A Volkswagen está preparando a segunda geração do crossover compacto Nivus, que tem previsão de chegada ao Brasil no próximo ano. Protótipos do modelo já estão sendo testados, disfarçados para ocultar a adoção de uma nova plataforma.
A Volkswagen está preparando a segunda geração do crossover compacto Nivus, que tem previsão de chegada ao Brasil no próximo ano. Protótipos do modelo já estão sendo testados, disfarçados para ocultar a adoção de uma nova plataforma.
A nova estrutura será baseada na arquitetura MQB Hybrid, substituindo a MQB A0 devido ao seu suporte a sistemas híbridos. Essa mudança de plataforma permitirá que o Nivus ganhe em comprimento, entre-eixos e largura, distanciando-o ligeiramente do segmento de compactos tradicional.
Protótipos foram avistados por veículos do site Motor.es, parecendo semelhantes ao VW Taigo (versão europeia do Nivus), exceto pela dianteira, que utiliza um para-choque do VW Tera para acomodar as alterações estruturais, principalmente na largura frontal. O entre-eixos aumentará em 9 cm, atingindo 1,65m, o que beneficiará significativamente o espaço para as pernas dos passageiros traseiros, um ponto fraco do modelo atual.
As opções de motorização sugeridas indicam uma alteração na estratégia do novo Nivus. O motor 1.0 turbo deve ser substituído pelo 1.5 TSI Evo 2, que poderá operar com gasolina ou etanol e será combinado com um sistema híbrido leve de 48V nas versões de entrada. Esta configuração gera 150 cv e 25,5 kgfm de torque, utilizando a caixa automática de seis marchas com conversor de torque.
Nas versões superiores, o sistema MHEV será trocado por um conjunto híbrido pleno (HEV), mantendo o motor 1.5 turbo, mas com mais potência: 170 cv e 31,6 kgfm de torque. Neste caso, a transmissão será uma de dupla embreagem com sete marchas.
Em celebração aos 50 anos da Fiat no Brasil, que começou com o icônico 147 em 1976, a fabricante lançou uma série especial para a picape Toro e o crossover Fastback, ambas com 550 unidades disponíveis.
A Toro, baseada na versão Volcano, apresenta pintura cinza exclusiva «Maximum Steel», emblemas comemorativos e detalhes escurecidos nas rodas e acabamentos. O teto é preto, e o interior possui revestimento em suede nas portas e bancos, com bordado «Fiat 50 Anos» e uma mensagem especial no painel. Ela é equipada com central multimídia de 10 polegadas e pacote ADAS, incluindo frenagem automática, alerta de mudança de faixa, sensor de estacionamento frontal, sensor de ponto cego e alerta de tráfego cruzado traseiro. Seu motor é o 1.3 turbo flex com injeção direta e sistema híbrido leve de 48V, entregando 176 cv e 27,5 kgfm de torque, acoplado a uma caixa automática de seis marchas.
O Fastback Edição Especial Fiat 50 Anos segue uma estética similar, mas na cor Azul Amalfi. Baseado no Fastback Impetus, destaca-se pelo teto solar panorâmico. Ele inclui painel digital, sistema multimídia de 10,1 polegadas com conectividade sem fio para Apple CarPlay e Android Auto, e pacote ADAS com frenagem automática de emergência e assistente de permanência em faixa. O motor é o 1.0 GSE turbo flex com sistema híbrido leve, produzindo 130 cv e 20,4 kgfm de torque, conectado a uma caixa CVT de sete marchas simuladas. A Fiat ainda não divulgou os valores desta série especial, que começará a ser vendida na próxima quinta-feira (9).
Anteriormente, foi explicado que o crescimento dos elétricos chineses era impulsionado por políticas locais de incentivo. No entanto, os dados preliminares da Associação de Carros de Passageiros da China (CPCA) mostram uma retração de 13% no mercado em comparação com o ano anterior, após centenas de marcas serem criadas e a oferta superar a demanda.
Diversos fatores contribuem para essa queda, como a instabilidade econômica local, que leva o consumidor chinês a esperar por uma possível guerra de preços. Adicionalmente, a retirada progressiva dos subsídios governamentais diminuiu o apelo dos elétricos frente aos híbridos. O governo chinês já cortou isenções fiscais neste ano e confirmou que eliminará totalmente os incentivos de taxas anuais para veículos elétricos, híbridos e de célula de combustível a partir de 1º de janeiro de 2027.
