Pedro Sánchez proferiu declarações em La Línea de la Concepción, cidade espanhola fronteiriça com Gibraltar, logo após testemunhar a retirada de um dos últimos trechos da barreira que isolava completamente os dois lados desde 1909.
Pedro Sánchez proferiu declarações em La Línea de la Concepción, cidade espanhola fronteiriça com Gibraltar, logo após testemunhar a retirada de um dos últimos trechos da barreira que isolava completamente os dois lados desde 1909.
O encerramento da vedação, conhecida como «la verja», juntamente com a eliminação dos controles de passaporte duplos nas travessias fronteiriças, foi concretizado à meia-noite de terça-feira (23h00 em Lisboa). Este desfecho foi resultado de um acordo negociado entre o Reino Unido e a União Europeia, envolvendo a Espanha.
Este acordo foi negociado em função do Brexit, a saída do Reino Unido da UE, que foi ratificada num referendo realizado em 2016, e a sua implementação finaliza este processo. Em declaração a jornalistas e autoridades locais, Sánchez classificou o dia como um momento de «História da boa» para Gibraltar e La Línea, pois «cai o último muro da Europa continental».
Embora Espanha e Reino Unido mantenham uma disputa sobre a soberania de Gibraltar, este representa o primeiro acordo entre as duas nação relativo ao território em três séculos. Sánchez, que não pisou território gibraltarenho nesse dia, mas presenciou a remoção da barreira perto da linha fronteiriça, agradeceu aos diversos governos britânicos pelo esforço de diálogo e ressaltou o papel do atual primeiro-ministro, Keir Starmer, na conclusão deste entendimento.
Ele declarou: «Hoje abrimos uma nova era no Campo de Gibraltar de prosperidade partilhada», referindo-se à região sul da Espanha onde se localiza o enclave britânico. Sánchez continuou, afirmando que esta é uma fase de convívio e futuro comum entre populações que nunca viveram isoladas, e que agora elas poderão «olhar-se nos olhos e avançar de mão dada».
O acordo, que estipula a livre circulação de pessoas e mercadorias entre Gibraltar e Espanha, bem como a abertura do aeroporto do enclave britânico à aviação civil, foi considerado de «benefício mútuo». O exemplo mais evidente disso são os 15 mil indivíduos que trabalham no território inglês, mas residem no lado espanhol, representando metade da força de trabalho de Gibraltar, cuja economia também depende do fornecimento terrestre vindo de Espanha.
Estes 15 mil trabalhadores, que atravessam a fronteira diariamente, em sua maioria a pé, deixaram de enfrentar longas filas para trabalhar ou viver sob a incerteza de a vedação fechar, como ocorreu em certos períodos históricos. Pedro Sánchez comentou que «alguém disse que as fronteiras são as cicatrizes da história. Uma cicatriz fala de uma ferida que existiu mas acabou por fechar, enquanto um muro é a decisão consciente de manter uma ferida aberta» — referindo-se a «la verja» que afetou milhares de trabalhadores e famílias por décadas.
O primeiro-ministro espanhol enfatizou que «obviamente havia solução» e que apenas era necessária «vontade política», defendendo que a política atinge sua máxima dignidade quando resolve problemas com coragem, em vez de apenas administrá-los. Neste evento simbólico de «demolição da vedação de Gibraltar», estavam presentes, do lado britânico, o embaixador do Reino Unido em Espanha, Alexander Wykeham Ellis, e o chefe do executivo do enclave, Fabian Picardo.
Com o tratado em vigor desde hoje, os controles na travessia terrestre entre Gibraltar e La Línea foram extintos, sendo que os procedimentos passam a ser realizados tanto pela Espanha quanto pelas autoridades gibraltarenhas no aeroporto e, em certas ocasiões, no porto da colônia inglesa. Segundo o pacto, serão aplicadas as normas do espaço Schengen para permitir a entrada em Gibraltar.
Adicionalmente, o tratado define novos termos para a colaboração policial entre ambos os lados e inclui medidas de «convergência fiscal», com disposições específicas para o tabaco, visando uma união aduaneira. O documento também prevê um estatuto e outras providências para os trabalhadores que cruzam a fronteira.
Pessoas que se exercitam regularmente sabem o quanto um bom relógio inteligente pode contribuir para alcançar melhores resultados, contudo, muitos modelos comuns, apesar de oferecerem rastreamento de indicadores de saúde e atividades, não suprem todas as necessidades de atletas mais exigentes.
Para este público, dispositivos da Garmin representam uma alternativa mais robusta, sendo totalmente direcionados a corridas e diversos outros tipos de treinamento. O Olhar Digital realizou uma avaliação detalhada do Garmin Forerunner 55, um modelo de entrada adequado para quem necessita de mais funcionalidade do que os relógios tradicionais proporcionam.
