A China declarou na sexta-feira sua firme discordância e condenação veemente à decisão do Reino Unido de nacionalizar a British Steel, além de pedir que seja garantido um tratamento justo para as empresas chinesas que operam no Reino Unido.
A China declarou na sexta-feira sua firme discordância e condenação veemente à decisão do Reino Unido de nacionalizar a British Steel, além de pedir que seja garantido um tratamento justo para as empresas chinesas que operam no Reino Unido.
Um representante do Ministério do Comércio Chinês observou que o lado britânico tomou posse forçada da empresa sob o pretexto de segurança nacional, ignorando completamente a contribuição da Jingye para a economia e sociedade do Reino Unido.
A China enfatizou que este passo prejudica gravemente os direitos e interesses legítimos da Jingye e mina significativamente a confiança das empresas chinesas em investir no Reino Unido.
Pequim informou que monitorará atentamente o desenvolvimento dos acontecimentos e apoiará as empresas chinesas na defesa de seus direitos. Ao mesmo tempo, a China pediu enfaticamente ao Reino Unido que cumpra suas obrigações de acordo com o acordo de proteção de investimentos entre a China e o Reino Unido.
Por sua vez, a Jingye declarou sua intenção de buscar compensação total por seus investimentos nesta empresa. O governo do Reino Unido esclareceu que o valor de qualquer compensação será determinado por meio de uma avaliação independente.
Um representante do Ministério das Relações Exteriores da China declarou na quarta-feira que Pequim se opõe firmemente à imposição de sanções unilaterais que não são apoiadas pelo direito internacional ou não receberam aprovação do Conselho de Segurança da ONU.
As declarações do representante Lin Jian foram feitas durante uma coletiva de imprensa diária. Ele comentou o novo ato legislativo dos Estados Unidos relativo às sanções contra a Rússia, que foi iniciado pelo falecido senador Lindsey Graham.
Essas novas medidas visam os cinco maiores compradores de petróleo bruto e gás natural russos, entre os quais está a China. Lin enfatizou que a China tomará todas as medidas necessárias para proteger firmemente os direitos e interesses legítimos dos cidadãos e empresas chinesas.
Ele acrescentou que a aplicação de padrões duplos, bem como o uso de coerção e pressão, acabará sendo contraproducente.