Pesquisadores suecos identificaram características taxonômicas e funcionais específicas da microbiota intestinal que se correlacionam com a probabilidade de desenvolver diabetes tipo 2. Foi estabelecido que seis tipos diferentes de bactérias aumentam o risco da doença, enquanto representantes das famílias Erysipelotrichaceae, Coprococcus catus e algumas bactérias da classe Clostridia ajudam a reduzir esse risco.
