O ex-zagueiro da seleção espanhola e do clube Barcelona, Gerard Piqué, avaliou a atual relação de forças entre o clube catalão e o Real de Madrid antes do início da nova temporada.
O ex-zagueiro da seleção espanhola e do clube Barcelona, Gerard Piqué, avaliou a atual relação de forças entre o clube catalão e o Real de Madrid antes do início da nova temporada.
Na opinião de Piqué, atualmente o Barcelona supera o Real de Madrid. Ele observou que o time ganhou uma confiança e um status especiais graças aos títulos dos últimos dois campeonatos. Portanto, o clube começa a nova temporada como favorito, mas Piqué enfatizou que isso precisa ser provado em campo.
Piqué afirmou que os jogadores e a equipe inteira se adaptaram completamente ao sistema atual. Ele destacou a estabilidade, visto que Hans-Dieter Flick trabalha com o time há três anos, e os jogadores absorveram totalmente seu estilo e exigências. Isso, segundo ele, lhes dá uma vantagem.
Gerard Piqué, de 37 anos, foi criado na academia do Barcelona, mas inicialmente passou da equipe juvenil diretamente para o Manchester United. Após retornar ao clube catalão quatro anos depois, o zagueiro participou de 616 partidas, marcando 53 gols e dando 13 assistências.
A equipe sul-africana Banyana Banyana se prepara para um importante jogo contra a Costa do Marfim na segunda rodada do Grupo B do torneio WAFCON 2026, que ocorrerá no Marrocos na sexta-feira. Obter pontos neste confronto é crucial para manter as chances de classificação.
A seleção sul-africana entra em campo sob pressão após uma inesperada derrota por 2 a 1 para a Tanzânia na primeira partida. Este resultado exige uma reação imediata da equipe. Atualmente, a Banyana ocupa o terceiro lugar no Grupo B, à frente do Burkina Faso, que está em último lugar após uma derrota por 4 a 1 para a Costa do Marfim na primeira rodada.
Embora a tabela do torneio permaneça tensa, cada ponto tem um enorme significado para o avanço. Para a equipe, liderada por Dizery Ellis, a prioridade será corrigir os erros cometidos na partida de estreia. A maior preocupação é a eficácia do ataque: a Banyana criou oportunidades suficientes contra a Tanzânia, mas não teve a frieza necessária para concretizar suas chances.
Contra a Costa do Marfim, que demonstrou potencial ofensivo ao marcar quatro gols na primeira partida, a África do Sul não pode desperdiçar oportunidades claras. É necessário melhorar a interação e o jogo combinativo entre Thembi Kgatlana, Hilda Magai e o meio-campo. A equipe precisa de maior estabilidade na criação de chances de gol de qualidade, e não apenas depender do talento individual.
Na esfera defensiva, a África do Sul também precisa aumentar a disciplina na perda de bola. A Tanzânia explorou espaços durante as transições, e o jogo ofensivo confiante da Costa do Marfim significa que tais falhas podem resultar em grandes perdas. O equilíbrio entre o avanço dos jogadores e a manutenção da cobertura defensiva será uma tarefa tática chave para Ellis. A luta no meio-campo também pode ser um fator decisivo.
A Banyana deve obter maior controle da bola, ao mesmo tempo em que impede que a Costa do Marfim dite o ritmo do jogo. A experiência continua sendo um dos principais pontos fortes da África do Sul, e jogadoras como Kgatlana, Magai e a capitã Refilow Jane são esperadas como líderes neste momento crítico do torneio. Como uma das nações de futebol feminino mais estáveis da África, a Banyana pretende mostrar que a primeira derrota foi apenas um contratempo temporário.
Embora a Costa do Marfim apresente um desafio mais difícil, o jogo de sexta-feira dá à África do Sul a chance de fazer uma declaração e restaurar a confiança no elenco. Uma vitória permitirá à Banyana retornar a uma posição forte no Grupo B, enquanto outra derrota colocará a equipe diante de uma difícil partida final de grupo. Como ainda haverá uma rodada contra o Burkina Faso, a equipe sabe que a classificação ainda está em suas mãos, mas um resultado positivo contra a Costa do Marfim torna este encontro possivelmente o mais importante da fase de grupos.
A seleção nacional do Egito conquistou três medalhas de ouro na terça-feira no XV Campeonato Africano de Tiro com Arco, realizado na cidade de Oran, Argélia.
Ismail Ezz El-Din venceu a categoria individual masculina júnior abaixo de 18 anos. Noura Al-Sayed conquistou o ouro na competição individual feminina júnior abaixo de 18 anos. Esses dois atletas também garantiram juntos a terceira medalha de ouro na categoria mista por equipes júnior abaixo de 18 anos.
Na competição, a equipe nacional do Egito demonstrou performances recordes. Ezz El-Din estabeleceu um novo recorde africano na categoria individual masculina júnior abaixo de 18 anos, somando 650 pontos. Além disso, Ezz El-Din e Al-Sayed estabeleceram um recorde africano na categoria mista por equipes júnior abaixo de 18 anos, somando 1258 pontos.
A delegação do Egito é composta por Ali Abdel-Barr, Bahaa Ali, Ismail Ezz El-Din, Abdel-Rahman Hany e Noura Al-Sayed, além do diretor técnico Dr. Magued Mohy. A delegação é liderada por Reham Souweilem, membro do conselho da Federação Egípcia de Tiro com Arco.
As seleções do Irã de basquete 3x3, tanto masculina quanto feminina, souberam seus adversários nos próximos Jogos Asiáticos de 2026, que serão realizados em Nagoya.
A equipe masculina do Irã foi alocada no Grupo B. Neste grupo também competem equipes fortes como China, Malásia e Hong Kong. De acordo com o cronograma, é totalmente possível ocupar uma das duas melhores posições neste grupo.
A seleção feminina do Irã enfrentou um caminho mais difícil, pois foi distribuída para o Grupo B. Aqui, ela terá que jogar contra líderes regionais — Taipei, Japão e Uzbequistão. Este grupo promete partidas muito intensas desde o início do torneio.
Os Jogos Asiáticos de 2026 em Nagoya serão uma etapa decisiva para ambas as equipes iranianas, para demonstrar seu nível no cenário continental.
No basquete masculino 3x3, o Grupo A inclui Mongólia, Filipinas, Cazaquistão e Sri Lanka. O Grupo B é composto por China, Irã, Malásia e Hong Kong. O Grupo C reúne Catar, Indonésia, Taipei e Bahrein. O Grupo D inclui Japão, Singapura, Coreia do Sul e Tailândia.
Quanto ao basquete feminino 3x3, o Grupo A inclui Cazaquistão, Catar, China e Sri Lanka. O Grupo B feminino é formado por Taipei, Irã, Japão e Uzbequistão. O Grupo C consiste em Mongólia, Filipinas, Malásia e Macau. O Grupo D inclui Indonésia, Singapura, Coreia do Sul e Tailândia.