Uma nova pesquisa revelou que girafas são capazes de solucionar problemas matemáticos básicos, realizando operações de soma para identificar recipientes contendo a maior quantidade de cenouras, um achado considerado uma novidade científica.
Uma nova pesquisa revelou que girafas são capazes de solucionar problemas matemáticos básicos, realizando operações de soma para identificar recipientes contendo a maior quantidade de cenouras, um achado considerado uma novidade científica.
Embora estudos anteriores tenham confirmado a cognição numérica em animais como lobos e abelhas, as girafas frequentemente eram negligenciadas nessas investigações devido ao tamanho relativamente pequeno de seus cérebros. No entanto, um recente estudo conduzido por pesquisadores da Espanha e da Alemanha buscou avaliar o nível de capacidade numérica desses animais, abrangendo reconhecimento, interpretação e execução de operações simples ou complexas.
Os especialistas aplicaram experimentos utilizando quatro girafas (Giraffa camelopardalis) mantidas no Zoológico de Barcelona, na Espanha. Cenouras, um alimento predileto das girafas, serviram como incentivo para o raciocínio matemático. Os animais observavam recipientes com quantidades variadas de cenouras (como dois ou três itens). Após a observação, os cientistas selavam os recipientes e adicionavam mais cenouras em um deles, sem que as girafas vissem a quantidade final.
A tarefa imposta era selecionar um recipiente para consumo. Contudo, determinar qual possuía mais cenouras exigia mais do que apenas a percepção visual; era necessário reter a quantidade inicial e atualizar essa informação após a adição, o que configura essencialmente uma operação de soma.
Os resultados, divulgados no periódico Scientific Reports, foram bastante positivos. Duas das quatro girafas, especificamente a fêmea Nuru e o macho Njano, selecionaram consistentemente os recipientes com o maior número de cenouras ao longo de vários testes. As outras duas girafas só acertavam quando o recipiente que havia recebido o acréscimo de cenouras era o último a ser manuseado pelos pesquisadores.
Um trecho do estudo aponta que, enquanto duas girafas poderiam ter usado táticas mais elementares (como evitar o recipiente manipulado pelo experimentador), as demais demonstraram sucesso mesmo quando essa estratégia não era aplicável, o que sugere o possível emprego de cálculos mentais mais elaborados.
As capacidades das girafas foram testadas em subtrações e multiplicações, nas quais todos os animais falharam. Com base nessa disparidade de desempenho, os autores especulam que certas girafas podem possuir aptidões numéricas superiores a outras, podendo inclusive resolver problemas matemáticos mais intrincados.
Este trabalho segue uma investigação prévia, também publicada em 2023 na Scientific Reports, com girafas do mesmo zoológico. Inicialmente, os animais escolhiam recipientes com mais cenouras, e posteriormente, os recipientes continham uma mistura de cenoura e abobrinha, sendo que as girafas continuavam a identificar corretamente a maior quantidade. Este foi o primeiro indicativo de compreensão de quantidades, e agora se sabe que elas executam pequenas operações matemáticas.
A expectativa com esta nova pesquisa é aprofundar os estudos para entender como as girafas utilizam a matemática e quais fatores sustentam essa habilidade. Os autores sugerem que tais competências podem ter evoluído em resposta às pressões socioecológicas encontradas na natureza, como a necessidade de monitorar outros indivíduos da mesma espécie e seus laços sociais, ou de gerenciar uma dieta diversificada que requer o conhecimento e a lembrança de locais de alimento distintos.
Às vezes, ao passar roupa, o tecido pode queimar. Isso não só estraga a roupa, mas também faz com que a parte inferior do ferro escureça devido à queimadura. Esse estado do ferro causa problemas, pois deixa manchas nas roupas e prejudica o funcionamento normal do aparelho. Como resultado, muitas pessoas começam a pensar em comprar um ferro novo.
No entanto, existe uma maneira simples de resolver esse problema usando um comprimido comum de analgésico, que pode estar em casa. O paracetamol é capaz de limpar um ferro queimado em apenas alguns minutos.
Para limpar o ferro usando o comprimido analgésico, é necessário seguir uma série de passos. Primeiramente, ligue o ferro em temperatura média ou média-alta e deixe-o aquecer por alguns minutos. Ao trabalhar com um ferro quente, é extremamente importante não segurar o comprimido de paracetamol com as mãos nuas; deve-se usar pinças ou luvas resistentes ao calor para evitar queimaduras.
Em seguida, usando as pinças, pegue o comprimido de paracetamol e esfregue suavemente a área queimada ou preta na sola do ferro. Graças à alta temperatura, o comprimido começará a derreter e a se transformar em uma substância gelatinosa, que amolecerá a camada suja aderida e as manchas carbonizadas. Assim que as manchas começarem a sair, limpe imediatamente a sola do ferro com um pano de microfibra ou algodão levemente úmido para remover o comprimido derretido e o resíduo carbonizado.
Depois disso, desligue o ferro da tomada e deixe-o esfriar completamente. Quando estiver frio, passe novamente toda a sola com um pano limpo e levemente úmido para evitar qualquer resíduo pegajoso.
Este truque caseiro é usado há muito tempo. A dissolução do paracetamol no ferro quente ajuda a amolecer as partículas carbonizadas, facilitando sua remoção. No entanto, ao usar este método, é preciso ter muito cuidado, pois o ferro é um aparelho muito quente.
De 19 a 29 de julho de 2026, a 48ª sessão do Comitê do Patrimônio Mundial da UNESCO está ocorrendo em Busan, Coreia do Sul.
Até 2025, 53 locais do Patrimônio Mundial foram inscritos na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO como estando em perigo. As razões para este status incluem conflitos armados, mudanças climáticas e desenvolvimento excessivo.
Entre 2008 e 2024, a iniciativa Voluntários do Patrimônio Mundial (WHV) uniu mais de 200 organizações executoras de 84 países e regiões. Mais de 10.000 voluntários participaram deste programa, dedicando-se à promoção e preservação de tesouros culturais e naturais.
Os esforços conjuntos desses participantes contribuíram para a proteção de valores culturais e naturais insubstituíveis para as gerações futuras.