O tighthead Wilco Louw está pronto para jogar no primeiro jogo da série Tests de 2026 pelos Springboks contra a Escócia, que ocorrerá em Pretoria no sábado. Ele terá um papel de apoio no scrum da equipe.
Dificuldades Pessoais e Apoio
Wilco Louw admitiu que 2026 foi um dos anos mais difíceis de sua vida. No entanto, ele observou que o apoio inabalável da família, colegas de equipe e da liderança da seleção nacional o ajudou a superar um período emocional tanto em campo quanto fora dele.
No início deste ano, Louw sofreu a perda de seu pai, Marius, apenas alguns meses após decidir retornar de Pretória para Cidade do Cabo para ficar mais perto da família. Essa perda temporariamente colocou o rugby em segundo plano.
Preparação para o Jogo
Enquanto se prepara para sua primeira aparição da temporada na Copa das Nações contra a Escócia no sábado, o atacante dos Stormers enfatizou que o apoio recebido no time Bok o lembrou da forte conexão entre os jogadores que vai além das conquistas esportivas.
Louw agradeceu à liderança dos Springboks por conceder tempo para passar com sua família, dizendo: «Eu valorizei o tempo passado com minha família». Ele acrescentou que janeiro foi um período difícil e considera incrível fazer parte de uma equipe que apoia os jogadores não apenas durante o jogo, mas em todas as fases da vida.
Preparação Tática Contra o Adversário
Louw entrará na nova versão do time Bok no segundo jogo do torneio. Após uma vitória convincente contra a Inglaterra, a equipe pretende manter essa forma contra outro adversário das Seis Nações. Este robusto tighthead jogará ao lado do ex-ala esquerda de Edimburgo, Boan Venter, e do pivô dos Bulls, Johan Grobbelaar, sendo responsável por ditar o ritmo no scrum.
Segundo Louw, os jogos da URC estão se aproximando do nível dos Tests, especialmente considerando a recente final entre Leinster e Bulls. Embora haja algum conhecimento de alguns jogadores escoceses, ele insiste que o foco dos Springboks será exclusivamente neles. Ele também observou que foi útil jogar contra eles na Escócia e em Loftus, onde a equipe obteve resultados tanto por si mesma quanto contra si mesma.
Louw também elogiou o scrum dos adversários. Ele trabalhou com seu treinador de scrum, Peter de Villiers, ex-representante dos Bok, e o considera um verdadeiro treinador. Ele acrescentou que os escoceses têm jogadores fortes na linha de frente, e sua força física, que levou a muitos tempos contra a Argentina, os torna um bom adversário no scrum. Entre eles há vários jogadores dos Lions Britânicos e Irlandeses, incluindo Pierre Schuman (sul-africano), e isso promete ser um teste sério para o qual eles estão preparados.
