O presidente Luiz Inácio Lula da Silva condenou a nova política tarifária introduzida pela administração Donald Trump, que prevê a imposição de uma tarifa de 25% sobre a maioria dos produtos importados do Brasil para os Estados Unidos da América, a partir de 22 de julho.
Motivos para a imposição das tarifas
Este novo regime tarifário é a primeira medida dentro da política desenvolvida pela administração Donald Trump e potencialmente pode abranger dezenas de outros países. De acordo com informações da Missão Comercial dos EUA, este adicional imposto é introduzido com base na lei de verificação de práticas comerciais desleais. Washington observou que o Brasil não alcançou os resultados esperados nas negociações sobre comércio digital, desmatamento ilegal e outras questões.
Potencial de aplicação das medidas
Também foi declarado que políticas semelhantes podem ser aplicadas a países como China, membros da União Europeia, Índia, Japão, Coreia do Sul e México.
Reação do Brasil e especialistas
O chefe do Brasil informou que o país apresentará uma queixa à Organização Mundial do Comércio e ativará sua 'Lei de Medidas de Retaliação Mútua'. O secretário de Estado Marco Rubio declarou veementemente que Lula não deve conduzir negociações amigáveis com Washington, observando que 'a tarifa é o pagamento pela política do presidente do Brasil.'
Áreas de aplicação e exceções
As novas tarifas se aplicam a produtos como açúcar, máquinas agrícolas, têxteis, eletrodomésticos, produtos de papel e aço. No entanto, vários produtos estão isentos de restrições, incluindo café, carne bovina, peças aeronáuticas e de aviões, produtos energéticos, metais de terras raras, mel e mel orgânico.
Verificações adicionais
Além disso, foi anunciada uma inspeção futura em relação ao Brasil, resultando na possível imposição de um imposto adicional de 12,5%, o que pode aumentar a carga tarifária total em alguns produtos para até 37,5 por cento.