Ruqaya Ismail, recentemente incluída na equipe nacional sul-africana de esgrima, relatou que teve que superar dúvidas internas para merecer um lugar na equipe que viajará para o Campeonato Mundial de Esgrima em Lagos, Nigéria, no próximo mês.
Ruqaya Ismail, recentemente incluída na equipe nacional sul-africana de esgrima, relatou que teve que superar dúvidas internas para merecer um lugar na equipe que viajará para o Campeonato Mundial de Esgrima em Lagos, Nigéria, no próximo mês.
A jornada da jovem, que começou com a participação em um programa escolar de apoio e culminou na representação da África do Sul no Campeonato Mundial de Esgrima, demonstra sua determinação, bem como o apoio que recebeu de sua família e treinadores no combate à insegurança.
Como estudante do primeiro ano de Psicologia, seus reflexos rápidos ajudaram-na a entrar na equipe sul-africana para o torneio iminente. Quando ela entra na pista — o ringue metálico oficial onde os atletas competem —, as dúvidas desaparecem, dando lugar a decisões tomadas em frações de segundo, o que ela compara a um jogo de xadrez mental.
Entre os esgrimistas de Cidade do Cabo, ela é considerada uma das mais agressivas. A jovem atleta pegou em uma espada pela primeira vez depois que membros do clube Blues Fencing, sediado em Gardens, visitaram sua escola como parte do programa de apoio do clube alguns anos atrás.
Embora ela mesma se considere uma caseira que prefere livros, séries e piqueniques raros, ela muda completamente seu estilo de vida tranquilo para o mundo acelerado e exigente da esgrima. Ela observa que na pista ocorre um duelo individual, mas é necessário estar constantemente ciente de suas ações e capacidades. Isso exige uma análise contínua do movimento do adversário, da distância e de suas ações simultaneamente, criando situações complexas, mas muito instrutivas.
Ela subiu consistentemente no ranking nacional graças à disciplina, constância e inúmeras horas de treinamento, o que lhe permitiu vestir as cores 'verde e dourado' pela primeira vez. No entanto, por trás da máscara e do trabalho de pés apurado, há uma batalha que raramente os espectadores veem. Para Ismail, o desafio mais difícil sempre foi não tanto manter a distância do adversário, mas sim lutar contra sua própria desconfiança.
Ela admite que teve que fazer o maior trabalho em sua mentalidade, pois a ansiedade às vezes se torna seu maior inimigo. Ela enfatiza que seu progresso foi moldado não apenas pelas horas na pista, mas também pelas pessoas ao seu redor: sua mãe e seu primeiro treinador, Alex Colling, que acreditaram nela quando ela mesma duvidava de si mesma.
O treinador observou que sua seleção faz parte de um ano impressionante para o clube em Gardens, cujos esgrimistas já participaram dos Campeonatos Sul-Africanos Juvenis, Mundiais Juvenis e Campeonatos Sul-Africanos Seniores. Além disso, ainda mais atletas planejam representar a África do Sul no Campeonato Mundial de Seniores em Hong Kong, no Campeonato Mundial de Esgrima na Nigéria e no Campeonato Mundial de Veteranos na Geórgia mais tarde este ano.
Ele salientou que os resultados falam sobre o profissionalismo de um programa altamente eficaz no clube Blues, o alto nível do corpo técnico, que possui formação e certificação internacional, bem como o comprometimento e talento dos esgrimistas. No entanto, a seleção é apenas metade da batalha. Assim como muitos entusiastas de esportes, Ismail e seus colegas de clube trabalham arduamente para cobrir os custos de representação do país, incluindo passagens aéreas, hospedagem, taxas de competição e equipamento especializado.
Ela acredita que algumas derrotas podem deixar uma marca mais profunda do que as vitórias, especialmente quando mostram o que você é capaz de fazer. Essa lição ela aprendeu em seu primeiro campeonato provincial como estudante do último ano durante o Ramadã, onde lutou contra uma esgrimista da equipe nacional, estando em jejum e lutando contra os nervos. Apesar do grande medo e sensação de fraqueza por não poder comer ou beber, ela tentou se concentrar e lutar com todas as forças. Embora tenha perdido o duelo, sentiu um grande orgulho, sem saber que havia chegado à semifinal, e essa foi sua primeira medalha — bronze.
A ascensão de Ismail faz parte da história geral de sucesso do clube Blues Fencing, onde o treinador principal Patrick Colling fala sobre o crescente número de esgrimistas alcançando reconhecimento no cenário internacional. Ele acrescentou que por trás de cada seleção internacional há sacrifícios que raramente chegam aos relatórios: atletas e suas famílias são frequentemente forçados a tomar decisões financeiras e de vida difíceis para permanecer no jogo.