Essa desaceleração local pode impactar o mercado global, especialmente grandes importadores como o Brasil. Devido ao excesso de estoque, margens reduzidas e riscos financeiros, as montadoras chinesas precisam exportar esse excedente. O Brasil possui um programa de incentivo para esses veículos vindos da China. Analistas preveem que a China continuará a bater recordes de exportação em 2026, projetando 10 milhões de unidades, um aumento de 41% sobre o ano passado.
Atualmente, apenas três fabricantes lucram de fato na China – BYD, Xiaomi e Leapmotor –, sendo duas delas fortes no Brasil. Consultorias como a AlixPartners estimam que no máximo mais quatro marcas sobreviverão a esta crise, citando GWM e Geely. As demais enfrentarão falência ou fusão.
Bruce McLaren é uma figura proeminente na história do automobilismo, notório por vitórias na Fórmula 1 e nas 24 Horas de Le Mans, e por fundar a McLaren. Sua aspiração principal, contudo, era aplicar sua experiência de pista na criação de carros de rua. Apesar de a McLaren se tornar uma grande fabricante de supercarros, o neozelandês faleceu em 1970 durante testes do McLaren M8D.
O M6GT, o carro idealizado por Bruce McLaren, era uma versão fechada e homologada para ruas dos protótipos da CanAm. Mais de meio século depois, a McLaren concretizou oficialmente esse conceito através da McLaren Special Operations (MSO), criando um exemplar único baseado no projeto final dos anos 1960.
O projeto focou na fidelidade histórica, evitando modernizações. O chassi foi retirado de um M6A de corrida da época, e a carroceria replica os moldes originais, preservando até pequenas modificações de desenvolvimento feitas durante os testes daquela década. Mecanicamente, o veículo usa um motor V8 small-block central-traseiro com cabeçotes idênticos aos originais, além de transmissão e suspensão da época. O trabalho artesanal incluiu a fabricação manual de elementos estruturais ocultos e a replicação do para-brisa por escaneamento digital. O interior apresenta bancos de vinil verde e manopla de câmbio em madeira de nogueira. A pintura externa, Colnbrook White, homenageia a região de início de atividades de Bruce, remetendo ao visual do McLaren M2B de Fórmula 1 de 1966.
O M6GT será exibido no Festival de Velocidade de Goodwood, ao lado de modelos como o M8A da Can-Am e o McLaren F1 GTR, representando o DNA de todos os supercarros de rua da McLaren.
Após encerrar suas atividades na Rússia em março de 2022 devido ao bloqueio econômico, a fábrica da Avtotor, localizada em Kaliningrado, não foi desmantelada. Em vez disso, ela ignorou o fim da parceria e retomou a produção dos modelos X5, X6 e X7 utilizando estoques de peças deixados nos galpões, sem autorização da matriz alemã, que se eximiu de qualquer responsabilidade.
Embora as vendas em concessionárias autorizadas tenham caído drasticamente para 505 unidades em 2023, a marca conseguiu retomar a liderança no segmento premium russo em 2025, graças à importação de rodas da China e de países neutros. No entanto, o esquema de Kaliningrado é considerado marginal. A mídia local relata que mais de 145 desses SUVs «não licenciados» foram vendidos entre 2025 e 2026 a clientes abastados. O preço de um X5 produzido sob este esquema inicia em 11,9 milhões de rublos (aproximadamente US$ 155.000), sendo mais competitivo que o praticado por importadores independentes.
Um aspecto notável dessa engenharia de sobrevivência é a tecnologia embarcada. Como os trabalhadores da Avtotor estão apenas montando um quebra-cabeça com o que restou antes do embargo, os carros são datados de 2025 e 2026, mas mantêm a mecânica e o visual dos modelos de 2022. Novidades estéticas ou tecnológicas de *facelifts* posteriores não estão presentes. Além disso, como a BMW não participa mais, as ECUs não recebem atualizações oficiais, o que se tornou um argumento de venda: esses SUVs não podem ser bloqueados ou inutilizados remotamente pelos programadores da BMW na Alemanha.
Para manter a produção ativa, a fábrica precisou improvisar com componentes de fabricantes russos, expandindo a produção local para modelos como o X6 40d, que originalmente não era fabricado ali. A produção paralela só cessará quando o estoque fundamental se esgotar, a menos que encontrem um fornecedor local ou chinês para replicar os componentes.
Pesquisas recentes indicam que a prática de conduzir um veículo com câmbio manual atua como um exercício para o cérebro, auxiliando na manutenção da saúde mental. Este achado foi revelado por neurocientistas do Instituto de Desenvolvimento da Universidade de Tohoku, localizado no Japão.
