Jan-Hendrik Wesels demonstrou seu valor significativo para o time Springboks ao entrar como substituto para fortalecer o scrum durante a vitória dominante sobre o País de Gales por 43:0 no Kings Park.
Versatilidade do Jogador
Wesels enfatizou que combinar os exigentes papéis de prop esquerdo e halfback no Springboks não cria pressão adicional. Ele agradeceu aos treinadores nacionais por garantir sua total prontidão, independentemente de onde ele fosse necessário.
Este atleta versátil de 24 anos novamente mostrou sua utilidade no jogo da Copa do Mundo de Rugby, que terminou com uma vitória sobre o País de Gales por 43:0 no sábado à noite no Kings Park, reforçando a já dominante linha do Springboks.
Preparação e Planejamento
Graças à impressionante profundidade do elenco na linha de frente sul-africana, Wesels tornou-se uma opção versátil valiosa, capaz de cobrir duas posições especializadas. Ele observou que este papel foi significativamente facilitado pela preparação cuidadosa da equipe técnica. Ele também mencionou o analista técnico Joe Lewis, o treinador de defesa Jerry Flannery, o treinador de forwards Dion David e o treinador de scrum Dan Human.
Após o jogo, Wesels declarou: «Acho que em termos de treinamento eles me preparam muito bem. Quanto ao scrum e às linhas de saída, Joe me ajuda, Jerry me ajuda, o treinador Dan Human e o treinador Dion David. Eles não me jogam na água profunda».
Ele acrescentou que durante a semana treinou como prop esquerdo, pois na maioria de seus jogos pelo Bulls ele jogava nessa posição. Sua participação na temporada varia dependendo do adversário e da situação do jogo, mas Wesels está confiante de que sempre há um plano claro antes do início do jogo.
Aplicação nos Jogos
Wesels relatou que no jogo contra a Inglaterra ele não atuou como halfback, mas sim como prop esquerdo. No jogo contra a Escócia, ele começou como prop, talvez para se acalmar um pouco e se acostumar com o ritmo do jogo, e depois mudou para a posição de halfback. Ele compartilhou o prazer desse processo, notando que toda a gerência e corpo técnico criam condições confortáveis durante a semana para que ele esteja pronto para sábado.
Wesels brincou sobre a forte concorrência na linha de frente do Springboks, insinuando que frequentemente provoca os props esquerdos, avisando-lhes que se desacelerarem, terão que mudar para a posição de halfback. No entanto, por trás dessa piada, há gratidão pela excelente profundidade do elenco.
Ele acredita que ter reservas sempre ajuda, pois em caso de necessidade, há alguém na posição de halfback que pode substituir. Atualmente, há muitos jogadores capazes de jogar em várias posições.
Contribuição para o Jogo e Avaliação do Debutante
O scrum do Springboks novamente estabeleceu a base contra o País de Gales, quando a linha de frente titular, composta por Gerhard Steenkamp, Malcolm Marx e Carl Seydi, marcou pênaltis precoces, e as substituições continuaram a exercer pressão. Para Wesels, corresponder aos padrões estabelecidos pelos titulares foi uma fonte de motivação.
Ele enfatizou: «Sempre estamos orgulhosos dos nossos scrums. A maior parte do nosso jogo é exercer pressão sobre o adversário e fornecer aos nossos backfillers uma boa bola». Ele acrescentou que a linha de frente titular estabelece um ótimo padrão para aqueles que entram como substitutos, motivando-os a não decepcionar a equipe depois de verem as conquistas dos titulares. Isso gera ainda mais excitação quando surge a oportunidade de entrar em campo.
O forward do Bulls também elogiou o debutante wing Wesley Moy por sua maturidade nesta situação. Wesels observou que o jovem jogador se beneficiou de ter os experientes meio-campistas Damian de Allende e Jesse Kriel por perto. Ele expressou alegria pelo jovem jogador, notando que ele controlou bem o jogo graças à experiência dos parceiros, e desejou-lhe mais desenvolvimento após a primeira partida pelo Springboks.