Colling mencionou que alguns optam por ensino domiciliar para liberar mais tempo para treinos, e jovens adultos renunciam a bens materiais para financiar seus esportes. Um dos principais obstáculos é o financiamento limitado, que também restringe as oportunidades de experiência internacional necessárias para a preparação para grandes campeonatos. Ismail concordou com o treinador, destacando a clara distinção entre os esforços que ela pode controlar e o apoio no qual ela só pode contar. Ela declarou: 'Os treinos são comigo. Quanto à arrecadação de fundos, posso pedir ajuda, mas não posso decidir se o financiamento virá. Isso vem de Deus e de pessoas maravilhosas. O treino depende de mim — eu tenho que escolher se vou me esforçar.'
A seleção de um relógio adequado para treinos exige que as necessidades do usuário sejam alinhadas às funcionalidades do dispositivo, abrangendo os tipos de dados monitorados, a duração da bateria e os recursos de conectividade, como o GPS.
Modelos mais simples tendem a oferecer apenas um rastreamento de saúde fundamental e priorizam a longevidade da bateria, sendo adequados para quem se exercita em academias ou realiza atividades de menor intensidade. Em contraste, smartwatches mais sofisticados incorporam GPS integrado, oferecem monitoramento de saúde mais abrangente e possuem resistência a condições ambientais extremas, sendo ideais para atletas que praticam esportes ao ar livre e necessitam de métricas detalhadas.
O Tecnoblog compilou uma lista com os dez melhores relógios para treino, detalhando os pontos positivos e negativos de modelos das marcas Garmin, Amazfit, Huawei, Samsung, Apple e Xiaomi.
O Garmin Forerunner 165 é sugerido para maratonistas, pois exibe dados em tempo real como cadência, comprimento da passada e tempo de contato com o solo, auxiliando na otimização dos treinos. Este relógio suporta mais de 25 perfis de atividades, tanto internas quanto externas, e possui resistência à água de 5 ATM, permitindo natação em piscinas ou águas abertas. Ele conta com GPS integrado, tela AMOLED de 1,2 polegadas e bateria que dura até 11 dias; a versão Music permite ouvir músicas sem o celular via fones sem fio.
O Amazfit Bip 6 dispõe de mais de 140 modos de treino, cobrindo desde corrida e ciclismo até natação e dança. Durante o exercício, mede frequência cardíaca e calorias, e após o treino, o aplicativo Zepp (disponível para Android ou iOS) permite acompanhar nutrição e progresso físico. Sua bateria pode chegar a 14 dias em uso comum ou 26 dias no modo de economia, embora o uso contínuo do GPS integrado reduza a autonomia para cerca de 32 horas, suportando mapas offline.
Para performance esportiva, o Huawei Watch Fit 5 Pro oferece mais de 100 modos de treino e possui proteção de 5 ATM, o que inclui suporte a mergulhos de até 40 metros. Seu monitoramento de saúde é avançado, englobando medições de temperatura corporal e eletrocardiograma (ECG). Além disso, o modo “Mini Treino” acompanha 10 partes do corpo para incentivar alongamentos. A bateria aguenta até 10 dias em uso leve, mas cai para quatro dias com o Always On Display (AOD) na tela AMOLED de 1,92 polegadas, enquanto o GPS de banda dupla (L1 + L5) garante maior precisão nas rotas.
O Galaxy Fit 3 monitora mais de 100 exercícios e reconhece automaticamente atividades como corrida, elíptico e natação. Sua pulseira possui proteção IP68 e ATM 5, resistindo a profundidades de até 50 metros por 10 minutos. O foco deste *smartband* é o rastreamento básico de saúde, incluindo frequência cardíaca, oxigênio no sangue, estresse e contagem de passos. Possui tela AMOLED de 1,6 polegadas com AOD e bateria de até 13 dias, mas não possui GPS integrado e é compatível somente com celulares Android.
Destinado a triatletas, o Garmin Forerunner 965 permite alternar automaticamente entre modalidades usando perfis de triatlo e duatlo, sendo ideal para quem combina corrida, natação e ciclismo. Ele cobre mais de 70 esportes, como golfe, montanhismo e motociclismo, e oferece monitoramento de saúde completo. Um destaque é sua bateria, que chega a 23 dias no modo *smartwatch*, além de possuir tela AMOLED de 1,4 polegadas, GPS multibanda para localização precisa e NFC (com suporte limitado no Brasil).
O Galaxy Watch 8 é uma boa opção para corredores, apresentando um treinador personalizado que se ajusta ao perfil do usuário. Sua certificação militar confere proteção para esportes radicais e dezenas de outras modalidades. O rastreamento de saúde é robusto, incluindo monitoramento de pressão arterial, ECG e nível de antioxidantes. A integração com o Galaxy AI auxilia na análise do sono e prevê a taxa de energia para planejamento de exercícios. A versão LTE permite chamadas de emergência sem o celular, mas sua bateria atinge apenas 30 horas com o AOD ativo na tela AMOLED.