As características centrais do Garmin Forerunner 55 incluem um corpo construído em plástico com pulseira de silicone, pesando apenas 37 gramas. Ele possui uma tela transflectiva de 1,04 polegadas e é controlado por cinco botões físicos localizados nas laterais. O aparelho conta com GPS integrado e sensor de batimentos cardíacos, além de monitorar estresse, sono e o nível de energia através da função Body Battery.
Adicionalmente, ele oferece recursos como PacePro, sugestões de treino e um assistente de recuperação, cobrindo monitoramento para corrida, ciclismo, natação em piscina, ioga e treinos de academia.
A bateria do Garmin Forerunner 55 pode durar até 14 dias quando utilizado no modo smartwatch. Em situações de uso mais intenso, como durante corridas ou pedaladas ao ar livre com o GPS ativo, a autonomia chega a 20 horas ininterruptas. Para um uso moderado, registrando dados de aproximadamente uma hora de atividade diária, a duração estimada é de até 10 dias. Caso seja necessário recarregá-lo, bastam cerca de duas horas para restaurar a carga total.
O design do Garmin Forerunner 55 apresenta um corpo leve feito de plástico, pesando 37 gramas, o que garante conforto mesmo durante o sono. A pulseira é feita de silicone flexível e pode ser trocada conforme a preferência do usuário.
Um ponto de destaque é a tela de 1,04 polegadas, que utiliza tecnologia transflectiva, facilitando a leitura sob luz solar direta, diferentemente de muitos smartwatches modernos onde a visibilidade diminui sob o sol. É importante notar que esta tela não é sensível ao toque; a navegação no sistema é realizada exclusivamente pelos cinco botões físicos laterais, permitindo operação mesmo com as mãos úmidas ou molhadas.
Sendo um relógio projetado especificamente para esportes, o Garmin Forerunner 55 dispõe de perfis pré-configurados para diversas modalidades, como corrida, ciclismo, natação, ioga e academia. Graças ao GPS integrado, o aparelho consegue registrar distância, velocidade e percurso das corridas sem depender do celular. O sistema auxilia no cálculo do ritmo ideal para atingir metas de tempo e fornece alertas de recuperação, indicando o período de descanso necessário antes da próxima atividade.
Além disso, um sensor posicionado na parte traseira mede continuamente os batimentos cardíacos, utilizando esses dados para estimar o tempo necessário para completar provas de 5 km, 10 km, meia maratona ou maratona.
Ao invés de um sistema operacional complexo, o Garmin Forerunner 55 adota uma plataforma simplificada que exibe informações essenciais em formato de lista na tela. Para acessar gráficos e detalhes completos sobre atividades e saúde, o usuário deve utilizar o aplicativo Garmin Connect no celular, que organiza esses dados.
No que tange ao bem-estar, o relógio acompanha condições físicas, níveis de estresse, respiração e ciclo menstrual. Devido ao seu foco atlético, ele possui poucas funções típicas de um smartwatch comum; ele apenas exibe notificações de chamadas e mensagens do telefone e permite controlar a reprodução de músicas no smartphone. Funcionalidades como responder mensagens, instalar apps de terceiros ou realizar pagamentos por aproximação não estão disponíveis.
O Garmin Forerunner 55 é considerado um relógio eficiente para quem busca um companheiro de atividades físicas, pois o GPS integrado permite deixar o celular em casa, o monitoramento cardíaco é preciso e ele oferece recursos abrangentes para vários tipos de treino. Seu peso leve e a longa duração da bateria complementam positivamente o conjunto, sendo recomendado para quem já treina frequentemente e deseja um instrumento mais robusto para mensurar resultados.
Entretanto, a baixa resolução da tela e a limitação de recursos além do monitoramento de saúde tornam o modelo menos atraente para pessoas que não praticam exercícios com frequência. Além disso, ele pode ser visto como excessivamente básico para atletas mais experientes, que poderiam preferir modelos mais avançados da mesma marca.
O cônsul-geral do Cazaquistão em Gorgan declarou que o Cazaquistão vê a província de Golestan no Irã como um destino promissor para o turismo. Essas declarações foram feitas durante reuniões com representantes dos serviços turísticos provinciais na quarta-feira, cujo objetivo era expandir a cooperação entre as duas partes.
Yerbol Akhmedov, cônsul-geral do Cazaquistão em Gorgan, realizou uma reunião com Yaser Ghandehari, vice-chefe do Departamento de Patrimônio Cultural, Turismo e Artesanato de Golestan. Foram discutidas formas de aumentar as trocas de turistas e o desenvolvimento de pacotes turísticos conjuntos.
