O porta-voz da Presidência russa, Dmitri Peskov, declarou que todos os Estados possuem o direito de acessar a energia atômica para propósitos pacíficos, estendendo este direito ao Irã e à Arábia Saudita, além de outros países.
O porta-voz da Presidência russa, Dmitri Peskov, declarou que todos os Estados possuem o direito de acessar a energia atômica para propósitos pacíficos, estendendo este direito ao Irã e à Arábia Saudita, além de outros países.
Peskov também assegurou que a postura de Moscou permanece firme no princípio da não proliferação de armas nucleares.
Em Manila, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, reforçou que, por meio de um acordo com os Estados Unidos, a Arábia Saudita busca estabelecer um programa nuclear de natureza «pacífica e civil». Rubio enfatizou que qualquer pacto firmado com qualquer nação sobre energia nuclear civil incluirá salvaguardas para impedir sua conversão em um programa de armamento.
Rubio reiterou o desejo da Arábia Saudita de possuir um programa nuclear civil e mencionou a existência de um acordo similar vigente com os Emirados Árabes Unidos.
Na quarta-feira, o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov, comentou o acordo que permite ao reino árabe desenvolver seu programa nuclear civil, afirmando que Riade não necessita de permissão para enriquecer urânio para fins pacíficos, pois isso é um direito de qualquer Estado signatário do Tratado de Não Proliferação das Armas Nucleares.
Lavrov alertou, contudo, para a crescente mentalidade de que somente as armas nucleares poderiam garantir a liberdade e a independência de um país. Ele expressou pesar por essa tendência, atribuindo-a às ações agressivas promovidas pelos Estados Unidos e seus aliados na política global para sustentar sua hegemonia.
Essa declaração ocorreu após a Rússia e a Bielorrússia realizarem seus primeiros exercícios conjuntos de uso de armamento nuclear tático e estratégico em maio. O pacto entre Washington e Riade, denominado «Acordo 123», ainda requer ratificação pelo Congresso dos Estados Unidos.
Este acordo foi estabelecido em um cenário de tensão com o Irã, rival da Arábia Saudita no Oriente Médio, e enquanto Washington intensifica esforços para restringir as capacidades nucleares de Teerã, que nega buscar o desenvolvimento de armas nucleares.
O Galaxy Tab S11, modelo de 256 GB, encontra-se disponível em oferta no Mercado Livre pelo valor de R$ 5.186 mediante pagamento via Pix. Embora já tenha sido comercializado por um preço inferior anteriormente, os consumidores podem usufruir de uma economia de 26% em comparação com o preço original de R$ 7.499.
Este tablet pertence à linha premium de última geração da Samsung e é fornecido com a caneta S Pen e uma capa-teclado inclusos na embalagem. O dispositivo conta com 12 GB de memória RAM e um display AMOLED de 120 Hz.
O aparelho possui uma tela de 11 polegadas com resolução de 1.600 x 2.560 pixels, utilizando a tecnologia AMOLED Dinâmico 2X. Esta tecnologia não só garante cores vibrantes e imagens nítidas, mas também ajusta a taxa de atualização para até 120 Hz conforme a necessidade, proporcionando fluidez extrema e otimização de energia.
O desempenho robusto é assegurado pela combinação do SoC Mediatek Dimensity 9400+ e os 12 GB de RAM, permitindo que o Tab S11 execute tarefas profissionais, plataformas educacionais e aplicativos de entretenimento com alta performance. Além disso, ele acompanha uma capa-teclado e uma caneta S Pen redesenhada, prometendo maior exatidão para desenho e escrita, segundo a Samsung.
Com uma bateria de 8.400 mAh, o tablet oferece autonomia para assistir a vídeos continuamente por até 18 horas, o que se traduz em mais de um dia de uso típico. Para comunicação e fotografia, ele dispõe de câmeras traseira de 13 MP e frontal de 12 MP, ambas capazes de gravar em alta resolução 4K.
Pensando na produtividade, o usuário tem acesso ao Samsung Dex estendido, funcionalidade que permite configurar quatro áreas de trabalho e utilizar uma segunda tela. O sistema operacional Android 16, rodando One UI 8, dá acesso às ferramentas inteligentes do Galaxy AI, e a Samsung compromete-se a oferecer atualizações por um período de sete anos. Esta é uma oportunidade ideal para presentear no Dia dos Pais 2026, com o Galaxy Tab S11 disponível por R$ 5.186 no Pix no Mercado Livre.
Quinze jovens empreendedores da África do Sul tiveram a oportunidade de expor seus produtos nas prateleiras das lojas Woolworths em Joanesburgo e Cidade do Cabo, como parte do programa Youth Makers 2026. Esta iniciativa transforma pequenos trabalhos em oportunidades de varejo completas.
Os visitantes podem adquirir produtos desta nova onda de empreendedores durante a demonstração Woolworths Youth Makers. Em Joanesburgo, a exibição ocorrerá no Mall of Africa de 22 de julho a 2 de agosto, com um encontro com os fundadores agendado para 1 e 2 de agosto. Na Cidade do Cabo, o evento acontecerá no Cavendish Square de 26 de agosto a 6 de setembro, e o encontro com os fundadores está marcado para 5 e 6 de setembro.
A demonstração é a etapa final do programa anual Woolworths Youth Makers, que ajuda jovens empresários a transformar pequenas empresas em marcas prontas para o varejo. O programa está aberto a cidadãos sul-africanos entre 18 e 35 anos que possuem negócios nos setores de alimentação, beleza, moda, artigos para casa e indústrias correlatas.