O Apple Watch Series 11 atende a diversos esportistas, monitorando mais de 80 modalidades e oferecendo modos avançados para corrida, trilha, bicicleta e natação. Para o cuidado com a saúde, ele mede frequência respiratória, oxigênio no sangue, ECG e ciclos femininos, detectando sinais de hipertensão pela reação dos vasos sanguíneos aos batimentos cardíacos. O relógio conta com suporte a 5G, tela retina OLED resistente a arranhões e GPS integrado, mas sua bateria tem uma desvantagem, com média de apenas 24 horas de autonomia.
O Apple Watch SE 3 introduz uma nova versão do app Exercício, com botões laterais para facilitar a visualização das métricas. Embora não possua sensores tão avançados quanto o Series 11, ele mede frequência cardíaca, apneia do sono e apresenta medição de temperatura do pulso como novidade. Sua bateria dura apenas 18 horas em uso normal, o que pode limitar atividades longas, mas compensa com GPS integrado e resistência à água de até 50 metros.
O Amazfit Bip 5 é um *smartwatch* básico com suporte a 120 modos esportivos e reconhecimento inteligente de sete modalidades. Uma característica notável é a capacidade de ler métricas pelo alto-falante sem necessidade de levantar o pulso. O sistema de monitoramento acompanha frequência cardíaca, ciclo menstrual, oxigênio no sangue e qualidade do sono, e conecta-se ao aplicativo Zepp para análises de saúde mais profundas. A bateria promete até 10 dias em uso típico, e ele possui proteção IP68 contra água e poeira, mas não é recomendado para natação ou mergulho.
O Redmi Watch 5 Lite suporta modos esportivos internos e externos, totalizando mais de 160 modalidades, e possui resistência à água de 5 ATM, permitindo natação. Por ser um modelo mais simples, concentra-se no monitoramento de frequência cardíaca, oxigênio no sangue e qualidade do sono, sendo uma opção viável se métricas complexas não forem necessárias. Os destaques incluem bateria para até 18 dias e sistema GNSS integrado para posicionamento sem depender do smartphone, sendo compatível com Android ou iOS.
A decisão sobre qual relógio de treino adquirir depende da prática esportiva. Os fatores cruciais a serem considerados incluem: as modalidades cobertas pelo relógio; a coleta de métricas esportivas, favorecendo sensores avançados; a presença de GPS integrado, sendo preferível o sistema de banda dupla para maior precisão em atividades ao ar livre; a construção e resistência à água, essenciais para esportes radicais; a duração da bateria; a compatibilidade com o sistema operacional do celular; e recursos extras, como suporte nativo a música ou chamadas de emergência.
Nem todos os relógios podem ser usados para natação; apenas aqueles com resistência à água de 5 ATM ou superior são recomendados para suportar a pressão dos movimentos aquáticos. Não é obrigatório levar o celular para registrar o trajeto, pois *smartwatches* com GPS integrado utilizam seus próprios satélites para mapear a rota de forma autônoma, sincronizando os dados com o telefone posteriormente. Caso o relógio não possua posicionamento próprio, o celular deve ser levado para utilizar seu GPS na coleta de dados do percurso.
Para maratonistas, o Garmin Forerunner 965 oferece a maior autonomia de bateria, chegando a 23 dias no modo *smartwatch*, e inclui medições específicas para corrida, além de GPS multibanda para melhor posicionamento.
A principal distinção reside no fato de que *smartbands* fornecem monitoramentos básicos (passos, calorias, frequência cardíaca) e frequentemente dependem do celular por não terem GPS integrado, além de terem construção mais delicada. Já os *smartwatches* possuem design mais robusto, monitoramento de saúde mais completo, mais recursos esportivos e, geralmente, vêm com GPS integrado para independência do smartphone.
A Argentina se aproxima do tetracampeonato mundial de futebol, com especulações sobre uma vitória argentina contra a Espanha em 2026. No entanto, o foco deste artigo é apresentar os diversos automóveis que Diego Armando Maradona, conhecido como o maior jogador argentino de todos os tempos, possuía ao longo de sua vida, incluindo veículos que não eram estritamente carros.
Um episódio marcante ocorreu durante a última fase de Maradona no Boca Juniors, em 1997. Para escapar do assédio constante da imprensa argentina, ele optou por usar um caminhão Scania 113H 360 Topline, que possuía 11 toneladas. Essa decisão foi motivada pela suspensão por doping sofrida na Copa de 1994, e ele solicitou o veículo ao seu empresário, Guillermo Coppola.
