A Apple lançou o MacBook Neo, visando competir diretamente com os notebooks rodando Windows. Apesar de ter aumentado seu preço em US$ 100, passando a custar US$ 699, o dispositivo permanece 40% mais barato que outros modelos da linha MacBook.
A Apple lançou o MacBook Neo, visando competir diretamente com os notebooks rodando Windows. Apesar de ter aumentado seu preço em US$ 100, passando a custar US$ 699, o dispositivo permanece 40% mais barato que outros modelos da linha MacBook.
Este lançamento representa o primeiro desafio significativo à dominância do Windows em quatro décadas. O co-CEO da Asus classificou este movimento como um «choque para toda a indústria».
O mercado de PCs já apresentou duas alternativas ao MacBook Neo. A primeira é o Dell XPS 13, um modelo acessível lançado nos Estados Unidos pelo valor de US$ 699, apesar de usar o nome XPS, geralmente associado a notebooks mais avançados da marca americana.
O XPS 13 compartilha a construção em alumínio com o MacBook Neo e apresenta algumas vantagens, como ser mais leve, possuir teclado retroiluminado, ter uma tela ligeiramente maior e dobrar a capacidade de armazenamento em comparação com a versão básica do Neo (também de US$ 699). Ainda aguarda-se informações sobre o desempenho do XPS 13 com 8 GB de memória RAM, igual ao Neo, e a duração de sua bateria. Embora o XPS 13 vá ser comercializado no Brasil, seu preço ainda não foi divulgado.
A segunda resposta vem do Swift Air 14, produzido pela fabricante chinesa Acer. Este modelo será vendido nos EUA por US$ 699 e possui uma tela consideravelmente maior que a do laptop da Apple, mantendo um peso próximo ao do Neo. Assim como o Neo, ele é construído em alumínio e estará disponível em diversas cores.
A Apple está estudando modificar sua linha de processadores proprietários, considerando não introduzir as versões M6 Pro e M6 Max. A empresa manteria apenas a versão básica da geração M6 e avançaria diretamente para o M7. Essa alteração impacta a estratégia da Apple para os processadores usados em seus computadores pessoais, os MacBooks, conforme divulgado nesta quinta-feira (25).
Uma reportagem creditada a Mark Gurman, da Bloomberg, aponta que essa mudança afetaria o planejamento de lançamentos futuros e redefiniria a progressão dos processadores da companhia. As fontes indicam que há uma possível reorganização no desenvolvimento dos chips, com um foco maior no processamento de inteligência artificial realizado localmente nos aparelhos, modificando a maneira como a Apple distribui o desempenho entre as diferentes gerações.
A potencial modificação na série de chips da Apple sugere um desvio da sequência usual de modelos intermediários. Em vez de disponibilizar variantes mais robustas do M6, a corporação poderia direcionar seus esforços para o desenvolvimento da próxima geração, o M7. Segundo as informações de Gurman, o M7 priorizaria as funcionalidades de inteligência artificial executadas diretamente no hardware, fortalecendo a união entre o software e o processamento interno.
O cronograma sugerido prevê que o M7 possa ser lançado na primeira metade de 2027. As versões M7 Pro e M7 Max teriam previsão para o final desse mesmo ano, enquanto um eventual M7 Ultra seria esperado somente em 2028. É relevante notar que a Apple já lançou os chips M5 Pro e M5 Max durante o ano anterior. O M6, por sua vez, está programado para os MacBooks de entrada até o final de 2026.
Permanece incerto se esta mudança estará ligada a outros projetos de hardware, como a especulação sobre um MacBook com tela sensível ao toque, cuja chegada havia sido associada à geração M6.