Duane Vermeulen, que possui profundo conhecimento dos candidatos à posição nº 8 da seleção sul-africana (Springbok), comentou que Evan Roos precisa apenas de alguns ajustes para atingir um nível de jogo elevado contra a Escócia no jogo internacional de 2026.
Comentários de Vermeulen sobre os candidatos
Vermeulen, ao falar com a imprensa na terça-feira, observou que Jasper Wiese é um verdadeiro pilar da equipe, proporcionando uma vantagem significativa ao superar a linha de ataque e executar avanços frontais. Ele enfatizou que a equipe busca dar oportunidade para todos os jogadores jogarem, e a semana atual oferece a Evan Roos uma chance de demonstrar seu valor.
Segundo Vermeulen, analisando o jogo de Roos pelo Stormers, ele é um jogador chave, e a esperança é que ele possa assumir esse papel e garantir um bom desempenho ofensivo, semelhante ao que Wiese faz. Ele também destacou a enorme energia de Roos em campo, que a equipe espera ver no próximo jogo.
Trabalho na melhoria das habilidades
Duane Vermeulen informou que há um trabalho ativo para transformar Roos em um jogador mais versátil. Entre esses esforços, há o treinamento de habilidades técnicas (manuseio de bola) por Tony Brown, que realiza tais sessões com todos os jogadores. Este trabalho visa ajudar os atletas em áreas onde lhes falta precisão e perfeição.
Além disso, Vermeulen acrescentou que Roos, com oito distintivos na seleção, se adaptará com o tempo à intensidade maior do rúgbi internacional. Ele explicou que a intensidade do rúgbi de teste é significativamente maior do que na URC ou no nível de clube. Embora o jogo no Stormers tenha um estilo mais livre, 'francês', o jogo de teste exige mais estrutura, o que pode ser difícil com o hábito de jogar livremente.
Conclusões sobre o potencial de Roos
Vermeulen concluiu que, em última análise, o sucesso depende do próprio jogador e do que ele pode oferecer à equipe. Ele elogiou Evan como um jogador fantástico com grande reserva de energia, mas ressaltou que existe uma diferença entre a URC e o rúgbi de teste, e espera que Roos consiga corresponder às expectativas.
Memórias do jogo contra Pollock
Anteriormente, em março, Vermeulen havia comentado sobre a disposição de sair da aposentadoria para jogar contra Henry Pollock e a Inglaterra. Na terça-feira, ele abordou novamente o assunto, brincando que não era necessário. Quando questionado sobre suas impressões de Pollock, ele respondeu que ficou impressionado com seus companheiros de equipe, notando que eles controlaram bem o jogo no primeiro quarto, mas cometeram erros no segundo. No entanto, após a entrada de jogadores influentes, a equipe injetou muita energia. No geral, ele expressou satisfação com a forma como os jogadores conduziram o jogo e implementaram o plano, acrescentando que talvez só precisasse de um pouco de água.
