O técnico da seleção egípcia, Hossam Hassan, gerou controvérsia ao alegar racismo após o gol de sua equipe ser anulado na partida das oitavas de final da Copa do Mundo contra a Argentina. Durante o jogo tenso, ele utilizou o gesto contra o racismo introduzido pela FIFA para expressar suas queixas.
Contexto da decisão controversa
O gesto contra o racismo foi introduzido pela FIFA em 2024 para permitir que treinadores ou jogadores denunciem incidentes racistas durante as partidas. Se tal sinal for considerado fundamentado, isso pode levar à suspensão ou até mesmo à anulação do jogo.
Este gesto ocorreu depois que o árbitro François Létesse anulou um gol do Egito após verificação por VAR em campo. As autoridades decidiram que o incidente ocorrido cerca de 20 segundos antes do gol não o torna válido. Essa decisão controversa aumentou a tensão no banco de reservas do Egito e, sem dúvida, influenciou as ações subsequentes de Hassan.
Desenrolar da partida e declarações do técnico
A equipe do Egito, conhecida como Faraós, parecia estar caminhando para as quartas de final, liderando por 2 a 0 após 67 minutos. No entanto, a Argentina conseguiu uma impressionante virada no final da partida, vencendo por 3 a 2. Atualmente, não está claro se Hassan possui alguma prova que sustente suas acusações.
Falando à BeIN Sports, Hassan especulou: «Talvez eles quisessem manter os campeões mundiais no torneio. Talvez eles quisessem que Messi permanecesse na disputa». Ele acrescentou que no futebol, às vezes existem fatores externos que vão além dos aspectos técnicos, e que «os campeões mundiais receberam apoio em todos os níveis».
Sem apresentar acusações adicionais de racismo, Hassan manteve seu desacordo sobre como sua equipe foi tratada. Ele declarou: «Não vimos respeito nem jogo limpo. Não houve respeito nem jogo limpo». O técnico também apontou outros pontos, observando: «O pênalti foi rejeitado e nem sequer foi checado pelo VAR. O segundo gol foi surpreendentemente anulado. Nem mesmo o VAR foi usado quando todos nós vimos a imagem de como (a camisa) foi puxada para trás».