Akhmedov informou que o Cazaquistão está pronto para organizar eventos conjuntos para operadores de turismo e empresas de Golestan no território do Cazaquistão. Ele também pediu a realização de reuniões especializadas com a participação de agências de viagens, operadores de atrações turísticas, fornecedores de turismo médico e universidades de ambos os países.
Segundo Akhmedov, a realização de encontros conjuntos entre agências, operadores de atrações, fornecedores de serviços médicos e universidades do Irã e do Cazaquistão pode ser a base para uma cooperação eficaz e sustentável no setor de turismo. Ele enfatizou que o estabelecimento de contatos diretos entre empresas de turismo cazaques e operadores de Golestan ajudará a criar passeios conjuntos e aumentar o fluxo de visitantes entre os dois países.
Além disso, Akhmedov observou que para os moradores de algumas regiões do Cazaquistão, viajar para o Irã pode ser mais vantajoso em termos de tempo e custos de transporte do que viajar para alguns destinos internos do Cazaquistão, o que abre oportunidades para o desenvolvimento do turismo, especialmente no setor de turismo médico.
Zahra Armand, representante de uma empresa de turismo do Cazaquistão presente na reunião, expressou a opinião de que os laços culturais entre Irã e Cazaquistão possuem um potencial significativo para expandir as relações turísticas. Ela observou que muitos cidadãos cazaques já visitam o Irã, particularmente a província de Golestan, para tratamento, mas a maioria dessas viagens é organizada através de parentes e conhecidos.
Armand acrescentou que esse potencial precisa ser desenvolvido de forma direcionada, planejada e profissional por meio da cooperação entre os operadores turísticos de ambos os países.
A província de Golestan, cuja capital é Gorgan, faz fronteira com as províncias iranianas de Semnan, Mazandaran e Khorasan Setentrional, e também possui fronteira internacional com o Turcomenistão.
De acordo com mídias turísticas especializadas e institutos de pesquisa internacionais, os modelos de viagem em 2026 estão passando por mudanças substanciais. Os viajantes estão cada vez mais focados na experiência cultural, visitação a locais menos conhecidos, escolha de opções de turismo sustentável, uso de ferramentas de planejamento baseadas em inteligência artificial e viagens relacionadas a eventos.
Analistas do setor, que revisaram relatórios recentes, indicam que o setor turístico mundial entrou em uma nova fase. Ao escolher um destino, a qualidade da experiência, a autenticidade cultural, a segurança, a ecologia e a tecnologia são agora mais importantes do que apenas o preço ou a popularidade do local, informou a agência de notícias Miras-e Aria na quarta-feira.
Um dos principais tendências é o aumento da procura por viagens baseadas em experiências. Os turistas demonstram um interesse crescente pela vida local, culinária regional, rituais tradicionais, patrimônio cultural e interação direta com as comunidades anfitriãs, em vez de visitar apenas atrações famosas.
Especialistas em turismo, citados nos relatórios, explicam essa mudança como a transição do que eles chamam de 'turismo de destinos' para 'turismo de experiências'. Além disso, os relatórios destacam o papel crescente da tecnologia e da inteligência artificial no planejamento de viagens. Os viajantes estão usando cada vez mais ferramentas baseadas em IA para criar roteiros, selecionar locais, reservar serviços e receber recomendações personalizadas.
Analistas do setor observam que essas tecnologias estão se tornando parte integrante das operações e estratégias de relacionamento com clientes no setor de turismo. A sustentabilidade ambiental e a responsabilidade social também se tornaram aspectos críticos na escolha de um local de férias. De acordo com os relatórios, muitos turistas preferem destinos que dão prioridade à proteção do patrimônio natural e cultural, envolvem comunidades locais e gerenciam os recursos de forma responsável.
As mudanças climáticas também influenciam a procura por viagens: alguns turistas estão mudando suas viagens de regiões muito quentes para zonas mais frescas e temperadas. Outra tendência significativa é o aumento do número de viagens relacionadas a eventos. Mídias especializadas relataram que eventos culturais, competições esportivas, festivais e até filmagens de cinema e televisão estão exercendo uma influência crescente na escolha de destinos pelos turistas, atraindo um grande número de visitantes para certas cidades ou países.
Especialistas em turismo alertam que o aumento do custo das viagens, a tensão geopolítica e a pressão do turismo excessivo forçam os governos a adotarem políticas de gestão de destinos mais ponderadas. Essas medidas visam uma distribuição mais uniforme dos fluxos de visitantes e a promoção de locais menos conhecidos. Analistas acreditam que tais políticas podem reduzir a pressão sobre atrações muito visitadas, ao mesmo tempo que criam novas oportunidades econômicas para regiões que recebem menos turistas.
Em conjunto, essas tendências indicam que o futuro do turismo será definido pela experiência autêntica, sustentabilidade, inovações digitais e proteção do patrimônio cultural e natural.