O estudo, liderado pelo professor Ryuta Kawashima, descobriu que a coordenação física necessária para operar um câmbio manual estimula diretamente o córtex pré-frontal. Esta área cerebral é fundamental para funções cognitivas essenciais, tais como a capacidade de foco, a memória de curto prazo, a atenção e a tomada de decisões rápidas.
Os pesquisadores observaram que a necessidade de monitorar constantemente o tacômetro, calcular mentalmente a marcha adequada à velocidade do carro, aliviar o acelerador e sincronizar com precisão o pé esquerdo e a mão direita constitui um treinamento cerebral diário de baixa intensidade. Assim, o cérebro de quem dirige um carro manual diariamente é obrigado a permanecer ativo e ágil, o que ajuda a diminuir o declínio cognitivo natural associado ao envelhecimento. O estudo também aponta que este benefício não ocorre ao dirigir um carro automático, pois o motorista adota uma postura cerebral mais passiva.
Curiosamente, essa base científica surgiu em um momento em que os carros manuais estão em grande escassez, sendo majoritariamente restritos a modelos esportivos. No próprio Japão, apenas 1% a 2% dos carros novos vendidos saem de fábrica com transmissão manual. Nos Estados Unidos, a proporção é ainda menor, fixada há décadas em apenas 0,7% do mercado, com cerca de 24 modelos zero-quilômetro disponíveis. A Europa Ocidental permanece como o principal refúgio global, com países como Espanha e Itália apresentando taxas de adoção de 41% e 48%, respectivamente.
Em paralelo, o setor automotivo brasileiro recebe anúncios de novidades. A Renault confirmou a apresentação oficial da reestilização do Kwid na Índia para 3 de julho, o que sinaliza futuras mudanças no Brasil. O Kwid a combustão incorporará elementos visuais da versão elétrica E-Tech, como um conjunto óptico dividido com luzes diurnas em LED em formato de «Y» na nova grade, enquanto os faróis principais permanecerão no para-choque redesenhado com lâmpadas halógenas para controle de custos.
Internamente, a Renault renovará o painel do Kwid com uma tela multifuncional de 10 polegadas e espelhamento sem fio, utilizando volante do Kardian. Contudo, no modelo nacional, espera-se que o pacote de segurança permaneça básico, e recursos avançados eletrônicos, como frenagem autônoma de emergência, serão provavelmente omitidos, mantendo a simplicidade nas configurações de entrada. O motor nacional continuará sendo o SCe 1.0 de três cilindros aspirado, acoplado exclusivamente ao câmbio manual de cinco marchas.
A MG anunciou que além do MG4 Urban elétrico, está desenvolvendo novos motores flex para seus modelos híbridos destinados ao mercado brasileiro, e há fortes indícios de lançamento de novos SUVs. A empresa investirá R$ 400 milhões, sendo R$ 60 milhões destinados à preparação da fábrica PACE no Ceará, e o restante para P&D.
No cenário japonês, Honda e Nissan retomaram conversas sobre uma possível colaboração, buscando mitigar custos após a Honda registrar um prejuízo histórico de US$ 46 bilhões no ano anterior. Relatos indicam que as duas empresas podem desenvolver conjuntamente um crossover e um SUV médio, seguindo a estratégia de compartilhamento de recursos. A Honda, que cancelou o desenvolvimento de uma linha de veículos puramente elétricos para conter perdas, agora foca em híbridos, como a nova geração do Civic, visando a recuperação até 2030.
Por fim, a Lada apresentou seu novo veículo utilitário, a Lada Iskra SW, que possui motor aspirado, câmbio manual e rodas de aço estampado. Baseada na plataforma do Renault Kardian, esta versão atualizada substituiu o câmbio CVT por uma caixa manual de seis marchas. A versão de entrada dispensa luxos, oferecendo desempenho modesto, com aceleração de 0 a 100 km/h em 12,7 segundos, mas inclui comodidades como central multimídia de 8 polegadas e bancos dianteiros aquecidos.
O lançamento do novo Jeep Avenger, que servirá como modelo de entrada da marca, está se aproximando. Um exemplar deste veículo foi avistado quase sem camuflagem nas ruas de Resende, no Rio de Janeiro, pela equipe da Quatro Rodas.
Este novo modelo, que será posicionado abaixo do Renegade em termos de tamanho e preço, recebeu uma atualização e acompanhará o facelift. Embora rodar camuflado não faça muito sentido, isso faz parte do processo de lançamento. O Avenger possui dimensões compactas: 4,08 metros de comprimento, 1,78 m de largura, 1,53 m de altura e 2,56 m de entre-eixos.
