De acordo com um representante do Ministério das Finanças, a decisão de restaurar os privilégios comerciais preferenciais para Hong Kong, assinada durante o primeiro mandato do presidente dos EUA, Donald Trump, não será prorrogada.
Razões e condições da decisão
Esta decisão foi tomada em resposta à introdução pela China da lei de segurança nacional, destinada a restringir a dissidência política em Hong Kong. O representante do Ministério das Finanças, que pediu anonimato, esclareceu que as sanções previstas na Lei de Autonomia de Hong Kong de 2020 continuarão em vigor. Esta lei prevê punições para funcionários que promovam a política chinesa de restrição da autonomia do território e também observou que a recusa em renovar esta diretiva evita a duplicação de sanções.
Fundamentos da ordem inicial
O decreto executivo de Trump foi motivado pela convicção de que Hong Kong havia perdido um grau suficiente de autonomia para merecer um regime especial em relação ao continente chinês, de acordo com certas leis. A última prorrogação deste decreto ocorreu em julho de 2025 por um ano.
Contexto dos eventos em Hong Kong
A China adotou a lei de segurança nacional após os protestos do movimento pró-democracia em 2019. Estes protestos representaram a expressão política mais significativa neste território desde que a antiga colônia britânica passou para o controle chinês em 1997.
Reação do governo de Hong Kong
O governo de Hong Kong emitiu uma declaração, observando que notou uma 'mudança positiva na política dos EUA' em relação à cidade. Na declaração, foi enfatizado que 'a manutenção da prosperidade e estabilidade de Hong Kong está alinhada com os interesses comuns da China e dos Estados Unidos, bem como com as expectativas gerais da comunidade internacional.'