecimento encerra um processo iniciado pelo Comitê do Patrimônio Mundial, que envolveu avaliações técnicas de órgãos independentes e análise dos 21 membros do comitê, responsáveis por aprovar, alterar ou rejeitar a inscrição.
A dupla de teatros grandiosos simboliza o auge econômico da região amazônica durante o século XIX, impulsionado pela extração de borracha, que fomentou o crescimento das metrópoles Manaus e Belém. Os edifícios foram erguidos como manifestação do prestígio da elite local.
O Theatro da Paz, inaugurado em 1878, e o Teatro Amazonas, inaugurado em 1896, figuraram entre as primeiras grandes casas de ópera das Américas, atraindo companhias europeias para ambas as cidades. Foi essa trajetória compartilhada que motivou a Unesco a agrupá-los sob um título unificado, ressaltando que ambos representam um projeto de modernização regional, mesclando influências arquitetônicas europeias com elementos e referências da floresta.
Considerado um cartão-postal de Belém, o Theatro da Paz é visto como a pioneira casa de espetáculos da Amazônia e ainda hoje domina a paisagem da Praça da República, um ponto tradicional da cidade. Sua elegância é notável desde a entrada, com lustres de cristal, piso em mosaico de madeiras nobres, bustos de mármore de Carrara de José de Alencar e Gonçalves Dias, e detalhes dourados, criando um ambiente típico da Belle Époque.
Na sala de espetáculos, o teto chama a atenção com um afresco que ilustra Apolo e Afrodite conduzindo as musas das artes à Amazônia. O espaço comporta 880 pessoas sentadas em cadeiras de época de madeira. Visitas guiadas estão disponíveis de terça a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 17h, e aos sábados e domingos, das 9h às 12h. O tour tem duração aproximada de 45 minutos e os grupos partem continuamente. O custo do tour é de R$ 10, com ingressos vendidos na bilheteria local, sendo necessário agendamento prévio por e-mail para grupos fechados com mais de seis pessoas.
Localizado no Largo de São Sebastião, o Teatro Amazonas foi projetado para demonstrar o poderio econômico de Manaus no século XIX. Sua estrutura inclui elementos como escócia, mármore de Carrara nas colunas e escadas, e lustres importados da Itália.
A sala principal acomoda 684 espectadores e destaca-se pelo teto côncavo adornado com quatro telas vindas da França, representando música, dança, tragédia e ópera, além de homenagear o compositor brasileiro Carlos Gomes. As colunas exibem máscaras que reverenciam figuras como Mozart, Verdi, Rossini, Molière e Aristófanes. Adicionalmente, o Salão Nobre exibe a pintura “A glorificação das Bellas Artes da Amazônia”, obra de Domenico de Angelis, datada de 1899.
Os passeios guiados ocorrem de terça a sábado, das 9h às 17h, e aos domingos e feriados, das 9h às 13h, com saídas programadas a cada meia hora. A entrada custa R$ 20, vendida na bilheteria, mas moradores de Manaus têm acesso gratuito mediante comprovação de residência. A agenda de espetáculos é publicada mensalmente no site Cultura do AM, administrado pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Amazonas.