Mecanicamente, ele utilizará o motor 1.0 turbo de três cilindros, o GSE/T200, comum aos veículos do grupo Stellantis no Brasil. No entanto, sua potência foi ajustada para 116 cv, em vez dos 130 cv encontrados em modelos como Pulse, Fastback e Peugeot 208, indicando um foco maior no consumo e controle de emissões para uso urbano.
Embora entusiastas mais tradicionais possam ter reservas sobre os modelos mais generalistas da Jeep, o novo Avenger tem potencial para atrair o consumidor médio devido ao seu pacote compacto e preço estimado entre R$ 120.000 e R$ 150.000.
A Lamborghini divulgou um teaser nas redes sociais sugerindo uma nova e mais potente versão do SUV Urus. A imagem mostra a traseira do veículo com dois apêndices aerodinâmicos: um spoiler acima do vidro traseiro e outro na tampa do porta-malas. A marca convidou o público a acompanhar o site e o canal no Youtube no dia 1º de julho.
Com base no pouco revelado, especula-se sobre um retorno de uma variante de alta performance, possivelmente o Urus Performante, que foi descontinuado em 2014. O Urus Performante original utilizava um motor V8 biturbo de quatro litros com 666 cv. Atualmente, o Urus conta com um sistema híbrido que atinge 800 cv, sugerindo que qualquer nova versão terá um desempenho inédito, acompanhado de melhorias em suspensão, freios e eletrônica.
O Mazda MX-5 mantém sua reputação de confiabilidade ao longo de suas quatro gerações, mantendo a essência de um esportivo leve com motor aspirado de quatro cilindros longitudinal, tração traseira e câmbio manual. Como a geração atual (ND) já está no mercado há mais de dez anos, a Mazda já está desenvolvendo uma nova geração.
Uma informação recente levantou a possibilidade de a quinta geração ser a última a empregar um motor a combustão. Segundo relatos de um executivo de alto escalão da Mazda, o próximo Miata 'possivelmente será o último com motor de combustão interna'. Embora um motor elétrico pudesse aumentar o torque e o desempenho, ele também tornaria o carro mais pesado, o que prejudicaria a experiência sensorial. Por enquanto, trata-se de especulação, e é improvável que a troca para baterias ocorra em breve.
De acordo com uma investigação realizada pela Bloomberg, envolvendo colecionadores e investidores da Ferrari, a aquisição do modelo Luce está sendo sutilmente posicionada como condição para quem deseja assegurar ou manter o acesso a futuras edições limitadas e projetos especiais da montadora.
Embora a Ferrari não declare isso de forma explícita, a marca comunicou à Bloomberg que sua política ao selecionar clientes para os modelos mais cobiçados, como as edições especiais, foca em cultivar «relações fortes, de longo prazo». Em uma nota oficial, a Ferrari ressaltou que «não encorajamos clientes e colecionadores a comprar modelo algum para agradar a Ferrari», enfatizando que «é essencial que os clientes considerem se o carro se alinha aos seus gostos e preferências».
A Maserati apresentou sua linha 2027, que inclui os modelos GranTurismo, GranCabrio e SUV Grecale, todos recebendo um facelift. Este redesenho trouxe elementos visuais renovados, como novas grades e faróis, conferindo um aspecto mais agressivo e unificado à identidade da marca.
As modificações mecânicas são significativas: o GranTurismo e o GranCabrio receberam uma versão aprimorada do motor V6 biturbo Nettuno de três litros. Na configuração de topo, Trofeo, a potência sobe de 550 cv para 590 cv, permitindo que o cupê e o conversível alcancem 100 km/h em 3,8 segundos, mantendo o câmbio ZF 8HP automático de oito marchas. Já o SUV Grecale mantém a mecânica anterior, com o V6 Nettuno entregando 530 cv. As versões elétricas Folgore do cupê e do conversível continuam com três motores elétricos, totalizando 762 cv.
A Maserati utilizou o lançamento da linha 2027 para detalhar seus planos futuros. Cristiano Fiorio, chefe de marketing da Maserati, confirmou que o câmbio manual ainda terá espaço, mas exclusivamente para clientes do programa Bottega Fuoriserie, uma colaboração com a Alfa Romeo para criar veículos customizados e exclusivos. Ele mencionou que acredita no retorno da nova geração do sedã Quattroporte, e Santo Ficili, diretor de operações, afirmou que um novo motor V8 está sendo considerado.
No entanto, o futuro da marca pode envolver uma parceria com empresas chinesas, conforme relatado por Antonio Filosa, CEO da Stellantis. Filosa indicou que a Maserati negociou com duas empresas chinesas potenciais, que poderiam trazer «tecnologia, desenvolvimento e ideias excelentes», mas garantiu que a Maserati não está à venda. Fontes chinesas apontam JAC Motors e Huawei como possíveis parceiras, com potencial para compartilhamento de plataformas.