Este ano, o concurso atraiu centenas de inscrições, das quais foram selecionados 24 finalistas que apresentaram seus projetos ao painel de jurados da Woolworths. Os fundadores foram avaliados com base em critérios como criatividade, autenticidade, qualidade do produto, viabilidade do negócio e potencial de crescimento. No final, quinze empreendedores foram escolhidos, representando setores como moda, beleza, bem-estar, agricultura, editora, design e artigos para casa.
Cada vencedor recebeu apoio dos especialistas em varejo da Woolworths, consultoria de conselheiros de negócios, ajuda de marketing, um subsídio de mais de 130.000 rand, além do direito de vender seus produtos diretamente aos clientes da Woolworths em lojas âncora em todo o país.
As empresas vencedoras abrangem uma ampla gama de áreas — desde roupas da moda e cerâmica até agricultura e publicação infantil. Entre elas estão: Patrick Ferguson Designs, que oferece moda inspirada na arte africana; UBaliwe, que cria cerâmica artesanal; Patns by Buhle, que desenvolve padrões africanos; KwaDube Essentials, especializada em aromas de luxo para casa; Hide and Suede, que fabrica artigos de couro; Marapyane Farms, que cultiva vegetais frescos; Walk Fresh, uma marca de cuidados com tênis; E_mania, estúdio de produção sustentável de moda; VICTORI, que oferece streetwear africano; WELL N WELL, que produz iogurtes de amêndoa à base vegetal; Girl Boss Africa, que lança cosméticos naturais; Glolooks Kiddies, que cria produtos de cuidado capilar para crianças; Maru Maphiri Group, que publica livros educativos; e Noac, que produz vestuário feminino em estilo slow fashion.
Embora o subsídio tenha ajudado os fundadores a investir em seus negócios, muitos participantes consideram que o maior benefício foi o apoio da mentoria. Trabalhando com especialistas da Woolworths e consultores de negócios, os fundadores aperfeiçoaram todos os aspectos — desde precificação e produção até controle de qualidade e prontidão para venda no varejo. O programa focou em ajudar os empreendedores a construir um negócio escalável e sustentável, e não apenas criar produtos populares.
A primeira demonstração do Youth Makers ocorreu na Woolworths Gateway em Durban no final de junho e início de julho. De acordo com a Woolworths, os compradores adquiriram mais de 300 produtos, gerando uma receita superior a 200.000 rand para as empresas participantes. Muitos fundadores também notaram um aumento nas vendas online após este evento. Zinsi Mqododela, diretora de responsabilidade social corporativa da Woolworths, declarou que «o enorme sucesso da exibição em Durban confirma que o modelo Youth Makers funciona. O acesso à mentoria, financiamento e base de clientes da Woolworths pode contribuir significativamente para as pequenas empresas».
Embora o problema do desemprego juvenil na África do Sul não possa ser resolvido por um único programa de varejo, o Youth Makers é uma das poucas iniciativas que vai além de simplesmente fornecer mentoria e financiamento, dando aos jovens empreendedores acesso a clientes — algo que muitas vezes falta às pequenas empresas. Para os compradores, é uma chance de descobrir marcas locais antes que se tornem famosas, e para os fundadores, é uma oportunidade de testar seu negócio em um dos maiores ambientes de varejo do país e passar de um trabalho temporário para um negócio sustentável.
A Uber anunciou a demissão de dez por cento de seus colaboradores da área de atendimento ao cliente, justificando essa redução de pessoal pelo foco crescente na adoção de Inteligência Artificial (IA), conforme reportado pela Bloomberg.
Um porta-voz da Uber informou à publicação que os desligamentos foram efetuados com o objetivo de "simplificar as operações, fortalecer a colaboração presencial e dar continuidade à incorporação da IA". A divisão afetada por esses cortes é a de Operações da Comunidade (Community Operations), que funciona como uma rede global de suporte ao cliente, atendendo a diversos idiomas e negócios da Uber.
Esta área possui equipes especializadas em regiões e países específicos, interagindo diretamente com motoristas parceiros e empresas locais. Megha Yethadka, vice-presidente de operações globais da comunidade da Uber, explicou a necessidade dessa mudança em um comunicado interno à sua equipe, afirmando que "nossa organização se tornou muito complexa e isolada em silos".
Yethadka ressaltou que, embora o departamento tenha alcançado certos avanços no emprego da IA, seria necessária uma "organização eficaz para sobrepor a IA" a fim de expandir seu uso em maior escala. Embora a Bloomberg não tenha especificado as funções exatas de IA generativa que motivaram os desligamentos, os agentes de IA voltados ao atendimento ao cliente têm demonstrado melhorias notáveis recentemente.
A tecnologia de voz de IA tem evoluído constantemente em sua capacidade de interagir de maneira natural com os usuários, conseguindo compreender e responder tanto a solicitações quanto a reclamações. Além do anúncio dos cortes, a Uber também exigiu que os funcionários que trabalhavam remotamente retornassem aos escritórios centrais (hubs), alinhado à política de volta ao trabalho presencial da empresa. A companhia já havia sinalizado anteriormente uma diminuição no ritmo de contratação devido ao uso da IA.
Com esta decisão, a Uber se junta a um número crescente de corporações que utilizam o avanço da IA como motivo para realizar demissões. Em junho, a Oracle dispensou vinte e um mil funcionários mundialmente, citando a "adoção e implementação de tecnologias de IA". Em abril, a Snap rescindiu cerca de mil postos de trabalho, supostamente para serem substituídos por soluções baseadas em IA.
Mais recentemente, a Meta também reduziu sua força de trabalho em dez por cento, o que impactou oito mil posições, e realocou sete mil colaboradores para novas unidades dedicadas ao desenvolvimento de ferramentas de IA.