Ao chegar ao treino pilotando o imponente Scania azul-celeste, Maradona sorriu para os jornalistas perplexos, afirmando que seria difícil para eles tirarem declarações, pois ninguém alcançaria ele lá de cima. Para o público brasileiro, o modelo Scania 113 é uma figura lendária, e a visão do ídolo manobrando tal máquina no pátio do Boca Juniors em outubro de 1997 teve grande impacto cultural.
O caminhão, oriundo da fábrica em San Martín, Argentina, era equipado com o motor DSC11, um seis-em-linha de 11 litros com turbo e intercooler, alimentado por uma bomba injetora mecânica Bosch. Essa configuração gerava 360 cv e 169 kgfm a 1.100 rpm, colocando o 113H no topo da cadeia de transporte sul-americana da época. A potência era controlada por uma transmissão manual de 10 marchas.
A versão Topline era crucial, pois proporcionava um teto alto que elevava o chão da cabine em mais de dois metros do solo, servindo como um drible geométrico contra os repórteres. Contudo, o início foi problemático: o Scania apresentou falha logo na frente do portão principal porque alguém colocou gasolina no tanque em vez de diesel. Este primeiro caminhão, com placa AZW765, sofreu problemas mecânicos. A empresa de rastreamento LoJack forneceu um segundo caminhão sueco, também um 360 Topline, na cor azul-clara, com placa AVP115.
Os destinos dos veículos divergiram: o primeiro Scania (AZW765) foi modificado e pintado de preto para corridas, enquanto o segundo (AVP115), registrado em nome da “Diego Maradona Producciones”, permaneceu azul e trabalhou para a empresa de transportes Magnone até agosto de 2010, sendo posteriormente adquirido pelo empresário Juan Carlos Rodríguez. Após ficar parado em Ushuaia, o Scania azul foi restaurado e exibido no evento #DriftMode na Argentina.
Além do caminhão, Maradona acumulou uma vasta coleção de carros, variando de modelos econômicos a luxo britânico. Sua relação com os automóveis começou em 1980, aos 19 anos, quando comprou um Porsche 924 usado, que representava para ele a conquista pessoal. No mesmo ano, a torcida do Argentinos Juniors presenteou-o com um Mercedes-Benz 450 SLC 5.0, um cupê especial de homologação de rali com V8 de cinco litros e 237 cv.
Pouco antes de se mudar para o Barcelona, em 24 de dezembro de 1982, Diego adquiriu um Fiat 128 CLS, seu primeiro carro zero-quilômetro, que simbolizava sua vida normal no bairro natal. Posteriormente, entre 1986 e 1987, ele foi proprietário de um Ford Sierra XR4 preto, que era conduzido por seu pai, Don Diego, em Buenos Aires.
Em 1987, após conquistar o título mundial com a Argentina e levar o Napoli ao título italiano, ele desejou uma Ferrari Testarossa, mas impôs a condição de que fosse preta. A casa de Maranello cedeu a exceção, entregando o bólido na cor Glasurit Nero Met 901/C. Mais tarde, ele buscou a Ferrari F40, também pedindo a cor preta, mas Enzo Ferrari insistiu que todas as F40 seriam vermelhas. Maradona aceitou, mas ficou insatisfeito com a falta de itens de conforto, como ar-condicionado e rádio, criticando o carro purista.
Em 1991, durante um período de controvérsias, Maradona foi preso em Buenos Aires por posse de cocaína. Dois meses depois, ele comprou um Renault Fuego GTA Max prata, que era o carro nacional mais rápido da época, com motor 2.2 de 123 cv. Em 1995, em sua volta triunfal ao Boca Juniors, ele comprou duas Ferrari F355 Spider vermelhas idênticas, cada uma equipada com motor V8 3.5 de 380 cv, para ter uma reserva na garagem. Uma dessas F355 foi posteriormente confiscada pelo Estado argentino.
Como técnico e dirigente, sua garagem refletiu sua personalidade excêntrica. Durante a Copa de 2010, ele utilizou dois Mini Cooper S em Buenos Aires. Ao se mudar para os Emirados Árabes Unidos para treinar o Al-Wasl, ele usufruiu de um esportivo híbrido BMW i8 e de um Rolls-Royce Ghost azul, movido por um V12 biturbo de 570 cv. Em 2018, ao ser vice-presidente honorário do Dynamo Brest, na Bielorrússia, recebeu um Overcomer Hunta, um veículo militar anfíbio gigante, como presente do Sohra Group. Após uma breve passagem pelo México, onde obteve um Chevrolet Camaro RS V6 de 335 cv, Maradona retornou à Argentina para seu último compromisso no Gimnasia de La Plata.