A comissão especial da Câmara dos Deputados responsável pelas alterações no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) apresentou um parecer que visa otimizar a fiscalização e o processo de habilitação. O relator, deputado Aureo Ribeiro, consolidou mais de 270 propostas em um texto substitutivo previsto para votação no início de julho.
Uma alteração de grande impacto é a permissão para que jovens de 16 e 17 anos dirijam. Eles poderão obter a Permissão para Dirigir (PPD) e conduzir carros de categoria B em áreas urbanas entre 5h e 23h59, desde que acompanhados por um motorista com pelo menos dois anos de habilitação. Para motocicletas de até 150 cm³, essa regra é mais flexível, permitindo que o jovem rode sozinho, respeitando os mesmos limites de horário e local.
Ao atingir 18 anos, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) definitiva será emitida automaticamente e sem custo, contanto que o condutor não tenha cometido infrações graves, gravíssimas ou reincidência em médias. Além disso, a idade mínima para as categorias profissionais D e E foi reduzida de 21 para 20 anos. O texto estabelece um teto nacional de R$ 30 para a emissão da PPD e R$ 50 por exame, e diminui a carga horária prática exigida para apenas cinco horas-aula nas categorias A e B, permitindo aulas teóricas totalmente remotas e opção de exame prático em carro automático.
O monopólio das antigas autoescolas, agora chamadas de Escolas de Trânsito, será rompido com a possibilidade de instrutores autônomos atuarem como MEI. Em contrapartida, a renovação da CNH exigirá obrigatoriamente o exame psicotécnico, cujos dados serão integrados a um novo Prontuário Nacional do Condutor. Quanto à fiscalização, a proposta proíbe radares ocultos e exige sinalização ostensiva e estudo técnico público para validar multas de velocidade. Nos sistemas de pedágio livre, as concessionárias deverão aceitar Pix ou cartão em até 30 dias, e a multa por evasão só será aplicada após notificação federal. Patinetes, ciclomotores e bicicletas elétricas deverão possuir placa traseira, capacete obrigatório e autorização simplificada para condução a partir dos 16 anos, com limite de 6 km/h em calçadas.
O mercado automobilístico russo enfrenta desafios devido aos embargos, levando a AutoVaz a adaptar o Lada Niva para a linha 2027, que celebra 50 anos do utilitário com sua maior modernização. Essa atualização envolveu a incorporação de 100 componentes novos e 60 peças reformadas.
A carroceria recebeu tratamento antirrugas de fábrica e melhorias no isolamento acústico. Internamente, o veículo ganhou airbag inédito e central multimídia, além de ar-condicionado com novo filtro. Uma característica notável é a chave única que serve tanto para destravar portas quanto para ligar o motor. Sob o capô, o antigo motor 1.7 foi substituído pelo novo 1.8 8v, herdado do Niva Travel, que gera 90 cv e 15,6 kgfm de torque. Embora o aumento de potência seja modesto, a nova calibração resultou em uma redução de 30% no consumo de combustível. A segurança também foi reforçada com o reposicionamento da barra estabilizadora e a inclusão de discos de freio ventilados no eixo dianteiro.
O Aston Martin Valkyrie, um dos carros mais potentes e caros disponíveis, está sujeito a um risco pequeno, mas real, de incêndio durante sessões de pista, o que motivou o anúncio de um recall pela marca.
Este risco é extremamente específico: ocorre apenas em Valkyries equipados com o conjunto de suspensão de pista opcional, sob condições muito particulares. O carro deve estar em pista, com o controle de estabilidade desativado (no modo Sport ou Track), e o motorista deve estar realizando contra-esterço enquanto acelera ou freia. Nessas circunstâncias, o sistema ESP pode acionar o freio em rodas específicas, podendo causar a deformação do retentor de um cilindro-mestre de freio. Isso impede o retorno do fluido ao reservatório, levando ao superaquecimento do freio, que pode inflamar a fibra de carbono dos dutos de arrefecimento.
O problema foi confirmado após testes com um protótipo em novembro de 2022. Unidades fabricadas entre 19 de dezembro de 2023 e 20 de dezembro de 2024 estão afetadas. O recall será oficializado neste mês, com uma solução definitiva prevista para novembro. Atualmente, proprietários do Valkyrie com a suspensão opcional podem levar seus veículos às concessionárias Aston Martin para a troca gratuita dos cilindros-mestres de freio.