Uma mãe de quarenta e sete anos, que obteve um diploma com honras, procurou desesperadamente por um emprego nos últimos dezoito meses. Atualmente, ela está em semáforos pedindo comida aos pedestres para que seus filhos não durmam com fome.
Uma mãe de quarenta e sete anos, que obteve um diploma com honras, procurou desesperadamente por um emprego nos últimos dezoito meses. Atualmente, ela está em semáforos pedindo comida aos pedestres para que seus filhos não durmam com fome.
Esta história comovente foi divulgada pela organização sem fins lucrativos KwaZulu-Natal Pay It Forward (PIF). A PIF informou que a mulher esgotou todas as possibilidades na busca por emprego e chegou a um ponto em que a sobrevivência se tornou sua única prioridade.
De acordo com a PIF, a mãe não pede dinheiro ou artigos de luxo aos motoristas que passam. Ela se aproxima dos semáforos na esperança de receber algo para comer para si e seus filhos, segurando uma placa de papelão na qual pede apenas comida, e não dinheiro, casaco ou carro.
A organização observou que a realidade diária com a qual ela enfrenta é frequentemente cruel. Embora alguns motoristas demonstrem bondade, outros jogam comida pelas janelas de seus carros. Uma vez, lhe deram pão mofado.
«Há momentos em que as pessoas simplesmente jogam coisas para ela pela janela aberta. Há momentos, como hoje, em que lhe dão o que você vê nas imagens. Ela corta o máximo de mofo possível e seca o resto para que ela e seus filhos possam comer».
Um aspecto ainda mais tocante de sua história é seu alto nível de escolaridade. A PIF esclareceu que, em 2006, ela obteve um bacharelado em artes pela Universidade do Sul da África (UNISA) com honras, especializando-se em criminologia e psicologia. Além disso, ela fez um curso de editoração eletrônica (DTP) e vários programas de certificação, e estudou um diploma em assistência social antes que as dificuldades financeiras a obrigassem a parar.
Apesar de suas qualificações, encontrar trabalho provou ser impossível. «Ela tem 47 anos e não consegue encontrar trabalho. Seu trabalho atual é procurar emprego, tentar manter um teto sobre as cabeças das crianças e algum alimento em seus estômagos».
A organização relatou que conhece esta mãe há muitos anos, embora a verdadeira dimensão de suas dificuldades só tenha se tornado clara recentemente. A PIF lembrou que ela pediu papelão para fazer uma placa em uma ocasião, mas nunca imaginou as circunstâncias que a levariam a pedir comida em semáforos.
A organização apelou veementemente ao público para reagir com compaixão, e não com condenação, lembrando às pessoas que problemas financeiros podem atingir qualquer um. «Por favor, sejamos humanos. Nenhum de nós está imune a cair no fundo da escada. Isso pode acontecer muito mais rápido do que queremos ou podemos imaginar ou acreditar».
Enquanto a maioria das crianças da sua idade passa as noites jogando, Shubhankhar Giri, um aluno do terceiro ano, percorre vagões lotados de trens vendendo chocolate para sustentar sua mãe e irmã mais nova.
Após a escola, ele trabalha por horas sob calor intenso, ganhando apenas algumas centenas de rúpias diariamente para ajudar a família a se manter. Atrás de cada chocolate vendido por ele há uma criança carregando responsabilidades que vão muito além da sua idade.
Ele declarou: «Se eu não vender chocolate, minha família não sobreviverá». Esta situação destaca que toda criança merece a oportunidade de estudar, brincar e sonhar, em vez de se preocupar em como alimentar a família.
Para aqueles que desejam apoiar Shubhankhar e sua família, os seguintes dados bancários foram fornecidos: Nome do beneficiário — Suparna Dutta, banco — Bank of India, filial Dumdum. Número da conta — 414110510000591, IFSC — BKID0004141. Telefones de contato: +91 6291095185 e +91 8910513818.