Os esforços de dez anos da China para tirar centenas de milhões de pessoas da pobreza estão cada vez mais oferecendo à África tanto experiência de desenvolvimento quanto apoio prático em sua própria luta contra a pobreza.
Parceria no Desenvolvimento Africano
A China consolidou-se como parceira chave na promoção da agenda sustentável da África por meio de investimentos em infraestrutura, energia, transferência de tecnologia agrícola, treinamento profissional e fortalecimento do potencial institucional.
Estabilidade Econômica da China
Entre funcionários, economistas e líderes empresariais mundiais, há uma alta confiança nas perspectivas econômicas da China. A segunda maior economia mundial continua a demonstrar resiliência, dinamismo e potencial de crescimento de longo prazo, apesar das dificuldades externas.
Especialistas observam que a China permanece bem posicionada para atingir a meta anual de crescimento de 4,5% a 5%, bem como para progredir no crescimento inovador, apoiado por um forte início de ano, suporte macropolítico eficaz e rápida expansão de novos motores de crescimento. Graças às perspectivas favoráveis de crescimento, ao vasto mercado interno e às crescentes oportunidades de inovação, a China continuará a ser o principal motor de crescimento para o mundo.
Energia Solar e Industrialização
No Fórum Tao em Dalian, o Premier Li Qiang declarou que o fenômeno que alguns chamam de 'Choque Chinês 2.0' deve ser visto como a 'Oportunidade Chinesa 2.0'. A cooperação entre a China e a África no setor de energia é um exemplo claro disso. Enquanto alguns países ocidentais veem a força da China em painéis solares, baterias e veículos elétricos como uma ameaça competitiva, muitos estados africanos veem nessas tecnologias uma chance de expandir o acesso à eletricidade, acelerar a industrialização e criar empregos.
Dados alfandegários recentes apontam para um futuro de cooperação econômica entre a China e a África. Em abril, as exportações de células e painéis solares da China para os países africanos aumentaram em 83% em comparação com o ano anterior, atingindo 123.787 toneladas métricas. Este número é importante não apenas porque demonstra a alta demanda por produtos de energia limpa da China, mas também porque aponta para uma oportunidade mais ampla: o comércio de energia solar pode se tornar a base para a transformação industrial da África.

